548 – Alice no País do Mestrado Profissional

Para o Saci, os salários achatados dos docentes favorecem o surgimento dos "ligeirinhos" do MEC, como cogumelos após os primeiros chuviscos... O problema é que se faltar água na próxima estação o feijão não vinga...

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Uma resposta to “548 – Alice no País do Mestrado Profissional”

  1. osaciperere Says:

    Por falar nos “ligeirinhos”, o ANDES-SN publicou três anos atrás:
    —————————————————————————————

    Título: Ensino a distância e mestrado profissional desconstroem Universidade pública
    Data: 23/7/2009
    Fonte: ANDES-SN

    Ensino a distância e mestrado profissional desconstroem Universidade pública

    Por Carla Lisboa

    Ainda relativamente à educação superior, os dirigentes sindicais decidiram que o ANDES-SN vai continuar denunciando e combatendo o uso do ensino a distância (EaD) na formação inicial, uma vez que, no entendimento deles, essa modalidade de ensino tem tendência reducionista e aligeirada em comparação com os processos formativos presenciais.

    O ensino a distância é uma modalidade de ensino usada pelos governos como estratégia para expandir o acesso ao ensino superior sem investimentos, de acordo com determinações dos organismos multilaterais de financiamento, para atender aos interesses dos empresários da educação.

    Não é possível confundir, contudo, o EaD – ferramenta de interação a distância importante para a difusão da informação – com os processos educacionais mais amplos.

    Além do EaD, os sindicalistas incluíram no debate e entre as deliberações posicionamentos contra o mestrado profissionalizante. Na avaliação deles, esse tipo de formação faz parte do processo de desmonte da universidade pública com vistas a facilitar a atuação das instituições mercantis de ensino superior.

    Eles concluíram também que “o governo federal busca acentuar o rebaixamento da formação também no nível da pós-graduação, por meio do mestrado profissionalizante, de iniciativa do MEC/CAPES, evidenciando, assim, um esforço para desconstituir as estruturas de pesquisa e de produção de conhecimentos alicerçados nas universidades brasileiras”, justificam na Carta de Curitiba.

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