463 – Deputados sequestrados?

Para o Saci, a vida atribulada dos deputados federais, não permitiu que suas excelências discutissem assuntos menores - a seus excelentíssimos juízos...

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“O simples fato de que não tenha sido votado é revoltante”, condena a diretora da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, Celi Taffarel. “Significa que estamos sem diretrizes, estamos no limbo”.

De fato, é revoltante o descaso com que a Educação é tratada pelos políticos no Brasil. E é aqui que o Saci se manifesta preocupado com a ausência dos companheiros da esquerda governista:

– Cadê os parlamentares do PT, do PCdoB, e outros que se diziam progressistas? Foram todos sequestrados? Não sobrou nenhum pra contar a história?

Por não cuidar da Educação dos seus filhos, para o Saci, o Brasil é "o ponta quebrada" da América do Sul. Lamentalvelmente... (Os dados acima são de 2009).

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Uma resposta to “463 – Deputados sequestrados?”

  1. osaciperere Says:

    Recebemos por e-mail:
    ——————————-

    Quarta, 28 de dezembro de 2011, 10h07

    Para educadores, novo PNE pode ser inócuo sem mais verbas

    Dayanne Sousa

    Ficou para 2012 o tema mais caro aos educadores brasileiros: o Plano Nacional de Educação (PNE), que define metas para o ensino na próxima década. A votação do projeto, adiada na Câmara dos Deputados, opõe os pesquisadores ao governo e parlamentares. A principal reivindicação de quem estuda a qualidade das escolas é uma só: dinheiro.

    Para estudiosos procurados por Terra Magazine, sem que o projeto defina mais verbas para a educação, as metas não serão cumpridas. “Se o governo continuar com a ideia de economizar, vamos continuar excluindo pessoas”, sentencia Otaviano Helene, professor da Universidade de São Paulo e ex-presidente do Inep (Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais), ligado ao Ministério da Educação.

    O novo PNE foi proposto pelo MEC no fim de 2010 e determinava que o volume de investimentos para educação atingisse 7% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2020. O relator do projeto na Câmara, Angelo Vanhoni (PT-PR), fala em 8%; organizações e professores pedem 10%. Diante da divergência e de um grande volume de emendas à proposta, o debate foi adiado. “O simples fato de que não tenha sido votado é revoltante”, condena a diretora da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, Celi Taffarel. “Significa que estamos sem diretrizes, estamos no limbo”.

    No centro do debate, estão cálculos de quanto custa cada aluno no Brasil. Helene pesquisa o tema e aponta que o Brasil investe, proporcionalmente por estudante, metade do que investiram países que conseguiram melhorar a educação, como a Finlândia e Israel.

    – A média de investimento de países que conseguiram superar o atraso na educação é de pelo menos 30% a 40% da renda per capita. Isso, no Brasil, equivale a cerca de R$ 4 mil por estudante por ano. O Brasil investe R$ 2 mil por ano – pondera Helene. “Com esse valor é impossível”, conclui.

    Alguns números mostram os desafios destes próximos dez anos:
    O antigo PNE, que tinha vigência de 2001 a 2010, previa a extinção do analfabetismo, mas, segundo dados da PNAD, do IBGE, a porcentagem de analfabetos não mudou tanto: caiu de 14% em 2002 para 11% em 2009. A mesma pesquisa, com dados de 2009, mostra que o Brasil tem a maior taxa de abandono escolar entre os países do Mercosul (Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e Venezuela): 3,2% para o Ensino Fundamental e 10% para o Médio.

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