388 – O Reino de Xon

A pedido do Pica-Pau, o Saci imaginou como seria um tal Monarca Xon, muitos séculos atrás, na cidade chinesa de Bron-Go-Dron. Por falta de sino-modelos, improvisou com o que dispunha por perto... (clique na arte para visualizá-la melhor).

 
 

 

 

equívoco na troca de mensagens eletrônicas entre professores da UFBA e de uma carapuça assumida a partir de um conto de Malba Tahan, possibilitaram um insight do Prof. Francisco Santana. Acaso ou sincronicidade, ou mesmo serendipidade, o certo é que o professor mencionado acabou descobrindo que a novela “Cordel Encantado”, de Duca Rachid e Thelma Guedes, exibida às 18h, pela Rede Globo de Televisão, foi inspirada na contenda entre o ANDES-SN e a APUB baiana. Sendo que o Sindicato Nacional (algo mais amplo), ainda segundo o Prof. Santana, é identificado como o reino de Seráfia, e a agremiação proifiana local como a cidade de Brogodó, evidentemente, com algumas modificações para não dar na pinta…

Instado pelo Pica-Pau a compor uma personagem real para ilustrar este post, com inspiração no reino de Wei,  o Saci – meio por fora da novela global -, se esforçou ao máximo, e acabou conseguindo obrar uma simpática criaturinha. Só que, diferente da sugestão do Pica-Pau em batizar o seu construto imagético como “Timóteo”, preferiu chamá-lo de Rei Xom…

Por que esse nome? Ah! Sei lá! Vai entender as idiossincrasias do Saci!…

O mouse "premonitório" sacizesco imaginou como seria o outono do simpático Imperador Xom, da dinastia Ron-Xhá (clique na arte para visualizá-la melhor).

Leia O Conto de MalbaTahan

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2 Respostas to “388 – O Reino de Xon”

  1. osaciperere Says:

    O Prof. João Augusto Rocha escreveu:

    Não pretendo entrar na polêmica, lançada gratuitamente contra a APUB, pelo colega Luiz Aníbal, já que parece mais ser mais fruto de indignação pessoal, do que fundada em uma perspectiva política concreta de transformação daquilo que critica.

    Minha resposta é somente, talvez, para chover no molhado, isto é, reafirmar que a APUB tem história, nas lutas em defesa da democracia, da universidade pública e dos docentes que representa, já que vivo sua prática, empregando tempo na construção do que acredito, e testemunho o quanto a entidade tem trabalhado.

    Não costumo travar discussão desse tipo com quem não apresenta alternativas para a mudança, na prática, cedendo o seu trabalho diário, a fim de transformar as coisas, no duro dia a dia do trabalho em defesa da categoria.

    Estou no movimento docente há mais de 30 anos, e não me consta que o colega tenha entrado em qualquer chapa, para levar à frente a sua alternativa, se é que existe. Para mim, trata-se de uma posição pessoal, que respeito, mas cria esse tipo de problema: não se sabe, ao certo, o que ele pretende mudar, e se dará certo a sua suposta iniciativa de mudança.

    Participei da criação de cerca de dez associações de docentes no país, da construção da ANDES e do PROIFES, e estou, pela sexta numa chapa da APUB. Indignação somente não resolve, recolhimento para dentro de si mesmo, também não resolve. Provocação gratuita, muito menos. Então, vamos à luta, colega. Crie coragem e se lance para uma chapa na APUB, que iremos examinar suas alternativas! Agora, provocação gratuita, não! Isso é antiético.
    Grato e abraços

    João Augusto Rocha

  2. osaciperere Says:

    Os professores Luiz Aníbal, Caiuby e Francisco Santana trocaram e-mails sobre um conto de Malba Tahan, intitulado “A Glória de Cha-Ná-Li” publicado no livro Maktub, do mesmo autor.

    —————————————————-

    Prezado Caiuby,

    após ler o conto, no final de semana, iria lhe agradecer e pedir o obséquio de me reenviar com as páginas que faltavam. Sou muito grato por ter-me reenviado.

    Desculpe-me o peso do que a seguir assinalo: após ler o conto, me ocorreu o quanto nossa representação é, atualmente, prazerosamente pelega, essencialmente um aparelho de reverberação das políticas de interesse do Governo (me refiro á APUB)!!! Pouco importa as questões de estado e, menos ainda, de interesse da sociedade! Em algum momento do futuro os colegas responsáveis se esconderão de vergonha, fato que, à rigor, já começa a acontecer na atualidade. Paciência meu caro!!

    Mais uma vez, obrigado pelo conto.

    Luiz Anibal.

    OBS.: eu sempre respondo seus emails exclusivamente para vc; observe que no presente caso eu respondi com cópia carbono (Cc) para todos.

    ————————–

    Prezados,eu já havia enviado este arquivo anteriormente, mas segundo um colega faltavam algumas páginas.
    Caiuby
    ——————————————–

    Ver o anexo enviado por Caiuby de Malba Tahan

    O pobre súdito Luiz Aníbal cometeu o deslize de criticar a maneira “democrática” com a qual o Rei Tchang-chan-tsen governa Brogodó.

    Imagine se o Rei tomar conhecimento da carta [AQUI]… (APUB é uma franquia do PROIFES):
    ———————
    ———————

    Caiuby

    Genial o Malba Tahan.

    Mas essa não é a visão só dos governos, mas da classe média, inclusive dos professores.

    Anexo modestamente um artigo que escreví nos anos noventa, bem menos didático, mas que aborda o mesmo problema do professor se achar um predestinado (excetuando os espertos).

    Francisco Santana

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