638 – A ex-diretoria da APUB é incrédula

Para o Saci, quem convencer à ex-diretoria da APUB que ela já desencarnou, ganha um doce…

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ual alma penada, um membro da ex-direção destituída da APUB, fica zanzando por aí pedindo apoio para uma diretoria fantasma que, em vez de assombrar, provoca gargalhadas. Enquanto os finados fogem do oficial de justiça, para não largar o osso, a sede da entidade permanece fechada.

Para o meu amigo de gorro vermelho e pito, a ex-diretoria é muito incrédula, pois até hoje insiste em não acreditar que já virou éter de triste lembrança…

Confira o desespero do Prof. João Augusto Rocha, “o ilustre cordelista que se transformou em rábula”, segundo o escrachado Saci, “e que promete revolucionar a Justiça do Trabalho  com a inserção de conteúdos da mecânica dos materiais em questões jurídicas…”

Caro Waldomiro

 A Comisão Provisória de Transição talvez esteja agora à espera do apoio da OTAN, pra começar o bombardeio da UFBA! Estamos na Justiça e não entregaremos a APUB, a não ser que ela (Justiça) nos obrigue. Mesmo que fosse para entregá-la, não poderíamos entregá-la a uma comissão criada numa “assembleia” de associados e não associados, que desrespeitou uma determinação da Justiça, seguindo a orientação de advogados da Andes, presentes à reunião, no dia 15/8.

A insânia do desobedecimento de uma liminar foi cometida somente para gerar um fato político, isto é, o golpe na DFiretoria e a escolha conseguente de uma comissão fantasma!  Sem qualquer respaldo no Estatuto, essa comissão, simpelsmente,  NÃO EXISTE. Ela foi escolhida à base de voluntariado, sem que os “comandantes” nela entrassem e sequer tivessem o cuidado de verificar que dois dos voluntários não eram associados da Apub! A tal recomposição, agora anunciada,  segundo imagino deverá ser feita em outra “assembleia”, também ilegal, porque convocada in foermalmente, e deve ser para tirar esses dois desavisados  colegas, substituindo-os por outros que, pelo menos,  sejam
associados da APUB.

A ingenuidade política é tanta que  acham ser possível corrigir, juridicamente,  um erro cometido no passado, passando uma borracha na ata da reunião. Todo o esforço dos “comandantes”, agora, é para conseguir uma saída honrosa apara o Sindicatão Nacional, à deriva. O motivo da greve é somente prolongar a greve, talvez até o fial dos tempos.

É uma pena, é uma lástima, mas também é um aprendizado sobre como não se deve fazer política. Espero, francamente,  que aprendam com os erros.

Grande abraço
João Augusto

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