144 – Moqueca de Cobra

No infográfico que o Saci elaborou, inspirado na tese do Prof. Francisco Santana, a parte mais suculenta da cobra, a diretoria da APUB escondeu… – Com que intuito? – indaga o meu amigo de gorro vermelho. OBS.: Os denominadores das frações circuladas representam a margem de manobra conforme conveniência da diretoria atual da APUB. (Clique na arte para ampliá-la).

 Menandro Ramos
Prof. da FACED/UFBA

Resposta ao Prof. João Rocha
Diretor da APUB

Achamos por bem responder, parágrafo por parágrafo, o e-mail que o colendo professor João Augusto Rocha encaminhou à lista de discussão da APUB. Como as nossas mensagens continuam censuradas no que deveria ser o espaço de discussão dos professores da APUB – pelas críticas que fazemos às truculentas ações da atual diretoria da APUB -, somos obrigados a recorrer a outras listas das quais fazemos parte. Aliás, a criação deste blog deveu-se, exclusivamente, às práticas de cerceamento da liberdade de expressão de alguns dos associados, perpetradas por essa melancólica direção da APUB que ora agoniza.

O expediente de responder ao Prof. João Augusto desta forma, ou seja, parágrafo por parágrafo, dá-se pela necessidade de procurar explicitar o que o referido professor tenta banalizar. Desde a eleição para reitor, temos observado que o (também) ex-candidato , Prof. João, procura sair “de fininho” das perguntas que não quer ou não pode responder. Quem não se lembra do que ele respondeu quando foi indagado sobre se havia concordado ou não com a ação da polícia federal, na Reitoria da UFBA (no reitorado do Prof. Naomar Monteiro), contra os estudantes? Muitas outras “escapulidas” da mesma natureza podem ser observadas na gravação do debate. É só conferir.

Assim, scipta manent! como diz o meu amigo Saci-Pererê.

Vamos, pois, à mensagem do Prof. João Augusto Rocha e às minha ponderações:

——————–

Colegas

(João Augusto) – Acredito que não haja quaisquer dúvidas sobre que a maioria dos associados da APUB manifestou-se, em plebiscito precedido de ampla divulgação e realizado no ano passado, no sentido da transformação da APUB em Sindicato.

(Menandro) – Não é bem assim, Prof. João. Ainda ontem, dia 5, na Assembleia da APUB, ouvimos as pertinentes colocações do Prof. Francisco Santana acerca da não observância das normas por parte da atual diretoria. A feliz metáfora da cobra esquartejada em três partes que nos trouxe o aludido professor, ilustra o quanto a atual diretoria da APUB tem investido na opacidade deste triste processo. Por que insistem em tanta camuflagem? Qual a razão de terem maquiado o número de presentes na tal Assembleia separatista e de omitirem o número total de associados? Por que as informações prestadas ao ANDES-SN são diferentes das que foram destinadas aos associados? Uma hora o número total de professores é apresentado como sendo de 1.304 docentes; outra 2.701; e ainda outra 2.520… E, ainda, pode-se inquirir, por que a parte “suculenta” das informações, nas palavras certeiras do Prof. Francisco Santana, foram escondidas?

Portanto, Pof. João, se o senhor acredita que não existam mais dúvidas sobre o nada inspirado plebiscito separatista, o Sr. está redondamente enganado. Os professores que não são os da sua base de apoio têm todas as dúvidas do mundo sobre os motivos de tanto empenho em apartar a nossa seção sindical do ANDES-SN. Quem ganha com isso? O que ganha? Bem, pelo que a imprensa vem publicando,  já se sabe quem  já começou a ganhar com o Proifes no âmbito nacional… Afinal, para que servem as consultorias, não é verdade? E a Bahia, também vai ser contemplada?

Cada vez fica mais claro o empenho da atual direção em impedir a circulação de mensagens de alguns professores. Sempre os mesmos que cobram transparência na administração do nosso sindicato. O que temem?

(João Augusto) – Na sequência, a direção da nossa entidade procurou encaminhar o que foi decidido. Há um colega associado, no entanto, que optou por mover um processo judicial contra a decisão da maioria, no plebiscito.

(Menandro) – Para quem não está por dentro do processo, o colega que optou por mover um processo judicial chama-se Prof. Francisco Santana. Este bravo professor vem sendo sistematicamente censurado para que seus bons argumentos não lancem a semente da dúvida na mente dos que, por boa-fé, apoiam a atual diretoria da APUB.

(João Augusto) – Trata-se um direito individual dele, mas que não nos afastou um só milímetro da obrigação de encaminhar a decisão majoritária de nossos associados.

O termo majoritário o Sr. está usando por conta própria. Os argumentos apresentados pelo Prof. Chico derrubaram folgadamente suas teses.

(João Augusto) – Naturalmente, não somos burocratas para ficar aguardando a decisão final desse processo, sem encaminhar o que a categoria, realmente, deseja.

Não é incomum, em alguns momentos, rotularem de “práticas burocráticas” alguns procedimentos que a lei ampara; em outros, há um zelo exagerado em fazer cumprir o normatizado…  A movimentação da atual diretoria da APUB vem sendo no sentido de anatematizar o que o colega pleiteia de acordo com o que a lei estabelece.

Com o propósito de fugir da “burocracia” e legitimar o plebiscito espúrio, a diretoria da APUB usou até de prestidigitação… Acochambrou o Artigo 19 do Estatuto da entidade, ficando tudo mais fácil. Para o meu amigo Saci-Pererê, a composição desse artigo equivale ao artifício da criação do Colégio Eleitoral, tramado na época da Ditadura Militar, para eleger o presidente da República…

(João Augusto) – A rigor, a APUB, mesmo que tenha decidido, anteriormente, tornar-se  seção sindical da ANDES, sempre manteve o seu CNPJ próprio de associação civil, desde o tempo em que ainda não possuía natureza sindical. Isto significa que, do ponto de vista estritamente jurídico, nunca completamos o processo de transformação da APUB em seção sindical da ANDES, isto é, nunca fomos, nem somos filiados à ANDES!

(Menandro) – Isso confirma o que foi dito acima. Quando a lei pode servir aos propósitos da diretoria da APUB ela é avocada.

(João Augusto) – Tanto que, agora, com a recente decretação da Direção Fiscal da Agência Nacional de Saúde (ANS) para o nosso Plano de Saúde, tivemos de promover a separação exigida entre o Plano e o Sindicato, para que nos enquadrássemos na norma existente desde quando nos filiamos à ANS, em 2000.

(Menandro) – Por que não mostram ao associado o real estado do Plano de Saúde do sindicato?

(João Augusto) – Assim, o CNPJ anterior da entidade teve de passar a ser o do Plano, senão deixaríamos de ser um plano de autogestão, com prejuízo para os associados.

(Menandro) – Infelizmente, a precupação com o “prejuízo para os associados” não foi suficiente para impedir que o Plano chegasse até onde chegou. Lamentavelmente, também, a precarização do trabalho docente caminha a passos largos e a atual direção da APUB e coligados, com assento nos Conselhos Superiores da UFBA, não moveu uma palha sequer para impedir os ataques traiçoeiros contra a categoria. Enquanto isso, promoviam celebrações festivas. O que mesmo congratulavam? Acaso seria a Estatuinte abortada? Ou seria a ampliação da carga horária docente determinada pelo Reuni?

(João Augusto) – Verificamos, portanto, que o zelo do colega, manifestado em e-mail recente, em  colocar a ênfase em formalidades estritamente da burocráticas, a fim de criar óbices à aplicação das decisões da maioria, é coisa muito recente!

(Menandro) – Maioria essa que não atendia numericamente o que a lei determina. Aliás, lei essa “que todos descumprem” conforme pronunciamento de membro da atual  diretoria; maioria essa (de 21 professores de um universo de mais de dois mil docentes – não tenho a exatidão dos números) que ontem, dia 5, na Assembleia, não conseguiu preencher a meia centena de cadeiras distribuídas com folga no acanhado espaço em que ocorreu a  Assembléia. Aliás, não muito diferente das anteriores. Talvez apenas com um número menor de participantes. Assim, se na Assembleia, realizada no último dia 5, houve seis abstenções na votação para referendar o plebiscito, rigorosamente, essa maioria é constituída de 15 docentes!  Praticamente, só a diretoria atual da APUB!

(João Augusto) – A reconstrução do Plano de Saúde em novos moldes é uma vitória importantíssima, cheia de muita de luta e sacrifício pessoal, creditada, tanto  à responsabilidade e ao zelo da direção da APUB, quanto à clareza da categoria em relação ao que melhor lhe sirva.

(Menandro) – Zelo, clareza… Será que estou lendo corretamente, Prof. João?

(João Augusto) – Por outro lado, para a construção do novo Sindicato, já fizemos o registro em cartório local, e encaminhamos o registro no Ministério do Trabalho e Emprego.

(Menandro) – Quem deu a orientação de registrar o “Novo Sindicato” (não seria Grêmio Recreativo?) em cartório local, Prof. João, foi o MTE, o MPOG, o MEC ou a ex-Ministra da Casa Civil?

(João Augusto) – Nesse sentido, acreditamos estar a caminho de uma nova forma de organização nacional dos docentes das IFES, sob a orientação do PROIFES, ao qual nos filiamos, que tem se mostrado mais ágil e articulada nacionalmente.

(Menandro) – Não direi que é uma crença vã, Prof. João, por conta de saber do empenho do governo Lula em investir no Proifes, braço direito do MEC… Na incerteza em que vivemos, tudo é possível…

(João Augusto) – Convém relembrar que a FASUBRA, a federação sindical dos servidores técnicos e  administrativos, surgiu num processo semelhante: a forma alternativa, para evitar o engessamento burocrático e paquidérmico do sindacato nacional, foi a formação de uma federação nacional de sindicatos locais.

(Menandro) – O que na época da ditadura militar era considerado “força”, na ditadura do estado mínimo é um mero “paquiderme”… Quanta flexibilização, hem, Prof. João?

(João Augusto) – Estamos, portanto, na busca de uma organização que sirva melhor à categoria a qual, segundo julgamos, deverá ser uma federação nacional dos docentes das IFES.

(Menandro) – De que forma pode servir melhor, Prof. João? O Sr. poderia enumerar algumas dessas vantagens?

Sinceramente, Prof. João, prefiro ler os seus simpáticos cordeis ou seus escritos sobre meu o quase conterrâneo Anísio Teixeira, do que tentar digerir suas teses indefensáveis em favor do Proifes!

(João Augusto) – Atenciosamente

João Augusto Rocha, fundador da ANDES e do PROIFES.

(Menandro) – Atenciosamente também,
Menandro Ramos, fundador do Blog do Saci-Pererê,
microcélula virtual de resistência aos ataques do Proifes
contra a categoria dos docentes.

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2 Respostas to “144 – Moqueca de Cobra”

  1. Menandro Ramos Says:

    O desiderato do Prof. João Augusto Rocha, da diretoria da APUB, de apartar a nossa seção sindical do ANDES-SN a qualquer preço, mereceu uma big moqueca de cobra do meu amigo Saci, em forma de infográfico, ou charge, sei lá!.

    Aproveitei o embalo para responder também ao colendo professor, de quem aprecio sobremaneira os cordeis e escritos sobre Anísio Teixeira. Não me futro, entretanto, de indagar: o que o grandioso educador baiano diria se pudesse ver as transformações sofridas em seu pupilo/admirador, cujo sobrenome sugere mais fortaleza do que racha?

  2. Cecília de Paula Says:

    Oi Saci,

    Pois é, é mesmo um espanto como essas pessoas usam e abusam de nossa paciencia.
    E, por mais explicado e simples que pareça ser, cada vez o caso APUB fica mais e mais complicado e mais necessário de ser revisado.

    Na assembléia posterior, o professor João Augusto chegou a afirmar que nunca tinhamos sido filiados ao ANDES-SN e, quando retruquei afirmando que, inclusive, ele era um dos fundadores, ele se arrepiou.

    Pediu a palavra e trouxe como argumento um não argumento. No entanto, talvez para alguns dos que lá estavam, não importa o argumento. Sabe, como Lula. Quando questionado sobre os inúmeros escândalos financeiros de seu governo. Eu nada sabia! Ou como Dilma, nesta mais recente denúncia. Talvez eles nunca saibam nada, mas seguem o mestre, o João Algusto, no caso.
    Na infancia tínhamos uma brincadeira muito gostosa em Minas, com várias denominações, como Se mestre, o fura bolo, boca de forno… Era assim:

    Um (no caso, João) iniciava a brincadeira, sendo o Mestre, ficando no centro da roda ou na frente do grupo ou em uma posição de destaque. E aí ela comanda o jogo com o seguinte diálogo:

    – Boca de forno?
    Todos respondem:
    – Forno!
    – Tira bolo?
    Todos respondem:
    – Bolo!
    – Farão tudo que seu mestre mandar?
    Todos repetem:
    – Faremos todos !
    – E se não fizerem?
    Respondem:
    – Ganharemos bolo !
    – Levantem a mão quando eu falar isso,

    OU

    – Façam um X onde eu indicar

    OU ainda

    – Aprovem tudo o que eu falar…

    E assim se desenvolvia a tal brincadeira de criança.

    Sempre uma ordem, e outra e outra mais. Nada podia ser questionado e,s se por algum acaso, algum dos brincantes levantasse alguma questão era logo premiado. Levava um bolo, o bofetão, por exemplo, ou uma forma de castigo, ou alguma censura por não seguir o Mestre, ou o Rei, a determinar o certo e o errado, a hora de entrar e a hora de sair, a hora de falar e a hora de calar, enfim.

    Ainda criança, sem muito pensar, fazia as tarefas, cumpríamos todas as ordens sem nem mesmo pestanejar. Brincadeira de criança.

    Íamos e retornávamos em disparada para o tal do Mestre novamente exercer seu poder. Mais crescidos, as vezes, alterávamos as regras do jogo até que, um dia, cansados de recebermos tanta ordem adotamos outra regra ao jogo. O da submissão eficaz e eficiente. O que mais rápido cumprisse o que tinha sido ordenado teria, como premio ou regalo, a possibilidade de exercer aquele papel por um tempo determinado.

    Ou ganhar algum prêmio, alguma outra colocação de destaque. Assim aprendíamos a ser submissos, comportados, bons menin@s.

    @ que chegava por último, ou por algum motivo outro não conseguia cumprir a ordenação, ou mesmo questionava algo era, além de castigad@, colocad@ a espera, ao lado, a margem.
    Antes de aplicar o bolo o Mestre às vezes perguntava ao grupo qual era o melhor castigo. O grupo, às vezes, opinava. Entretanto, era ao Mestre garantida a palavra final. Ah, às vezes o Mestre trocava de lugar.

    Se tentarmos compreender o que ocorre aqui, nas assembléias da APUB a partir dessa brincadeira de criança talvez possamos entender um pouco dos abusos e absurdos vivenciados por nós. É como um eterno brincar de um pequeno grupo, que não dialoga, não debate, não discute, não encaminha e não vota o que não querem.

    Um grupo que tem Mestre e alguns auxiliares… Ou, um grupo que tem um, dois ou três mestres visíveis, que trocam de lugar conforme a música e dança e um ou dois, ou três invisíveis, que mandam nesses visíveis e tentam comandar as circunstancias.

    Então, acho que é bem assim. Bom, voltando…

    Na assembléia que se seguiu a esta relatada por Menandro, também surgiu, em determinado momento essa discussão a respeito da AUB ser seção sindical do ANDES e, por isso, deveríamos ter, ao menos o direito a participar de todas as ações e materiais de nosso sindicato nacional, como análises, debates, discussões, reuniões e atos públicos, eleições, enfim, tudo. Bom, nesta hora o Mestre que estava comandando saiu do lugar e outro passou a comandar. O Mestre travestido em João.

    Era, de fato, outro tempo e lugar. Salvador, Bahia, 2010, outubro, 5.

    A Assembléia que se desenrolava na Casa Pequena pouco abaixo da Reitoria (Grande Casa), composta por poucos de nós, sindicalizados (do universo de 2510, 2520 ou 2710 sindicalizados da APUB estavam lá, cerca de uns 20 quando cheguei para a segunda assembléia) tinha também o bolo, não o simbólico, da brincadeira de infância, não o físico, do bofetão na mão, com graus variados de peso (leve, médio, forte). Não…

    No quintal da APUB, ao invés do bolo imaginário – guloseima, muito saborosa e apreciada nas Minas Gerais – estava sendo ofertado o abará ou acarajé para os que ali aportavam. Talvez como uma prenda, para consolar uns dos castigados pelo Mestre e suavizar a sensação ruim que poderia instar a subserviência de outros.

    E lá, nos fundos da Casa Pequena continuava o plano a ser tramado. Um plano que já vem sendo elaborado desde 2004, pelo menos, de esvaziar a luta sindical em prol de uma adesão desmedida aos ditames patronais, digo, governamentais.

    Espantoso a equação repetida e reiterada por ele inúmeras vezes. Aos incautos ou que já haviam combinado brincar de “Seu Mestre Mandou” tudo bem.

    Então, segundo o Meste em ação, a APUB fundou o ANDES mas não era e, se não era não estávamos deixando de ser por nunca termos sido. Simples assim. Quando questionei se, conforme sabia ele era inclusive um de seus fundadores saiu-se afirmando que fundou sem ser… (“#$%&/()????????)

    E outra. Se não são burocratas coisa e tal, se querem somente fazer a vontade dos sindicalizados de forma rápida e precisa, como afirma, porque isso não foi feito anos atrás, quando, num outro surto de criança, resolveram montar o teatro do plebiscito da APUB. Teatro tão mal encenado que foi logo desmascarado.

    Mas aí resolveram brincar de outra brincadeira de lá pra cá. Boca de Forno.
    Aí, um dos que bravamente não admite ser enganado, resolveu reclamar para além das assembléias do “Seu Mestre Mandou”.

    E aí outra confusão começou, pois, saiu da instancia da quimera e ganhou contornos de mundo real. Agora estão tentando esconder pedaços da cobra, mostrar a cabeça para alguns e deixar o rabo para os demais.

    João Augusto. Se ainda não percebeu, nem tod@s da APUB são submissos, enganados, embromados.

    Muitos querem e estão lutando para que prevaleça a correção dos fatos.

    E, nesse sentido, e agora com a metáfora de Chico mais ainda fica a dúvida. Tínhamos uma dívida enorme com o MS. A cobra foi cortada em três partes. Uma está exposta como sendo uma mina de ouro (criada, ou gerada nos subterrâneos da CUT) outro escondida, com um tesouro de fato e a última fatia pode ficar como brinde, ou castigo, ou consolo para os que não toparam se vender, se calar, se submeter… E a dívida, onde foi parar?… Como fizeram um plano autônomo, desvinculado da seção sindical sem aprovação em assembléia? Como ficam as contas, neste falso canto de sereia?

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