• O Curupira como mascote da Uninova

 

 

 Menandro Ramos
Prof. da FACED/UFBA

Acredito que o Prof. Francisco Santana, da UFBA (já aposentado como docente, mas ativíssimo nos seus certeiros textos), não fará a menor objeção se a Universidade Nova quiser tomar o Curupira como seu mascote. E o Saci vai adorar se isso acontecer, pois nunca recusou uma  boa discussão com o tal “pegadas invertidas”.

 Se você não quiser ficar por fora desse rolo, leia o texto que o Prof. Chico escreveu no endereço abaixo, no Weblog do Saci-Pererê:

  https://osaciperere.wordpress.com/autores-diversos/sacis-e-curupiras-francisco-santana/

Felizmente o Saci não apareceu hoje. Isso significa que, além do teto do banheiro que está pingando há três dias – misteriosamente para o vizinho de cima – não terei maiores problemas domésticos. Sim, porque a simples vinda do Saci ao apê onde moro tem sido motivo de muito estresse. Sem querer falar mal dele, longe de mim, às vezes, trocaria sem pestanejar, mil goteiras simetricamente distribuídas pelo apartamento, qual potente chuveiro, por um único fim de semana sossegado, sem sua provocadora presença.

De arte, vou sair de fininho, por aí, nesse final de semana. Só assim me livro de suas provocações e cutucadas.

Outro dia mesmo, queria porque queria que eu explicasse o porquê de os “nossos” intelectuais estarem tão silenciosos. Como se eu soubesse… Sugeri que passasse no gabinete de cada um deles e tentasse arrancar dos próprios a resposta que ele queria.

Agora, veja se vou ter que dar conta até do silêncio dos outros… Bem, competência é o que não lhes falta. Se não querem falar, paciência. Eles lá devem ter os seus motivos…

O pior de tudo é que, de tanto me atazanar o juízo, acabei lhe prometendo que escreveria, brevemente, algo do tipo “O silêncio dos intelectuais”, embora esse título já estivesse um tanto manjado. Daqui até lá procuraria algo melhor ou mais original.

Ainda tentei, para dissuadi-lo, blefar com ele. Condicionei meu texto sobre os intelectuais a uma entrevista sua. Aventei a possibilidade de ele ficar numa cadeira giratória para responder, além das minhas perguntas, outras tantas feitas pela Vaca Tatá e pelo Curupira (este último lembrado pelo Prof. Francisco Santana). E tudo seria gravado no meu poderoso gravador digital com autonomia de 14 horas de duração.

Para minha surpresa, ele topou. Sei que o apê onde moro vai virar um zoológico, mas o cuidado maior é para que o síndico não sonhe com esse encontro. Ou terei de me explicar para a vigilância sanitária. Imagine se souberem! Uma vaca, um Curupira e um Saci em pleno centro da cidade, bem vizinho a um shopping!!! Ainda bem que é algo tão absurdo que dificilmente alguém desconfiaria…

Também, se rolar mesmo essa entrevista, de cara, vou perguntar:

– Meu Caro Saci, o que vossemecê tem contra o Reitor da UFBA, a Diretoria da APUB, o Presidente do PROIFES e o Presidente da República?

E aí eu vou ficar no pé dele, com o gravadorzinho esperto para o pilantra não me enrolar. Dessa vez ele não me escapa!  

Anotem o que estou dizendo e me aguardem.

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