976 – S.O.S. UFBA

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SOS-UFBA.

Vixe, Maria! E eu que pensei que estava pessimista!

Caro Prof. José Roque,

essa situação se repete com maior ou menor gravidade em todas as unidades: equipamentos quebrados, falta de lãmpadas, etc, sem contar prédios que parecem terem sido planejados (?)  pelo mais incompetente dos pedreiros. Pavilhões de aula onde não há uma única sala para docentes, onde tivesse ao menos um bebedouro, um sofá para descansar entre aulas. Isso até as escolas de ensino fundamental tem. Mas, claro, em nenhum PAF falta sala para “administração”, devidamente equipada com internet, geladeira, cafezinho e até, em alguns, televisão para ajudar a passar o enfado de ficar horas e horas ali sem nada fazer.
Em sala do PAF V faltava – ao menos a um mês- até o quadro. A Profa de Italiano, coitada, grudava papéis na parede para poder escrever! Isso é administrar?

Prof. Zamparoni

 

Em 2 de abril de 2014 17:11, Jose Roque Mota Carvalho <joromota@ufba.br> escreveu:

Magnífica Reitora Profa. Dora Leal;

Prezados/Prezadas:

 

Conheço a UFBA, mas não ando por toda UFBA, mas por onde ando vejo problemas que podem ser resolvidos imediatamente, a médio e longo prazo.

Tomado pela triste ocorrência que vitimou o jovem estudante da Escola de Veterinária e observando a falta de uma política de segurança continuada, lembro, que só se fala em medidas de segurança em todas as áreas do poder, logo após a ocorrências de atos de violência. Infelizmente, a UFBA, não está isolada. É Brasil de um modo geral, basta ligar a TV nos noticiários e mais da metade do horários dos noticiosos e para falar e mostrar violência. Mas, voltando à nossa querida sexagenária UFBA, tenho me desgastado em solicitar de quem de direito, providências.

1. Começando pelo PAF VI: há 15 dias a entrada e estacionamento do PAF VI está sem iluminação. Tudo no escuro. A quase na luminosidade no local vem das lampadas dos postes da coelba, do outro lado da rua. O PERIGO DE ASSALTO SEGUIDO DE MORTE É EVIDENTE. OS SEGURANÇAS POR FALTA DE SEGURANÇA FICAM NA PARTE INTERNA DO PAF VI. Cada um que cuide de si.

 

2. Os modernos sanitários tão criticados por mim continuam na mesma situação: mulheres são obrigadas a observarem homens urinando. Para adentrar o banheiro feminino, as mulheres tem contornar o espaço que fica em frente ao sanitário masculino, geralmente com portas abertas direcionadas aos mictórios individuais.

 

3. Sistema de ventilação do PAF VI, mesmo estando no alto é o pior do mundo. Colocaram pequenos circuladores, apenas, no centro das salas. As janelas têm espaços abertos, acima da cabeça de quem está sentado. Salas voltadas para Ondina têm uma certa ventilação, salas voltadas para a rua Cardeal da Silva são verdadeiros fornos. Para complicar, as portas de entrada nos corredores que dão acessos às salas,. estupidamente ficam fechadas, é necessário que alguém coloque uma cadeira para que as mesma fiquem semi-abertas. Os/as professores/as que têm a sorte de ministrar aulas pela manhã nas salas voltadas para arquitetura têm que usar protetor solar, pois os raios solares incidem sobre o/a professor/a e sobre os alunos postados no meio da sala. O mesmo ocorre no período vespertino aos/as professores/as que ministram aulas no lado voltado para a Escola Politécnica.

 

4. Na Secretaria dos Departamentos de Química, PAF VI, foram quase quatro meses para instalar o aparelho de ar condicionado. Uma semana depois o aparelho pifou. A maioria das salas e laboratórios do PAF VI estão com um ou dois ventiladores quebrados.

 

Finalmente, tudo isso deve estar se repetindo nas outras unidades.

Sempre defendi a CRIAÇÃO da  Pro-reitoria do CONSERTO, DA URGÊNCIA, DA EMERGÊNCIA. Essa pró-reitoria teria apenas o pró-reitor cuja missa, cuja tarefa é visitar diariamente todas as unidades da UFBA-Salvador e encaminhar e cobrar respostas aos órgãos responsáveis para e pelas soluções. É um sonho.

 

Qualquer que liga para tal setor reclamando algo, recebe como resposta, ligue para tal setor, não poderá ser resolvido de imediato, depende de uma auditoria, depende de uma licitação e assim a VELHA UFBA vai seguindo. Até quando????????????

 

Prof. José Roque Mota Carvalho.

 

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Uma resposta to “976 – S.O.S. UFBA”

  1. osaciperere Says:

    Circulou na debates-l:
    ———————————–

    Prezados colegas,

    Tenho mais de 15 anos de docência na UFBA. Durante todo esse período a única coisa palpável que tenho visto acontecer (mais intensamente nos últimos 4 a cinco anos), é uma formidável burocratizacao de tudo o que se refere aos trâmites para se fazer qualquer coisa. Verifiquemos o que se passa em relacão à parte de ‘recursos humanos’, ‘gerenciamento de pessoas’ ou o que quer que chamem a tal área ou pró-reitoria. Tenho tido (assim como alguns colegas, näo poucos) problemas inexplicáveis com essa parte da minha vida funcional. Sempre para dificultar ou piorar, obviamente. Mais setores, mais pessoas para procurar na tentativa de resolver problemas (alguns gerados pela própria área de ‘recursos humanos’) e ninguém realmente com poder de resolucão, porém muito, mas muito mais gente para assinar papéis de forma intermediária em processos. Para constatar essa tendência, basta observar os emails gerais com avisos os mais diversos da mencionada pró-reitoria, para a comunidade acadêmica. Estou fora do Brasil em pós-doutoramento e fico impressioanada com as inúmeras e profundas diferencas em relacão à universidade onde estou tratabalhando aqui e o que está acontecendo na UFBA. Verifiquei um erro em relacão ao meu processo de afastamento, claramente gerado pelo gerenciamento de dados funcionais, pois meu processo está correto. Imediatamente enviei um email ressaltando o erro e pedindo correcão imediata, dadas as possíveis consequências do erro. O máximo que consegui foi um email de um(a) funcionátio(a) encaminhando minha mensagem para alguém de outro setor. Nenhuma resposta até o momento e isso já tem aproximadamente dois meses. Estou com medo do que pode vir a acontecer. Tenho medo dessa pro-reitoria. Já acumulo algumas desagradáveis experiências em relacão a ela.

    Com essa tendência, talvez em toda a universidade, o resultado não poderia ser diferente… Infelizmente.

    Saudacões.

    Profa. Stella Barrouin
    MEVZ

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