649 – João Augusto Propõe Canonizar Lula Vivo

Na sua primeira charge enquanto autor de “pegar no pesado” – e não apenas dar ideia -,  o Pica-Pau deu o troco ao pestinha: propôs que o novo “santo” fosse batizado como “Santo Ignácio do Menino Saci”! Que a Santa Madre Igreja seja clemente e não queira excomungar por deboche este pobre ateu que vos escreve , pois sou apenas um simples editor desta peste de Blog que já ultrapassa a casa das 150 mil visitas, mas que nunca me pagou um tostão sequer por hora extra!…

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Menandro Ramos
Prof. da FACED/UFBA

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o inferno astral em que está vivendo, o nobre ex-comunista e ex-diretor Acadêmico da APUB, o Prof. João Augusto Rocha, resolveu apelar. Vivo que nem o dono da funerária “Morra em Paz Que Eu Cuido Bem”, nas palavras piedosas do Saci,  o referido Prof. Rocha investiu pesado: rasgou o verbo para elogiar o ex-presidente Lula, da mesma forma que um faminto de uma semana traça um franguinho assado. Ninguém, de sã consciência, desconhece o prestígio que ainda goza o ex-presidente Lula, mesmo tendo deixado, formalmente, o controle da portaria do Palácio do Planalto. E esse foi o golpe de mestre do professore Augusto… augusto, pero non mucho… O plano, dele consistiu em”cantar loas e gruas” ao ex-líder sindicalista. Para quem não sabe, grua é essa engenhoca que a TV usa para elevar e descer a câmera, realizando, assim, planos plongée  e contre-plongée, ou tomadas de cima para baixo, de baixo para cima e o escambau. Que explicação longa e chata! Pois bem, tão logo o Prof. João Augusto começou a executar o seu plano infalível de louvação do chefão poderoso, e alguns simpatizantes do petista já começaram a fazer-lhe coro – uma vez que, oportunidade de acariciar os poderosos não dá junto a pés de couve. Mas não só de simpatizantes do lulismo bate o coração da política!… É sempre bom lembrar.

Nisso, moleque que nem a pega, o gaiato do Saci chegou com a manchete na ponta da língua que, nas suas palavras, tinha saído num grande jornal de circulação local: “João Augusto Propõe Canonizar Lula Vivo”.

Só  mais tarde, tanto eu quanto o Pica-Pau sacamos que a tal manchete ambígua tinha sido armação do Saci, para curtir com a nossa cara. Descoberto o caô, o primeiro pensamento que tivemos foi de, imediatamente, esganar o pestinha. Mas, logo, o Pica-Pau sorriu de forma sinistra mostrando todos os seus dentes afiados, e me cochichou no ouvido que ele próprio era quem iria fazer um projeto do figurino do novo santo de pau oco. E aí mandou ver.

O resto não vou descrever, pois você é inteligente e pode concluir por si próprio. Afinal, alguém tem que trabalhar nesta casa!

***

OBS.:  O título do miseravão do Saci é de uma ambiguidade a toda prova, segundo a bovina mais crítica que o Planeta Terra já hospedou nos últimos sete milhões de anos. Vejamos apenas algumas das possibilidades que ela levantou:

Considerando a frase “João Augusto Propõe Canonizar Lula Vivo“, pode-se indagar:

“Lula Vivo” quer dizer “Lula astucioso”? E, nesse caso, o preclaro Prof. João estaria deixando uma falsa pista para os historiadores do futuro imaginá-lo alguém muito crítico, e que se valeu de uma sutileza semântica para driblar os censores do partido do governo?

O termo “canonizar” levaria aspas, e significaria “assar”, e teria saído das lavras dos partidos nanicos para conturbar as eleições de outubro?

Estaria o pestinha sugerindo uma manobra de corrupção de alguns interessados, uma vez que a “beatificação” sempre precede a “canonização”, segundo os cânones celestiais?

Entre as palavras “Lula” e “Vivo” o Saci teria comido o “ao” –  combinação da preposição “a” com o artigo masculino “o”, para aludir a possibilidade dos meios massivos de informação?

O nome João, antecedendo o nome “Augusto”, da frase acima, consiste, simplesmente, numa ironia do tipo “brisa no cérebro” engendrada pelo debochado do Saci?

Como o (a) Leitor(a) pode ver, depois que chamaram a Vaca Tatá de ingênua, ela ficou muito, mas muito maliciosa…

13 Respostas to “649 – João Augusto Propõe Canonizar Lula Vivo”

  1. O Saci-Pererê Says:

    Tudo começou com a propaganda que o Prof. João Augusto Rocha disparou na “debates-l”:

    ————————————-

    Doutor Honoris Causa Lulada Silva na Bahia, hoje.

    Estará hoje, 14/9/12, nesta cidade da Bahia, o Doutor Honoris Causa da UFBA e mais cinco universidades do mundo, o Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, que pronunciará uma breve oração na Praça Castro Alves, às 19:00 h, sobre a expansão da universidade pública brasileira na última década, dentre outras coisas mais.

    Eu irei. Você não vai?

    João Augusto

  2. O Saci-Pererê Says:

    Circulou na “debates-l”:

    ————————————

    Senhores,

    Eu julgava ser esta uma lista de debates de natureza acadêmica. Mesmo tendo que compreender, aqui ou ali, que pessoas cometam exageros.

    Mas transformar esta lista em um veículo de propaganda político-partidária-eleitoreira acho que é um pouco demais…Teremos aqui a defesa de candidaturas a prefeito, a vereador? Uma lástima! Estamos numa nau sem rumo?

    Mas, em tempos de tontos e inconsequentes, que se há de fazer?

    Cordialmente,

    Caio Castilho.

    • O Saci-Pererê Says:

      Car@s,

      Eu compreendo a perplexidade do Prof. Caio Castilho, mas compreendo também o desespero do Prof. João Augusto.

      Na iminência de ser despedido da casinha da rua Pe. Feijó, ele tenta se valer de tudo: de busca de ajuda de cartomante até o apelo ao ex-presidente bom de drible… Quem tiver assistindo às reportagens sobre o julgamento do Mensalão, com certeza, sabe do que estou me referindo…

      Atenciosamente,

      Menandro Ramos
      FACED/UFBA

  3. O Saci-Pererê Says:

    Circulou na “debates-l”:

    ———————————

    Caro colega,

    Você sabe informar se o ex-presidente falará também sobre o mensalão e explicará como ele pretende evitar que alguns “companheiros”, mesmo condenados pelo STF, livrem-se da cadeia? Se ele for falar sobre isso, eu irei. Você irá?

    Luis Paulo

  4. O Saci-Pererê Says:

    Circulou na “debates-l”:

    ———————————-

    Caro Prof. João

    Como medir os reais impactos (positivos ou negativos) do inchaço da educação superior? Como medir os reais impactos da crescente desqualificação do ensino fundamental e médio? Como avaliar a largura do fosso que separa aqueles que tem acesso a escola de qualidade daqueles que continuam largados a própria sorte? Como medir o impacto da realidade de quem conhece as escolas do interior da Bahia e do Brasil quando se depara com a outra ponta do ensino?

    A chamada ao comício choroso ora em tela me parece no mínimo e cada vez mais estapafúrdia e nos afronta.

    Se é para debater, vamos debater de fato em um grande CONGRESSO DE DOCENTES DA UFBA (Salvador/Barreiras/ Vitória da Conquista) para discutir os impactos do REUNI e outros temas cruciais.

    Entre as lições aprendidas ao longo destes dias de greve é que a UFBA ESTÁ VIVA, e que não mais deixaremos os frágeis maniqueísmos atropelarem o nosso futuro.

    Entre as lições de solidariedade e de democracia concreta e respeitosa, a convivência com inúmeros e valorosos colegas desta Universidade nos mostra que é possível enfrentarmos juntos os desafios, não de uma uninova, mas de uma UFBA VIVA.

    VIVA os colegas do Comando Local de Greve que trabalharam intensamente e agora retornam ao trabalho, VIVA os corajosos colegas que estão a frente da CPT, VIVA os docentes que construíram e trabalharam (da forma que puderam) construindo a UFBA VIVA. Parabéns aos colegas que permanecem na comissão de mobilização e parabéns a todos os que ainda não entregaram seu espírito de labor por uma universidade verdadeiramente pública, gratuita e de qualidade.

    Marco A. Tomasoni
    IGEO-UFBA

  5. O Saci-Pererê Says:

    Circulou na “debates-l”:

    —————————

    Só nao irei porque nao estounem Salvador. Apesar de coisas como o mensalao e outros atos reprovaveis tipicos de quem está no poder, Lula foi, até agora, o melhor presidente do pais, queiram as suas “viúvas” politicas, ou nao. A expansao da universidade publica – nao confundir com o famigerado B.I., uma das aberracoes gestadas na nossa UFBA – embora as vezes possa beirar ao inchaço, é melhor do que nada. Antes ela do que um sistema de ensino superior que estava estagnado a décadas.

    Abcs cordiais,
    Zamparoni

    • O Saci-Pererê Says:

      Lula tem essa característica. Ou é muito amado ou muito odiado. ACM também era assim…

      Quem o ama, naturaliza todas as bandalheiras do seu governo. Até quem, por dever de ofício, deveria exercer a crítica de maneira mais profissional…

      Mas , fazer o que, não é mesmo? É tocar a vida!

      Saudações,

      Menandro Ramos

  6. O Saci-Pererê Says:

    Circulou na “debates-l”:

    ————————-
    Fui à conferência do Doutor Honoris Causa, por seis universidades do mundo, Luiz Inácio Lula da Silva, na Praça Castro Alves, há pouco, e estou convencido de que se trata de um fenômeno excepcional!

    Os jornais, amanhã, poderão comprovar o que digo. Estejam atentos, ponham, por favor, os preconceitos de lado, e sejam fiéis somente ao caráter objetivo das isentas análises científicas, que devem caracterizar o fazer universiatário. Depois disso, somente depois, manifestem livremente suas opiniões políticas pessoais, contra ou favor, tudo bem, sobre o controverso estadista pelo qual, particularmente, tenho grande simpatia.

    Grande abraço
    João Augusto

    • O Saci-Pererê Says:

      Car@s,

      Só um tonto negaria a “competência” de Lula, só um tonto. Se ele tivesse caráter e abraçasse sinceramente a causa do trabalhador, o Brasil seria um grande exemplo de transformação social para o mundo. Ainda que tendo elevado o capital financeiro aos píncaros dos ganhos, “como nunca se viu na História do Brasil”, usando do deu próprio verbo, alguns intelectuais ditos de esquerda ainda o incensam e o louvam… Imagine, então, quem estava na pior e recebeu um prato de comida? Nesse caso aí, o limite entre o ético e o não ético é muito tênue e confunde horrores… Alguém que tenha sido beneficiado por uma dessas bolsas de cooptação teria, de imediato, instrumentos teóricos para detectar a moeda de troca?

      Na bucha assim, com certeza, eu não teria. Como minhas pobres sinapses são meio preguiçosas…

      É provável que a “esquerdinha de fachada” tenha outra opinião. Ainda bem.

      Atenciosamente,

      Menandro Ramos
      FACED/UFBA

  7. O Saci-Pererê Says:

    Pé de Pranta apresentou o Doutor Honoris Causa Luiz Inácio Lula da Silva, abaixo do Poeta dos Escravos, para o delírio do povão!

    No mar revolto em que me encontro, como diz o vitorioso colega, faço minhas as palavras de ourro poeta, o grande Bocage:

    “Nadador que aflito nada
    Nas águas do mar,
    Em apuros,
    Nada com Deus,
    Nada, nada.”

    Diz a lenda que ele se salvou e ainda ganhou as eleições para a associação de poetas lusitanos, naquele ano, de lavada!

    Saudações universitárias
    João Augusto

    • O Saci-Pererê Says:

      Para um ex-comunista, a ajuda divina é tiro e queda! É coerente e faz sentido.

      Ou “Deus” seria apenas do léxico do poeta ocidental, sul-americano, brasileiro, baiano, gentiense? Ou o poeta é sempre um “fingidor” conforme já disse outro poeta em pessoa?

      Há poetas que falam com o coração, nunca duvidei disse, mas há também que só escutam o bolso…

      Boa sorte, Prof. João!

      Cordialmente,
      Menandro

  8. Menandro Ramos Says:

    Se eu fosse determinista, e tomasse o “maktub” como esteio epistemológico, eu diria que o Prof. João Augusto Rocha está cumprindo desígnios escritos nas estrelas, e contra os quais nada se pode fazer.

    Quem defende essa linha de pensamento, tem que, por coerência, inocentar Judas pela traição a JC. Isso para os que tomam os chamados Livros Sagrados como referência… Que não é o meu caso. Aqui, só os cito em benefício da intertextualidade. Nada mais do que isso.

    Pessoalmente, acho que é só coincidência. E que os junguianos não me venham fundir a cabeça com a ideia da sincronicidade!…

    Mas o que quero falar, mesmo, é no papel que vem desempenhando o colendo Prof. João Augusto Rocha, ex-diretor destituído da APUB. Pois bem, mal ele põe a cabeça na tela e… Pau! Há sempre alguém para lhe acertar uma bordunada. Isso acaba me sensibilizando, pois nada que afeta o ser humano me é estranho. Meu coração já começa a apertar com peninha do cordelista que outrora cantou a liberdade ou essas coisas tão caras ao ser humano (se preferirr, ao espírito humano, sem conotação religiosa)… Vou logo ao que interessa, pois não quero danificar o meu teclado com lágrimas vertidas para um adversário político que não foi leal com a categoria, nem com Anísio Teixeira, nem com o ideário de Carlos Marighella…

    Sem querer, o ilustre ex-diretor acadêmico da APUB, tão logo escreve algo, e já cataliza uma enxurrada de textos – e, quiçá, de imagens! -, conforme veremos no endereço abaixo. Parece que ele tem o poder de excitar a iconosfera virtual e a labiríntica iconosfera cerebral, bem como de fazer saltar ícones, símbolos e índices ou coisas que o valham no labirinto sígnico que o genial Peirce desbravou e explorou tão bem…

    Dialeticamente, o blog do Saci-Pererê deve muito a ele. Justiça lhe seja feita!

  9. altino Says:

    Contribuindo para a biografia do LULA, ex-presidente:

    Um quinto dos jovens nem estuda, nem trabalha, nem busca emprego
    Por Fabiana Ribeiro (fabianar@oglobo.com.br) | Agência O Globo – 1 hora 20 minutos atrás
    Estadão Conteúdo – 55 minutos atrás
    Mais em Economia »
    RIO e SÃO PAULO – Para Letícia Protásio, “os dias passam devagar”. “Sobra tempo para ver as coisas do bebê”. Sobra tempo porque a jovem de 20 anos não está estudando, tampouco trabalha, e muito menos procura emprego (“Quem vai empregar uma grávida?”). Ela é um dos 5,3 milhões de jovens, entre 18 e 25 anos, que estão fora da educação formal e do mercado de trabalho – quase a população da Dinamarca. Um problema que atinge um em cada cinco jovens (ou 19,5% dos 27,3 milhões de pessoas dessa faixa etária), aponta o estudo exclusivo “Juventude, desigualdades e o futuro do Rio de Janeiro”, coordenado pelo professor Adalberto Cardoso, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Ele teve por base microdados do Censo Demográfico de 2010, do IBGE.
    As razões que levaram Letícia a interromper os estudos e largar o emprego passam pela maternidade – um dos principais motivos para as mulheres abandonarem os estudos e adiarem a entrada no mercado de trabalho. Pelos dados do especialista do Iesp, o número de moças que fica em casa é quase o dobro do dos rapazes: respectivamente, 3,5 milhões e 1,8 milhão. Mas a maternidade não é a única explicação. O forte desalento, segundo Cardoso, ajuda a entender os números alarmantes. Que ficam mais graves quando se leva em conta que, em 2010, ano do Censo, a economia brasileira cresceu 7,5%.
    – Esses jovens que ficam fora têm qualificação muito ruim. Tão ruim que, ao abandonarem a escola, o mercado de trabalho, mesmo em plena atividade, não os absorve. Resultado: eles desistem, e são os pobres os mais afetados – disse Cardoso, acrescentando que esse fenômeno é muito urbano. – Entram nesses números os jovens que foram puxados para a criminalidade.
    Na parcela mais pobre da população brasileira, com renda per capita de até R$ 77,75, quase metade (ou 46,2%) dos jovens estava fora da escola e do mercado de trabalho.
    – A escola não consegue atrair o jovem, levando a uma elevada evasão escolar. Em consequência, ingressar no mercado de trabalho vai ficando mais e mais difícil – explicou Cardoso.
    Professor vê desalento estrutural
    O gargalo, segundo o professor Fernando de Holanda Filho, da Fundação Getulio Vargas (FGV), está na baixa taxa de matrícula do ensino médio. Hoje, segundo ele, ao menos 50% dos jovens trabalham sem ter nível médio:
    – Quando vão para o mercado de trabalho, não conseguem se colocar. Esse cenário cria um desalento estrutural, que se complica a cada ano. É um problema de longo prazo.
    O paulistano Eduardo Victorelli, de 22 anos, não terminou o ensino médio e não buscou cursos técnicos ou profissionalizantes depois que largou a escola, aos 17 anos. Embora pareça ter um futuro incerto, ele afirma com segurança que será jogador de futebol:
    – Meus pais e minha família me apoiam e conseguem pagar as contas. Acreditamos que o salário de jogador mudará nossa vida.
    Ele largou a escola para ir ao Paraná, tentar jogar no Coritiba. Mas o salário não bastaria para comer, morar e viver em outro estado, e voltou para São Paulo. Desde então, jogou em dois pequenos times. Ele mora em Sapopemba, bairro simples da Zona Leste, com os pais, avós e tios.
    O afastamento dos estudos e do trabalho vai comprometer – e muito – o futuro desses jovens, diz Cardoso:
    – Parte dessas pessoas vai se colocar como assalariado sem carteira assinada. Esse jovem de hoje vai carregar o peso desse abandono pelo resto da vida – disse Cardoso.
    Letícia vive com o namorado, que ganha R$ 1.500 por mês como divulgador. Em Jacarepaguá, eles têm o apoio da avó e da mãe dele.
    – Sei que agora vou ter que ficar em casa, cuidando do meu filho. Talvez por um, dois anos.
    Para Hildete Pereira, coordenadora do Núcleo Transdisciplinar de Estudos de Gênero da UFF, faltam políticas públicas de controle da natalidade e apoio para cuidar de crianças. A cobertura de creches passou de 7% das crianças de 0 a 3 anos em 2000 para 21% em 2011:
    – Melhorou, mas ainda há déficit.
    Colaborou: Roberta Scrivano

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