1329 – A marcha da APUB

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PASSEATA-APUB-2015

Para o Saci, no meme acima, a radicalidade festiva da Apub disneylandista cada vez mais salta aos olhos…

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C.

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irculou na “debates-l”, após eu comentar o que se segue:

Que bom ver a APUB mudando o discurso… Quem sabe se um dia não admite que o PSDB escangalhou com a saúde do país e o PT deu continuidade. Sou obrigado a concordar com a revolucionária diretoria: Saúde como direito e não como mercadoria! Que façam chegar esse grito ao governador da Bahia… Quem sabe a deputada Alice Portugal tope ser porta-voz desse clamor! (Menandro Ramos).

Sem veículo de discussão, só recebendo um jornal dirigido e oficial da proifes, só me resta tomar-lhes uns minutos nesta lista para conversar com alguém.

A presidente da Apub subia as escadas da Faced e a interpelei para perguntar como a Proifes havia entrado nos SPF? Ela disse que ela reúne sindicatos e como federação de servidores federais, teria lugar na organização. Coisa que eu  questionei, e questiono, pois só há um sindicato e ele é nacional. Estariam lá também pela CUT, seu atual veículo de transporte para os SPF. Pelo visto, a existência da Proifes está naturalizada por lá, ninguém analisa que ela assina agenda e não cumpre uma colega da Ufba é capaz de comprovar esta afirmativa. Como Cláudia Miranda afirmou, diante de minha pessoa, naquela escalera: “…a Proifes é uma federação de sindicatos”. Como? Já está pacificado, o Andes é o único sindicato de docentes das instituições públicas do Brasil, inclusive, para ter esta abrangência, jogaram os docentes das particulares fora.

Uma federação não tem as prerrogativas de sindicato, a lei não permite duplicidade de representação sindical. Paradoxalmente, é o que vivemos hoje; a Proifes está no MEC nos SPF, CUT. Só fazem o que querem e nada do coloquei logo abaixo  foi encaminhado. Aliás, recebi um jornalzinho divulgando as agendas da Proifes. Embora Cláudio, Celi, ex-oposição e agora implicados com a diretoria Proifense,  tenham participado das coisas, Celi congresso e Cláudio reuniões, nada mudou, se mudou desconheço. Cláudio Lira, também foi, ou continua indo, para o setor das federais nunca li uma análise do que foi fazer lá, os jornais só trazem notícias das atividades proifenses. Está tudo muito confuso no cenário, mesmo para quem acompanha a triste história do sindicalismo na Ufba. A combativa oposição também participa dos eventos nacionais por dentro da Apub, mas não consegue encaminhar as deliberações, que não são assumidas pela diretoria apub.

Divulgo minhas reflexões sobre o sindicato, que não se misturam com as minhas relações pessoais e profissionais com os colegas citados.  Me envergonho de não poder responder aos estudantes ou divulgar uma agenda de lutas. Quando me dizem que os docentes farão greve, eu respondo:  não sabia, sorrindo, mas morrendo de vergonha.

Faremos greve? Alguém já pensou nisto? Há um calendário de discussão? A diretoria que segue a Proifes vai cumprir deliberações dos SPF/Andes-SN?

Entendo que neste momento de negociação salarial, a unidade do setor é crucial para a construção de uma correlação de forças que nos seja favorável. Aqui dentro da UFBA, nem começamos a pensar na pauta de negociações, coletivamente, presencialmente. Passei vista d’olhos e identifiquei algumas proposições dignas de debate. O que o setor das Ifes faz é montar documentos que esclareçam as propostas das partes negociadoras, para municiar a categoria de informações que permitam decidir. Como não temos esta sadia interlocução nacional e local, somos levados pela correnteza. Não esqueçam de ver as notas abaixo.

Saudações,

Maria Inês Marques


 

[…] Complemeto com parte das notícias do último Informandes: … rodada de assembleias para deliberar a participação na paralisação nacional unificada com as demais categorias dos servidores públicos federais (SPF), no dia 7 de abril, e fortalecimento da participação dos docentes na Jornada Nacional de Lutas dos SPF, que ocorre na próxima semana (7 a 9), com envio de caravanas à capital federal.

Pela chamada para a caminhada feita pela apub, conclui-se que não haverá paralisação ou discussão sobre a luta unificada. Vamos seguir nos orientando pela rede globo, por onde o ministro do planejamento já disse, que não tem aumento nos índices requeridos, nem que a Vaca Tatá tussa.

Saudações

Maria Inês Marques

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Uma resposta to “1329 – A marcha da APUB”

  1. osaciperere Says:

    Circulou na “debates-l”:
    ——————————

    Para ser coerente os dirigentes de então não deveriam criar o Plano Saúde e sim terem seguido a Profa. Elizabeth [Bitencourt] que era contra criar o Plano e lutar pelo fortalecimento do SUS.
    Francisco Santana

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