1175 – Tio Aécio, Tia Dilma: Tio Sam

tio sam AÉCIO

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P.

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ara o meu amigo de gorro vermelho e pito, não é fácil dizer se o eleitor – nas atuais condições de temperatura e pressão política (CNTPP) -, está sendo verdadeiramente um cidadão, ou se está sendo um “trouxa”, com perdão da palavra. E um trouxa de carteirinha, chancelada pelo colendo Tribunal Eleitora. Quem tiver dúvida, que verifique a lista dos políticos mais escroques do país que foram recentemente eleitos. Não era sem razão que o Prof. Felippe Serpa, ex-reitor da UFBA, dizia que era preciso recriar a ágora – devidamente ajustada à contemporaneidade, uma vez que a chamada democracia representativa não atendia o clamor da multidão desamparada. Para o Prof. Felippe, o povo precisava encontrar um caminho ágil alternativo, de modo a não depender da boa vontade de parlamentares indiferentes interesseiros ou corruptos, os quais, na maioria das vezes,  pouco tempo depois das eleições, o eleitor nem mais do nome lembrava… 

Se o sistema representativo não dá conta de resolver as demandas populares, não resta dúvida que a solução é buscar outra alternativas, restaurando a participação dabox 11 ágora, dessa vez ampliada e permeável a todos os segmentos sociais. E isso significa, portanto, o povo na rua, de forma consciente, participando ativamente, reivindicando o que lhe é de direito – e que foi usurpado! – enquanto vivente da pólis.

Por algum tempo, acreditou-se que as manifestações de junho de 2013 representavam o acordar do gigante. Forças retrógradas, entretanto, com a expertise velhaca de sempre, tratou de fazer com que a insurgência tomasse o corpo de movimento dito baderneiro e aterrorizante, de forma a abortá-lo, desacreditá-lo, e debilitá-lo até a exaustão.

Enquanto o Trabalhador brasileiro não compreender que Aécio Neves e Dilma Rousseff são os legítimos representantes dessas forças retrógradas que impedem o país de caminhar ao encontro de quem, de fato, produz riquezas, enquanto isso não acontecer, continuará alimentando a falsa polaridade entre “petistas X tucanos”.

Rigorosamente não há polaridade, pois o trabalho não está se contrapondo ao capital. Qualquer um dos candidatos que vença, vence o capital.

Por enquanto, a massa trabalhadora que escolher o 13 ou o 45 só estará sendo trouxa.

 

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tio sam DILMA

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