– APUB enfrenta o MPOG

Para o Saci, foi duro o enfrentamento da APUB ao MPOG. Parecia uma competição de lutas marciais...

 

Prezado Colega,

Segundo o Saci, o boi sabe onde arromba a cerca. Ou seja, se as últimas Assembleias da APUB não contaram com mais de três dezenas de participantes – de um total de mais de dois mil associados -, não faz o menor sentido pensar em espaços mais amplos. Até porque os espaços vazios dariam muito na pinta o fastio dos docentes…

Aliás, a coisa deve estar muito difícil para a diretoria apubiana tapar o sol com a peneira… As cobranças já começam a acontecer e a APUB simula um “endurecimento” em relação ao governo. Durante muito tempo não se via algo tão “forte” no Notícias da APUB (nº 467:)

MPOG enrola e marca nova reunião

Nesta terça-feira (9), mais uma vez, o Proifes e representantes de entidades filiadas estiveram reunidos com o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva. Na pauta, as propostas de carreira e recomposição salarial dos docentes de Magistério Superior (MS) e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).

 Duvanier reforçou a necessidade de identificar uma agenda prioritária possível de ser contemplada na Lei Orçamentária Anual, cujo prazo para entrega é dia 31. Por isso, foram discutidas apenas medidas ditas emergenciais, como a correção das distorções do enquadramento ocorridas com a criação da classe de Professor Associado e a incorporação da Gratificação Específica do Magistério Superior (Gemas) ao vencimento básico.

 O presidente do Proifes, Gil Vicente, mostrou que as propostas do governo atendiam apenas um pequeno percentual de professores e lembrou que para a entidade assinar qualquer acordo, dois princípios básicos devem ser contemplados: o tratamento igualitário às carreiras do MS e do EBTT, o que significaria, neste caso, que também a Gratificação Específica de Atividade Docente do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (GEDBT) deva ser incorporada, se a Gemas for, e isonomia entre ativos, aposentados e pensionistas. Duvanier disse que não se tem propostas para o EBTT, já que o segmento está em greve. Nova reunião foi marcada para segunda-feira (15), às 19h.

 Na onda hard, o mesmo Notícias da APUB publicou em 17/08/2011:

Docentes rejeitam proposta rebaixada do governo

Após inúmeras rodadas em colocando os representantes dos docentes em banho-maria, o governo resolveu se manifestar concretamente em relação à pauta. No mesmo dia em que a presidente Dilma Rousseff anunciou a criação de duas universidades federais, ampliação da UFBA e da UFRB, além da instalação de novos institutos federais, o secretário dos Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva, apresentou uma proposta rebaixada de 4% de reajuste salarial para julho de 2012 mais a incorporação das Gemas ao vencimento básico para os docentes do magistério superior. Os trabalhadores rejeitaram de imediato, pois, nem sequer, repõe a inflação do período, calculada em 15%, e ainda exclui os professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).

No maior cinismo, o secretário Duvanier disse que a categoria pode discutir e avaliar a proposta, mas podou qualquer resquício de esperança e possibilidade de negociação acerca do percentual apresentado. “A proposta que colocamos não é fechada, mas não há nenhuma flexibilidade. Não vou deixar expectativas, pois sei que não é possível acrescentar nada”. Diante do impasse, nova reunião foi agendada para sexta-feira (19).

 Para o Saci, a APUB chamar de “cínico” a um secretário ligado ao Ministério ao Planejamento do governo atual é, sobretudo, uma misteriosa e inquietante manifestação de rebeldia que foge do modelo subserviente adotado… E a indagação básica é inevitável: o que está por trás disso tudo?

Aí tem coisa?

Atenciosamente,

Menandro Ramos

 ———————————————–

 De: Prof. J. Tavares-Neto [mailto:tavares-neto@uol.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 19 de agosto de 2011 14:37
Para: apub@apub.org.br
Cc: apub-l@listas.ufba.br; imarques@ufba.br; menandro@ufba.br
Assunto: Sobre o local da Assembléia Geral da APUB?

 À APUB,

Não entendi uma “assembléia geral, …,  na sede da entidade”, onde a capacidade instalada, S. M. J., é para  menos de 10% do corpo docente. Por que não no Auditório da Fac. de Direito, Arquitetura, Salão Nobre da Reitoria ou outro com capacidade maior?

 Saudações Acadêmicas Bicentenárias,

José Tavares-Neto
Médico do Complexo Hospitalar Universitário Prof. Edgard Santos

Professor Associado da Faculdade de Medicina da Bahia (FMB)
Universidade Federal da Bahia (UFBA)
http://lattes.cnpq.br/6901204321244736

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