708 – E se a Politécnica fabricasse mísseis?

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T.

udo começou com o bate-boca entre o Saci e o Caipora. Discutiam sobre a importância ou não das universidades públicas pesquisarem biodiesel para aumentar a mais valia de empresas privadas. Claro que o combustível para o Festival de Verão da família Magalhães & Cia veio à tona. Daí a descambar para a Petrobras foi um pulo. O Caipora achando natural a empresa de petróleo tornar-se uma multinacional voltada para o mercado e preocupada com o lucro dos acionistas internacionais, e o Saci criticando asperamente os governos “entreguistas”.  Para ele, se o preço do combustível caísse, o tomate do sul chegaria muito mais barato no norte. Por fim, o pestinha de gorro vermelho e pito falou da tapeação da Petrobras em patrocinar eventos audiovisuais e movimentos culturais de largo espectro.

Para encerrar o papo, acabou indagando do Caipora, já totalmente baratinado com a “metralhadora” sacizesca:

– Já pensou se a Politécnica da UFBA passasse a fabricar armas atômicas ou o Instituto de Biologia começasse a exportar bombas bacteriológicas para Tio Sam?

De longe, eu me esbaldava com a loquacidade, digo, com a língua afiada do pilantrinha…

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