553 – Diretoria da APUB escabreada

Para o Saci, é hilário a diretoria da APUB não fazer nada em benefício da categoria e querer impedir que a base do sindicato LUTE pelos seus direitos...

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onvenhamos, a diretoria da APUB está muito mal assessorada. Qualquer primeiranista de Direito, aplicado que seja, faria um aconselhamento melhor…

Para o meu amigo Saci, se La Fontaine vivo fosse, certamente, diria:

– Colenda Diretoria da APUB, com todo respeito! Se vocês limitaram as atividade sindicais em comes e bebes, em Camarote VIP de Ondina e outros, se carnavalizaram a entidade, agora é a vez de dançar!…

Estou de acordo com o Saci, embora não queira mais me envolver com os atuais inquilinos da casinha da Rua Padre Feijó. Para mim, chega! Isso faz muito mal para a minha pressão arterial.

Só queria lembrar aos ínclitos colegas, ora na diretoria da APUB, que uma leitura cuidadosa do Processo do Prof. Francisco Santana seria muito mais sensato do que tentar confundir os associados da entidade. Para facilitar, sugiro que leiam com atenção as palavras do digníssimo juiz do referido processo,  palavras essas que não acrescento uma vírgula sequer: “DECLARO também nulo o plebiscito em questão.”

Assim, apesar de o ANDES-SN não ter nada com o movimento insurgente dos docentes, a APUB ainda é ANDES. E o tal Proifes é um problema da atual diretoria. Tão-somente! Claro que entendo o desespero de quem se vê, de repente, despido. O rei está nu mais uma vez. É tentador usar o chavão deveras desgastado, e eu o faço, pois eu não vou queimar meus poucos neurônios que sobraram procurando um eufemismo para me expressar academicamente: os nobres colegas estão colhendo o que plantaram…

Clique na arte para ler melhor o texto.

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A logomarca da APUB não é propriedade industrial

Eu nem entraria da discussão levantada pelo Saci, que a diretoria da APUB estaria se valendo da Lei 9279/96 para fazer tereorismo e chantagem, pois ela regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial. Nem vou entrar nessa discussão estéril, embora reconheça que, como diria a Vaca-Tatá – meio topeira nas coisas do Direito, mas com esporádicos vislumbres de consciência -, isso não é mera coincidência. É assim, possívelmente, que os atuais dirigentes estão vendo a APUB e sua identificação gráfica, ou seja, como uma mera propriedade industrial do aparelho governista.

Assim, cá do meu canto, louvo a iniciativa dos professores da APUB-LUTA, oposição sindical, que se insurgem contra a indiferença da atual diretoria da APUB. Os que ainda compreendem a instância sindical como um instrumento de luta em defesa da categoria precisam mesmo arregaçar as mangas e recuperar o que lhe foi usurpado.

Essa diretoria vai passar!.. A APUB fica.

Viva a APUB!

Viva a UFBA!

Sindicato é para Lutar!


Menandro Ramos
Sindicalizado da APUB/ANDES-SN

2 Respostas to “553 – Diretoria da APUB escabreada”

  1. Menandro Ramos Says:

    Quem passar na Faculdade de Educação, no Vale do Canela, hoje, dia 19 de abril vermelho, vai pode apreciar mais de 50 charges expostas para marcar presença nesse dia de “conscientização para a Luta”.

  2. osaciperere Says:

    Recebido por e-mail:
    ________________________

    NÃO FOI MERA COINCIDÊNCIA.

    A ameaça dos PROIFENSOS brandindo a lei de patentes contra os professores da UFBA é perfeitamente coerente com a ideologia PROIFENSA.

    Essa famigerada lei foi considerada na época de sua aprovação como o maior crime contra a soberania nacional pelos poucos congressistas nacionalistas do congresso. Essa também é a opinião do emérito Professor Bautista.

    Mas eu preferi usar um texto didático, bem mais moderado, escrito por grupo de cientistas das instituições, a GRUPO DE INCENTIVO À VIDA, GRUPO PELA VIDA – SP, CENTRO DE REFERÊNCIA E TREINAMENTO EM DST/AIDS DE SÃO PAULO, INSTITUTO DE SAÚDE DA SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DE SP. Vide esse estudo no site:

    http://www.patentes.org.br/media%5Cfile%5Ccartilha_patentes_home.pdf

    Diz lá no site

    Patente não é algo natural. Trata-se de uma invenção que dificulta o livre comércio e o acesso ao conhecimento.
    É correto que uma empresa seja detentora do poder de comercializar com exclusividade sementes ou uma droga
    essencial para preservar vidas? Quais os riscos do monopólio de medicamentos e de alimentos? Os governos
    e os cidadãos são ou se tornarão “dependentes” das grandes corporações detentoras de patentes? Podem essas
    empresas impor os preços dos alimentos e remédios, sem critérios ou sem o controle dos governos e da sociedade?
    No mundo atual, capitalista e globalizado, as criações de qualquer espécie – como as invenções de eletroeletrônicos e medicamentos, entre tantas outras – devem, de alguma forma ser remuneradas por seu valor. O modelo de patentes imposto pelo Acordo TRIPS tem garantido os interesses comerciais do inventor, mas não está contribuindo com o bem-estar e a evolução da Humanidade. Também não está atendendo a seus próprios objetivos de incentivar novas criações, compartilhar o conhecimento e transferir tecnologia para o avanço da ciência.

    O atual sistema de patentes alimenta somente os lucros de grandes corporações, sem as contrapartidas esperadas, o que significa que há uma distorção que precisa de urgente correção.

    Mas a coincidência fica maior ainda quando vemos a notícia abaixo na Internet no site:

    http://homembit.com/2011/09/sobre-o-ataque-da-microsoft-a-soberania-nacional-wikileaks-microsoft-odf-e-openxml.html

    Que nos mostra uma identidade perfeita entre:

    PROIFES E BILL GATES

    Vejamos o texto

    Sobre o ataque da Microsoft à soberania nacional: Wikileaks, Microsoft, ODF e OpenXML

    September 9th, 2011

    Há alguns dias fomos todos surpreendidos com um documento encontrado no CableGate, trocado entre a embaixada norte americana no Brasil e o Governo Norte Americano em 2007. De acordo com este documento, a Microsoft fazia gravíssimas acusações contra o governo brasileiro, e apesar de ter se feito de ‘tolinha’ pelo relato da reunião, pedia indiretamente uma intervenção do Governo Norte Americano para frear o avanço do ODF no Brasil, conseguir o apoio brasileiro para a aprovação do OpenXML na ISO, frear a parceria entre o comitê técnico brasileiro e demais comitês internacionais que discutiam o padrão, reduzir a influência do Brasil no debate internacional sobre o OpenXML, além de acusar o Ministério das Relações Exteriores e a Casa Civil de estarem executando uma campanha anti-americana. Pior do que isso, insinuam ainda que o ODF é um padrão anti-americano !

    ….

    Sim, o puxão de orelha pode mesmo ter ocorrido, pois se notarem a linha geral do discurso usado aqui no Brasil, a decisão técnica nacional é apresentada como sendo algo contra os Direitos de Propriedade Intelectual (IPR), e uma das coisas que causam retaliação nos acordos de livre comércio com os Estados Unidos são as violações à Propriedade Intelectual.

    Baseado nesse texto poderíamos escrever outro texto, mutatis mutandi, começando assim:

    Sobre o ataque do PROIFES à soberania dos professores da UFBA: PROIFES, APUB/SIND e APUB/LUTA

    Além do mais, os PROIFENSOS mostraram total coerência com sua visão sindical ao apelar para a lei de patentes industriais que são patentes que visam lucro. Para eles sindicato tem uma função lucrativa para os seus membros de diretoria, como convênios com ministério rentáveis e ou cargos na administração pública bem remunerados.

    Daí pensaram que os professores da UFBA usando de sua autonomia soberana estavam usando o logo APUB/LUTA com fins lucrativos.

    Mas ao mesmo tempo que eram coerentes com seus fins (eles não têm princípios) demonstraram total ignorância sobre a tal lei.

    Primeiro, o dono da marca ainda é APUB – Seção sindical do ANDES. Antes portanto da tal lei.

    Segundo, que para se tornar dono de uma marca industrial, tem-se que cumprir um processo burocrático junto ao INPI que pode durar até um ano e inclusive com depósito prévio bancário.

    Terceiro, que marcas do tipo em disputa não são registráveis.

    Ou os proifenses não leram a lei ou a leram diretamente do inglês, versão cedida por Bill Gates.

    Na certa pediram a um amigo professor de letras para para isso. Mas se equivocaram e pediram a um de NEOLATINAS ao invés de ANGLOGERMÂNICAS. Seguem os sites onde se encontram as duas versões da lei.

    Versão em português:

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9279.htm

    Versão em inglês:

    http://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=2&sqi=2&ved=0CDEQFjAB&url=http%3A%2F%2Fwww.dmark.com.br%2Fdownload%2Fzip%2Flei_9279_em_ingles&ei=8QCQT5iSJoOMgwfgldXMBA&usg=AFQjCNEAEgDpVAOqUtvZ1IFsxjZmlytY-Q&sig2=C-OJTqO9us0xDwgWLebtdA

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