– A paz no Complexo do Alemão

O Brasil está com tudo e não está prosa. Quem duvida que os eventos desportivos de 2014 e 2016 o colocarão na mira das câmeras do mundo? Quem?

Pois é. Mas tudo isso custa muito dinheiro. E dinheiro não é capim, embora capim possa ser transformado em dinheiro. Mas isso não vem ao caso agora. O que queremos falar mesmo é da trabalheira que os organizadores e patrocinadores desses megaeventos terão só para per o nosso povão feliz e entretido.

O leitor já pensou na mão de obra que dá pintar casas, prédios, calçadas, tapumes, árvores, córregos, lixões, ruas e asfalto? Sim, porque essas coisas feias não podem ser mostradas ao mundo. Do contrário, o que vão pensar da gente?

Quem está ligado à telinha viu o início dessa verdadeira operação de guerra, espetacularmente acompanhada pela mídia, iniciada no Morro do Alemão. Afora a misteriosa fuga de alguns dos procurados e de pequenos exageros cometidos pelos agentes da ordem contra a Constituição Federal e contra o Estado Democrático de Direito, tudo aconteceu como a intelligentsia do aparato oficial previu.

Agora, é arregaçar as mangas e colocar no papel o que os comerciantes e camelôs poderão faturar com a Copa do Mundo e as Olimpíadas: bonés, chaveiros, flâmulas, pulseiras, camisas de marca genérica vão vender às dúzias ou mesmo grosas…

A maior coincidência do mundo é de esses grandes eventos mercantis/desportistas – que o Brasil sediará -, terem, exatamente, na presidência da República a economista Dilma Rousseff, que nos tempos das vacas magras, segundo foi divulgado, também foi proprietária de uma lojinha de artigos de R$ 1,99. Assim, ela, melhor do que ninguém, saberá valorizar a difícil arte exercidas pelos sacoleiros desse país de dimensão continental. O mercado das bugigangas não poderia ter melhor advogada, já que o desemprego não manda flores…

Mas, leitor, só agora me dou conta que espichei demais os parágrafos. Na verdade, só queria dizer que o Saci já fez algumas charges tendo como mote os eventos desportistas que acontecerão no Brasil nos anos de 2014 e 2016. Isso depois de indagar criticamente quem ganha ou quem perde com eles…

Ah! Antes que me esqueça: a lojinha referida, de propriedade da nossa presidente, tinha como nome fantasia a graciosa denominação: “Pão & Circo”.

As charges estão disponíveis – para visualização e impressão -, neste blog, nos links:

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