129 – Reitoria da UFBA invadida por faixas

 

Foi só alguém sugerir ao Saci que saísse do virtual para a rua, por esta possibilitar melhor visualização à sua campanha, para ele transformar seu entusiasmo sacizesco em faixas de colorido exuberante... (Clique na arte para ampliá-la).

 

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3 Respostas to “129 – Reitoria da UFBA invadida por faixas”

  1. Menandro Ramos Says:

    Mal circulou a notícia do que ocorrera na UFF e o meu amigo Saci já arregaçava as mangas. Um belo exemplo para a UFBA seguir.

    Depois que a nova administração iluminou os caminhos que a antiga desleixou, esperançoso, o meu amigo Saci me pediu para dar um toque sobre o assunto da gratuidade dos cursos da UFF, aos atuais dirigentes da UFBA. Ele sugeriu que a Magnífica Reitora liderasse um movimento para decidir por meio de plebiscito, a gratuidade ou não de todos os cursos da UFBA, inclusive os do Instituto de Letras, da Escola de Música e das especializações lato sensu.

    Não sei se o meu amigo de gorro e pito tem a verdadeira dimensão da relevância do que está propondo, mas como pedir não ofende, não pensei duas vezes. Fiz e faço minhas as suas palavras.

    Quem sabe não seja a chance de uma parcela da juventude baiana, que não pode pagar sequer o transporte, ter acesso gratuito às boas coisas que a UFBA pode oferecer?

    Leia abaixo sobre a vitória do SIM na Universidade Federal Fluminense.

    Atenciosamente,

    Menandro Ramos
    Prof. da FACED
    e assessor do Saci-Pererê da UFBA

    —————————————————

    Plebiscito sobre a gratuidade na UFF: vitória do SIM

    86,7% dos votantes garantiram, por meio de plebiscito oficial, o fim da cobrança de taxas e mensalidades das especializações lato sensu e dos MBAs

    Por Najla Passos
    ANDES-SN

    A comunidade universitária da Universidade Federal Fluminense – UFF aprovou, por meio de plebiscito oficial reconhecido pela administração superior, o fim dos cursos pagos na instituição, inclusive cursos de especialização lato sensu e MBA.

    De acordo com a presidente da Associação dos Docentes da UFF – Aduff Seção Sindical, Gelta Terezinha Ramos Xavier, essa vitória é importantíssima para os três seguimentos (docentes, técnicos e estudantes), porque consolida a compreensão constitucional de que a universidade deve ser pública e gratuita em todos os níveis.
    “Nós – docentes, técnicos e estudantes – trabalhamos juntos na construção de uma campanha pela gratuidade total dos cursos e garantimos que a UFF seja a primeira universidade do país nessas condições. Agora, queremos multiplicar a informação para estimular outras instituições de ensino superior a debaterem o assunto e adotarem a mesma medida”, afirma.

    Construção democrática

    O processo de plebiscito resulta de uma decisão do Conselho Universitário – CUV de 1998 que, em atendimento às reivindicações da comunidade universitária, decidiu pela constituição de uma Assembléia Estatuinte para a elaboração da proposta do Novo Estatuto da UFF.

    Decidiu também que os pontos divergentes entre os textos aprovados pela Assembléia Estatuinte e o Conselho Universitário seriam definidos pela própria comunidade universitária, por meio de plebiscito.

    No caso em questão, a Assembléia Estatuinte propunha a gratuidade total, enquanto o Conselho Universitário defendia a gratuidade apenas para cursos de graduação, mestrado e doutorado. A posição da Assembléia ganhou por 86,7% dos votos, ou seja, 11.497 optaram pela gratuidade total, enquanto 1.751 membros da comunidade universitária, representando 13,2 % dos votantes, apoiaram a posição do CUV.

    Valores

    A UFF possui hoje 131 cursos de especialização lato sensu, entre especializações e MBAs, que envolvem 7,5 mil estudantes. A maioria é paga. Em alguns casos, muito bem paga.

    A pós-graduação em Destística, oferecida pela Faculdade de Odontologia, por exemplo, com duração de 12 meses, requer que os alunos paguem R$ 1,1 mil. A especialização em Direito da Administração Pública sai a uma mensalidade de R$ 550, além da taxa de inscrição de R$ 100.

    Há alternativas mais em conta, principalmente em cursos relacionados à formação de professores. Gratuidade completa, entretanto, é rara, mas existente. A Faculdade de Educação, na qual Gelda está lotada, não oferece nenhum curso pago e evita, inclusive, cobrar taxas de inscrição. Atualmente, oferecem nove dos 131 cursos de especialização da UFF, mas já chegaram a ofertar doze concomitantemente.

    “Nossa experiência da Faculdade de Educação prova que a oferta de especializações gratuitas é perfeitamente viável. Os professores, em sua maioria, trabalham em regime de Dedicação Exclusiva. Não há razões para cobranças de taxas e mensalidades”, defende.

    UFF em números

    A UFF possui 2.852 professores efetivos e 4.005 servidores técnicos administrativos. São 35.599 estudantes de graduação, sendo que 6.386 estão matriculados em cursos de educação à distância, e 11.675 pós-graduandos, entre cursos de especializações, mestrados e doutorados.

  2. Altino Says:

    PREZADO!
    como sempre, na luta!
    òtima idéia mas, precisamos colocar o “bloco na rua”!
    Já começastes divulgando a idéia. Cabe agora, concreta e objetivamente, iniciar as CAMPANHAS!
    Para o material das campanhas, sugiro iniciar uma “vaquinha” para arrecadar a grana e….vamos para rua!!
    saudações,
    altino

  3. Marcus Says:

    Excelente ideia! Contudo, levantar essa causa é o mesmo que mexer num vespeiro. Também não boto fé no plebiscito. Tenho motivos para não acreditar na vocação democrática da Profª Dora.

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