408 – Pra que professor?

Enquanto duas figuaras palacianas trocam figurinhas entre si, o Saci pondera que Anísio Teixeira foi o último secretário que entendeu de Educação na Bahia. Já em Minas Gerais, ele não faz a menor ideia... (clique na arte para visualizá-la melhor).

 

 

 

Minas e Bahia. Bahia e Minas. A mesma dureza para os Trabalhadores da Educação. Também os secretários de governo, segundo o Saci, são uma espécie de serviçais bem remunerados, que além de nada apitarem, não têm, na maioria das vezes, competência para saírem da subserviência aos seus chefões. Lá e cá a indiferença pelos assuntos da educação – de fato – impera. Não há tutu ou acarajé que possa mudar a visão desses infelizes dirigentes que tanto infelicitam o trabalhador. Aqui na Bahia, dizem que Anísio Teixeira foi o único secretário que entendeu de Educação e não fez politicagem. Em Minas, só Deus sabe…

 Ontem a greve dos professores comemorou seu centésimo aniversário. Em plena Praça da Liberdade circulou uma historinha que dizem ter acontecido de verdade.

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O Professor e o Secretário de Educação

Autor não identificado

Havia certa vez um homem  navegando com seu  balão, por um  lugar desconhecido. Ele estava completamente  perdido, e  qual grande foi sua surpresa quando encontrou uma pessoa…  Ao reduzir um  pouco a altitude do balão, em uma distância de 10m  aproximadamente, ele gritou para a pessoa: 

– Hei, você aí , aonde eu estou?  E então a jovem  respondeu:
– Você está num balão a  10 m de altura!
Então o homem fez outra pergunta: 
– Você é professora, não é? 
A moça respondeu: 
– Sim…puxa! Como o senhor adivinhou? 
E o homem: 
– É simples, Você me deu uma resposta tecnicamente  correta, mas que não me serve para nada…
Então a professora  pergunta:
– O senhor é secretário da educação, não é?
E o homem: 
– Sou… Como você  adivinhou???

E a Professora: 
– Simples: o senhor está completamente perdido, não sabe fazer nada e  ainda quer colocar a culpa no  professor.

A mídia publicou: 

Há exatos 101 dias em greve, cerca de 30 professores da rede estadual estão acorrentados na Praça da Liberdade, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, na manhã desta sexta-feira (16).

De acordo com umas das diretoras da subsede de Venda Nova do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), Graziela da Costa Moreira Souza, os manifestantes estão acorrentados no canteiro central da praça e a previsão é que mais professores participem do protesto ao longo do dia.

O ato, semelhante ao realizado na Praça Sete e na Praça da Assembleia, é feito pelos educadores para demonstrar a falta de alteração no salário da categoria nos últimos anos.

A categoria afirma que não voltará às salas de aulas enquanto o Governo não apresentar uma proposta que atenda às reivindicações que já foram feitas. Os professores estaduais, que rejeitaram receber R$ 712,20 para uma jornada de 24 horas para todos os profissionais, insistem num piso de R$ 1.187.

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