13 – O Pica-Pau e a Neutralidade

 

O Saci acompanhou atentamente as bicadas do Pica-Pau

O Saci acompanhou atentamente as bicadas do Pica-Pau...

 

Saiu na Apubdebates-l:

Em 28/08/09, Francisco José Duarte de Santana <franssuzer@gmail.com> escreveu:

Prezado Prof. Charbel El-Hani

Dizem que o mal dos que não fazem política é que é usado pelos que sabem fazer política.

Um professor de um instituto isolado de uma ciência específica pode até dizer que não se interessa por política, mas um professor de uma universidade não se pode dar a esse luxo. Caso o professor tivesse lido as primeiras páginas dos jornais baianos sobre a política baiana veria que o que está por trás desses cargos no governo Wagner é politicagem pura e de luta entre poderosos. A questão científica e técnica é puro verniz que pode ser colocado por qualquer partido. O partido que não tiver um doutor com tal perfil, pode obtê-lo no mercado, inclusive dentro da UFBA. Vejamos alguns flashs dos jornais sobre esses cargos agora disponíveis: 

O “digno e incorruptível” Gedel Vieira Lima entrega seus cargos para “eticamente” poder concorrer ao cargo de Governador. O ministro Lupi que depende o seu cargo do Planalto é obrigado a obrigar o PDT a aceitar os cargos oferecidos por Wagner. O “ínclito” Severiano Alves, então presidente regional do PDT, entrega o cargo a Lupi pois acha as exigências de Wagner indecorosas: Wagner exige que Severiano renuncie ao mandato de Deputado Federal para ceder o lugar para o “louvável” Erivelton Santana, do PSC, quem tem moeda de troca para agradecer a tão magnânimo gesto. A nova direção do PDT vai atrás dos cargos, também reivindicados, que nem osso por cahorro, pelo PCdoB (o Prof. João Augusto talvez tenha alguma informação melhor sobre o assunto), PT, PSB etc. Então Wagner exige que para dar os tais cargos, o PDT deve deixar entrar nele Marcelo Nilo e sua entourage do PSDB, o que equivale a transformar o PDT em PSDB-2. Em resumo trata-se de uma luta de foice e martelo em que Lula quer conciliar os interesses de três forças amigas, Gedel, Wagner e ACM-Neto (esse raquítico, mas Lula prometeu a ACM avô criá-lo). As demais forças brigam pelas migalhas, maiores ou menores.

Diante desse quadro, o ilustríssimo professor deve convir que enfiou a mão numa combuca que não tem idéia do está no seu interior, dando crédito ao que o senhor afirma.

Eu sou homem político, de partido político, mas não admito ser usado e nem que usem a minha associação para que políticos inescrupulosos ganhem vantagens individuais ou coletivas.

Porque a APUB e a UFBA não estão preocupadas com a saúde na Bahia, que está um cáos? O ponto mais alto da BAhia em relação aos outros estados sempre foi saúde e medicina. A Escola de Medicina da UFBA sempre foi referência. O instituto Gonçalo Muniz era referência nacional tanto quanto o Adolf Lutz. Só estou vendo a comunidade acadêmica amesquinhadamente preocupada com seu plano de saúde. E a saúde do povo?

Vê-se portanto que essa procupação intenpestiva pela ciência e tecnologia é mais uma disputa de cargos mesquinha do que alguma preocupação com a Bahia.

 Francisco Santana

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 Em 28/08/09, charbel@ufba.br <charbel@ufba.br> escreveu:

Prezado Sr. Francisco,

Gostaria muito que o Sr., isso sim, mostrasse respeito pela trajetória acadêmica de seus colegas. Nunca estive metido em qualquer grupo político. Apenas estou buscando defender interesses da comunidadade acadêmica brasileira.

É sempre bom não projetar sobre os outros as imagens que vemos em nossos próprios espelhos.

Att

Prof. Charbel El-Hani

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Citando Francisco José Duarte de Santana <franssuzer@gmail.com>:

Senhores

Deveriam ter mais respeito pela inteligência alheia. Está na cara que o que vocês querem é usar a APUB e por consequência o professor da UFBA como LOBY para seus grupos políticos obterem cargos. Querem enlamear a APUB mais do que já enlamearam? Não basta a operação jaleco branco ter atingido a reitoria?

Francisco Santana

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Em 28/08/09, charbel@ufba.br <charbel@ufba.br> escreveu:

Oi Naomar

Concordo. Mas, sinceramente, não conheço, pessoalmente, os caminhos para agir, por sempre ter passado ao largo da classe política baiana…. Talvez alguns membros aqui da lista tenham as ferramentas para agirmos. Seria o caso apenas de nos organizarmos, articularmos nossas posições e buscarmos vias adequadas de interlocução com o governo.

Abs
Charbel

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Citando naomarf@ufba.br:

Charbel e Joao

De fato, a situacao eh inaceitavel. Mas o tempo eh curto. Qualquer acao exige urgencia.

Enviado do meu BlackBerry® da Oi.

—–Original Message—–
From: charbel@ufba.br

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Date: Thu, 27 Aug 2009 17:12:36
To: apubdebates-l@listas.ufba.br
Subject: Re: [Apubdebates-l]
Fwd: Artigo sobre Ciência e Tecnologia na Bahia A TARDE, 26/8

Prezado João

Muito oportuno o artigo. Convém nos mobilizarmos para evitar que a FAPESB entre nas negociações partidárias a respeito de cargos… Seria interessante verificarmos quais ações políticas (no melhor sentido do termo) podemos tomar, como pesquisadores e como sindicato.

Abs
Charbel

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Citando secretaria@apub.org.br:

 ——– Original Message ——–
Subject: Artigo sobre Ciência e tecnologia na Bahia A TARDE, 26/8
Date: Wed, 26 Aug 2009 11:44:18 -0300
From:
joarocha@ufba.br
To: secretaria@apub.org.br

Caros colegas

Na Assembléia Geral passada, quando foi aprovada a filiação da APUB ao PROIFES-Fórum, tentei dar um informe, na condição de Diretor Acadêmico da APUB, sobre a preocupante questão das substituições na Secretaria de Ciencia e Tecnologia do Estado,mas fui bruscamente interrompido.

Não fiz questão de polemizar, naquela hora. Resolvi,então, escrever um artigo que mandei para A TARDE e foi publicado na edição de 26/08/2009. É o que lhes mando, abaixo.

Um abraço
João Augusto

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Ciência, Tecnologia e Inovação na Bahia

João Augusto de Lima Rocha

Anuncia-se que o governador do Estado, por conta da necessidade de recomposição de sua base de apoio, após a saída do PMDB, realizará a mudança da equipe de trabalho da áreapor demais sensível da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, aí incluída aFundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB), encarregada da maior parte do fomento à pesquisa científica e tecnológica em nosso Estado.

Parece óbvio, mas convém lembrar que os prejuízos causados pela descontinuação do apoio à pesquisa científica são muito relevantes, não só afetando o momento presente, mas, principalmente, o futuro desenvolvimento científico e cultural do Estado. Naturalmente, espera-se que a mudança dos dirigentes estaduais esteja em perfeita sintonia com a continuidade do processo que contou com uma transição cuidadosa, responsável por aperfeiçoamentos dignos de nota, durante o Governo Wagner, notadamente na FAPESB. A tônica foi a busca da integração entre o setor acadêmico e o setor produtivo, ao dosar o apoio, tanto à pesquisa básica quanto à aplicada, sem contar a ênfase na inovação tecnológica e o suporte a projetos de natureza cultural e literária.

O pioneirismo de uma fundação estadual de fomento à pesquisa científica, a despeito doque muitos imaginam, não é de São Paulo, mas da Bahia. Isto se deu através da Lei Estadual Nº 347, de 13 de dezembro de 1950 (12 anos antes da fundação da congênere paulista), com a criação, e imediata instalação, da Fundação para o Desenvolvimento da Ciência na Bahia, por iniciativa de Anísio Teixeira, que era o Secretário de Educação e Saúde do Governo Otávio Mangabeira. Os recursos para a manutenção da pioneira fundação, mais tarde extinta, estavam explicitamente definidos na Constituição do Estado.

Os recursos para a FAPESB, diferentemente, são definidos, a cada ano, por negociações que podem garantir um maior ou menor percentual do Orçamento, ao contrário da maioria dos Estados, que mantiveram a feliz idéia de Anísio Teixeira, de fixar um percentual dos impostos arrecados, repassados mensalmente, na base de duodécimos da arrecadação prevista, com garantia fixada na Constituição. Percebe-se, pois, o quanto esse ponto fraco da FAPESB poderá ser exponencializado, no caso em que uma gestão inadequada possa colocar a imagem da fundação em descrédito público.

Vale lembrar que ela é conseqüência do movimento pela recriação da fundação de amparo à pesquisa (a sigla proposta era FAPEB), na Bahia, em 1989, quando da Constituinte Estadual, pela iniciativa de algumas entidades, dentre as quais a Associação dos Profesores Universitários da Bahia (APUB) e a Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que lograram colocar na Constituição do Estado um capítulo sobre Ciência e Tecnologia, retirado mais tarde, mediante emenda constitucional.

A proposta, incluída na Constituição Estadual de 1989, previa, não somente a criação da Fundação de Amparo à Pesquisa mas, também, de um Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia, órgão que formularia a política e acompanharia o desempenho do Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia. A expectativa é que a nova gestão a ser empossada envide esforços para a criação do Conselho e do Sistema Estadual, acrescentando Inovação ao nome e às atribuições de ambos.

Aliás, num sentido mais amplo, Inovação poderia justificar também uma forma de financiamento que não é mais feita pela FAPESB, mas que foi muito utilizada pela nossa pioneira fundação. Trata-se da modalidade denominada balcão, em que projetos considerados inovadores, de bom nível, podem ser apoiados, paralelamente ao lançamento de editais.

A FAPESB deve ser uma espécie de deflagradora de processos, impulso inicial importante para que se possam disputar, com os demais estados, recursos vindos de fora da Bahia e do Brasil. Já o Conselho é o órgão chave, definidor da política que justifica os temas dos editais a serem lançados, e que deverá agir em consonância com o Governo, na busca da participação da sociedade e da garantia de continuidade da política de ciência, tecnologia e inovaçao necessária ao desenvolvimento do Estado.

João Augusto de Lima Rocha, 58, é Professor Associado da Escola
Politécnica da UFBA, Diretor Acadêmico da APUB, membro do Conselho
Curador da Fundação Anisío Teixeira e representante dos docentes no
Conselho Universitário da UFBA.

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Em 29/08/09, Francisco José Duarte de Santana <franssuzer@gmail.com> escreveu:

Caro colega Baiardi.

 1 – Eu não sou membro de diretório algum do PDT. Parece-me que Joviniano Neto é do diretório nacional e também acho que ele já foi do CEPED. Tem credencial portanto para ocupar um dos cargos. 

 2. Sou contra a participação do PDT em qualquer governo do PT e inclusive contra o Sr. Lupi ser Ministro do governo Lula. 

 3 – Não fossem esses impecilhos eu convidaria você para se filiar ao PDT já que o PPS não valorizou o seu currículo e o cargo seria seu pois o PDT o valorizaria.

 4 – É possível que a direção do PDT já tenha pensado nos nomes sugeridos por você e eles já tenham sido indicados. 

 5 – Quanto ao histórico feito por você, trata-se de uma realidade que não existe mais. Não só porque o governo de Waldir Pires que criou grandes esperanças trouxe uma grande frustração, mas porque quando se defendia o desenvolvimento da ciência na Bahia defendia-se também a Universidade Pública, a não privatização do ensino superior, mais verbas para o ensino público com mais qualidade. O que a SBPC e a APUB defendiam naquela época nada tem a ver com o que a APUB defende hoje. Naquela época os professores invadiam e ocupavam a Reitoria contra um ato legal do Presidente da República. Hoje condena-se e criminaliza-se estudantes por invadirem a Reitoria em defesa da Universidade pública e contra uma duvidosa assembléia do conselho.

 6 – Poderá uma comunidade que aprova um REUNI segurar sem mácula a bandeira de uma Secretaria de Ciência e Tecnologia independente de negociatas?

 7 – A secretaria de C&T foi fundada por iniciativa da ditadura militar, oferecendo uma verba específica para os estados que a criassem. A da Bahia foi criada pela Lei n.º 2.751 de 01 de dezembro de 1969 e juntamente com a Secretaria foi criada a Fundação para o Desenvolvimento da Ciência na Bahia (da qual fui bolsista). Luís Viana convidou para Secretário, José Walter Bautista Vidal. Com o governo ACM foi transformada em SEPLANTEC e seu dinheiro desviado para outros fins. Sofreu então um processo de decadÊncia (a parte de ci~encia e tecnologia) tal que a Fundação desapareceu e seus arquivos ninguém sabiam onde estavam. No último governo de Paulo Souto, houve uma interação entre governo e UFBA no intuito de se recuperar não só a Fundação como a parte de Ciência e Tecnologia propriamente dita.

 8 – A informação que tenho transpirada pela imprensa e por comentários dentro da Universidade é que Wagner quando assumiu, desprezou todo trabalho anterior e loteou a Secretaria como loteou todas as outras dentro de critérios puramente políticos. E onde estava a APUB e a UFBA que não se manifestaram publicamente? Pelo menos que eu saiba.

 9 – Agora avizinham-se as eleições de 2010 e todos os atos políticos giram em torno delas. A própria vacãncia dos cargos em jogo surgiram em função disso. As decisões fundamentais são todas tomadas nos bastidores e reveladas ao público posteriormente. É uma mera coincidência ou elementos altamente politizados e já com o pé dentro do governo Wagner queiram criar um fato político para fortalecer mais seus conchavos lá dentro?

 10 – Uma questão de lógica. Antes com a direita no poder, as forças sociais de esquerda reivindicavam através de mobilizações públicas para sensibilizando a sociedade como um todo, sensibilizar também os donos do poder sobre os quais não tínhamos qualquer influ~encia. Mas hoje APUB, Reitoria, governo Lula e governo Wagner s~´ao uma coisa só. Por quê o Reitor não dá um telefonema para o Wagner? Ou alguém acha que não já deu? E Alice Portugal? Pelegrino? Pinheiro? Assíduos frequentadores das Assembléias da APUB, com seus discursos radicais. Alguém acha que todos eles não estão em campo para conseguir esses cargos para o seu grupo? E é em nome de uma ciência e tecnologia sem política? Claro que não. Mas se alguém de seu grupo consegue levantar uma comunidade “ingênua” em nome de uma boa intenção qualquer, esse grupo ganha mais um ponto. 

Saudações Sarneyzistas, Colloristas, Renan Calheiristas e Lulistas

 Francisco Santana
 

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Em 28/08/09, Amilcar Baiardi <amilcar.baiardi@terra.com.br> escreveu:

Caro colega Francisco Santana (Chico Pica-Pau), confrade de Conselho do Instituto Rômulo Almeida de Altos Estudos e antigo companheiro dos “anos de chumbo”, Não tenho nenhuma ligação com a administração da UFBA e nem com a Diretoria da APUB, razão pela qual minha intervenção neste debate é por razões de princípio, as que sempre me guiam. Quando o colega João Augusto descreveu a trajetória das iniciativas para aprovação na constituinte estadual de um capítulo que garantisse o sistema estadual de C&T com sua fundação, referiu-se ao papel de algumas entidades como  APUB e SBPC, mas esqueceu-se do protagonismo exercido pelo Governo, no caso visando uma conquista de Estado, concretamente da parte da COMCITEC, cujo diretor executivo na época era quem lhe escreve. Foram inúmeras as reuniões que tivemos, eu e o Prof. Caio Castilho representando a SBPC, com o dep. João Almeida, então relator, com vistas a obter uma redação do cap. XIV, arts 265 a 268, consentânea com os tempos atuais e com as conquistas de outras unidades da Federação. O sucesso deveu-se sem dúvida a esta convergência entre a sociedade civil, no caso comunidade científica e APUB, e sociedade política, no caso o Governo de Waldir Pires, dentro do qual a SEPLANTEC, conduzida pelo saudoso Jairo Simões que não poupou esforços, e seu braço de C&T, a COMCITEC. Então, caro Chico Pica-Pau, a preocupação com um sistema estadual de C&T blindado da politicagem é antiga, e é assim que vejo as manifestações dos colegas João Augusto, Naomar e Charbel, sobretudo este último que não tem histórico algum de ativismo político, nem mesmo na esfera da C&T. Como combativo membro do diretório do PDT, Vc deveria se empenhar para que – se toca à sigla indicar os candidatos ao cargo – sejam militantes do PDT familiarizados com a C&T os indicados para o aparato SECTI, e não são poucos os que têm este perfil.
 
Lembro-me no momento do Prof. Bendito Marques (titular da UFRB),do Prof Eduardo Ramos (PhD por Wisconsin) e do pesquisador Mario Augusto (pesquisador e ex-chefe da EMBRAPA), mas deve haver um número maior.
Agindo assim, Vc estaria desempenhando um papel relevante, ajudando a comunidade de C&T da Bahia e bem diferente do desempenhado pelo deputado Colbert Martins, então presidente do PPS na Bahia, que instado a indicar
o titular a da SECTI ignorou aqueles que como quadros do PPS fizeram diagnóstico e prepararam o documento de transição de governos, os quais qualificaram o PPS para indicar, com membros da comunidade científica, a titularidade da SECTI,
Saudações sinceras,
 ——————————————-

Amilcar Baiardi
Prof. Titular UFRB/UFBA
amilcar.baiardi@terra.com.br
amilcarbaiardi@uol.com.br
71-99773579
71-33582419
75-34251038

Uma resposta to “13 – O Pica-Pau e a Neutralidade”

  1. osaciperere Says:

    Veja como são as coisas, Prof. Francisco!

    Ainda outro dia, eu prestei uma homenagem a Brecht. Por coincidência, com ele falando justamente sobre a origem de certas mazelas da sociedade…

    https://osaciperere.wordpress.com/saci-cultural/expo-profa-graca-ramos/eterno-brecht/

    Por falar em pesquisa e em política, gostaria que o Sr. tecesse algumas considerações sobre o filme dos estúdios Disney, “Os Aristogatos”.

    Ou não tem nadaa ver com esses dois temas?

    Um abraço,
    Saci-Pererê

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