 APUB: Poliana quarentona

Prezado Prof. Tavares-Neto,

Dessa vez, tenho acordo com o Saci. Lemos juntos a sua mensagem, e o nosso veredicto não é nada animador: nesse ritmo da carruagem, o Sr. ainda vai acumular mais perdas. Infelizmente.

Aliás, o Sr. só, não. Todos nós. Talvez só a diretoria atual da APUB escape desse tsunami, num misterioso processo exotérico que apenas a mecânica ‘transquântica’ pode explicar.

Na melhor das hipóteses, poderíamos incluir uns dois gatos pingados, como alguns autores da literatura de auto-ajuda e de escritores otimistas como a estadunidense ELEANOR H. PORTER. Ainda que tenha dúvida quanto à presença de obras do gênero, a exemplo de Poliana ou Poliana Moça, no rol dos livros recomendados por cientistas políticos e quejandos, (no caso, os citados foram escritos antes de ser deflagrada a I Guerra Mundial!), parece que esse tipo de literatura vem inspirando o pessoal da diretoria da associação (?) que ocupa a casinha da Pe. Feijó…

Recentemente, recebi do professor Altino, que se encontra na UNICAMP fazendo pós-doutorado, publicações da Adunicamp e de outros combativos sindicatos. Análises quais as de Plínio Arruda Sampaio e de Francisco Oliveira apontam numa direção completamente diferente da que, de forma pueril, membros da diretoria da APUB insistem em indicar. E aí professor, eu que nem cigarro industrializado fumo, tenho a sensação de ter fumado todos baseados do mundo. Juro por Deus! Coisa de doido…

O Sr. bem sabe o quanto esperamos por Godot. Naquela reunião em que marcamos para discutir a carreira docente – já que a APUB não o faz – esperamos, esperamos e o tal Godot lá não apareceu…

Talvez, enquanto espera, o Sr. possa ganhar um dinheirinho extra como coordenador de projetos. Parece que a safra é boa. E de quebra o senhor ainda será citado como um professor produtivo, empreendedor, essas coisas…

Mas não se iluda. Um dia, quando sua aposentadoria chegar, verá que não sobrou umzinho  “penduricalho” para contar a história. Como Arlindo Orlando, escafedeu-se, ou escafederam-se, a dois passos do paraíso.

Além do Sr., professor, quantos dos seus colegas, ou dos nosso colegas, atentam para essas pequenas bagatelas que vão sendo sutilmente surrupiadas? Quantos?

Concordo com o Sr. e com os que propõem uma linha apenas no contracheque. Difícil vai ser convencer as Polianas que estamos sendo lesados.

Enquanto isso, a diretoria da APUB diz quase sonolenta “Uma boa luta judicial e política poderá desmanchar essa lei […]”

– Hummmm, bota boa nisso! – grunhe o Saci apertando o pito entre os dentes.

Pra finalizar, professor, quando eu mostrei ao Saci notícia do seu dia comemorado na data de 31 de outubro, ele, simplesmente, fez pouco caso e resmungou:

– Todo dia é dia do Saci!

Eu posso, professor, com esse pilantra? Eu posso?

Saudações,

Menandro Ramos.

Obs.: O Sr. viu que liberaram a nota sobre a eleição da ANDIFES? Também ia pegar muito mal se continuassem moderando-a… UFA!

————————————–

De: Prof. J. Tavares-Neto [mailto:tavares-neto@uol.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 4 de novembro de 2009 21:41
Para: apubemmovimento@yahoogrupos.com.br; apubdebates-l@listas.ufba.br
Cc: mariahelena@apub.org.br; cecilipaula@yahoo.com.br; bethbite@ufba.br; franssuzer@gmail.com; menandro@ufba.br
Assunto: CAMPANHA DO COMPROVANTE DE RENDIMENTOS COM LINHA ÚNICA

Prezados(as) Colegas da APUB,
Devo ser da Ala Pessimista, porque o meu vencimento básico de Docente 40 (quarenta) horas é de R$ 1.779,52 (um mil setecentos e setenta e nove reais, e cinquenta e dois centavos); e “isso” sendo portador dos títulos de Mestre, Doutor, Livre-Docente, após seis (6) anos do Curso de Graduação em Medicina e mais dois (2) anos da Residência Médica. O pessimismo é ainda maior por saber que os atuais “penduricalhos” não serão incluídos quando da minha aposentadoria, se lá chegar.

Felizmente, como médico de 20 (vinte) horas do COM-HUPES/UFBA o vencimento básico é de R$ 4.120,38 (quatro mil cento e vinte reais, e trinta e oito centavos). Ou seja, como médico pela metade da carga horária (20h), recebo 2,3 vezes mais do salário-base de Docente 40 horas!

Enquanto algum Colega não esclarece a(s) razão(ões) das discordâncias, supracitadas, e ao bem do aumento da conscientização de todos, seria salutar a CAMPANHA DO COMPROVANTE DE RENDIMENTOS COM LINHA ÚNICA. Dessa forma, o descaso geral ficará mais evidente .

Saudações acadêmicas bicentenárias,

JOSÉ TAVARES-NETO

Faculdade de Medicina da Bahia (FMB)

Universidade Federal da Bahia (UFBA)

———————————–
Em 04/11/2009 21:51, Cecilia Paula < cecilipaula@yahoo.com.br > escreveu:

Olá professor Francisco Santana,
Gostaria de começar a responder suas questões com a explicitação do acerto de teu título: Professor otimista ou a teoria do sapo fervido.Isto porque estamos, de fato, sendo fervidos e em banho Maria, se observarmos o longo tempo que estamos sendo atacados e permanecemos recuados, sendo levados por um imobilismo que nos espanta. Também se observarmos a forma que o governo está utilizando para nos mantermos na panela, já borbulhante, sem ainda reagirmos, cooptando as direções de determinadas seções sindicais que se venderam a muito para a lógica do patrão, atacando os sindicatos que não se rendem e permanecem travando a luta em defesa dos direitos dos trabalhadores, já conquistados, da ampliação das conquistas por um trabalho e salários dignos, que continuam travando a luta em prol da categoria docente e do trabalho digno.

Mas, conforme, o teu título insinua, mas não afirma (ou), temos um trunfo. Um ótimo trunfo. Não somos sapos. Somos seres humanos, trabalhadores em educação e um dia, espero que seja breve, iniciaremos esta reação.

Assim, mesmo pessimista em relação ao que está acontecendo na nossa UFBA e na APUB- seção sindical do ANDES-SN, continuo compreendendo que não seremos fervidos, não seremos abatidos por este cinismo que se instalou na nossa atual direção sindical local. Já diziam que o pessimista é o otimista bem informado. Assim, passo a algumas respostas, como representante ao ANDES-SN. E que a indignação é uma forma de reação, a primeira delas. Após esta, outras certamente virão.

1) Afinal, o professor é servidor público ou pertence à carreira de Estado?
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Carreira de Estado: não. Carreira de estado são os diplomatas. Já fomos, mas nos idos anos de 1960, mas tem muita gente que ainda acha que tem alguma chance de voltar, pois assim resolveria os problemas salariais e de carreira, mas não volta. Somos servidores públicos, porém, com estabilidade, e só.

2) Com a reforma última da previdência, de Lula, para os novos concursados (foi modificada a cláusula pétrea da constituição) ao serviço público (data em que a nova lei entrou em vigor), não haverá mais aposentadoria integral; todos se aposentarão com o teto do INSS; entretanto continuam a ser descontados pelo máximo salário enquanto esperam uma tal regulamentação de uma aposentadoria complementar. É isso que vale para os novos professores concursados?

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Aposentadoria: a reforma da previdência mudou as formas de aposentadoria, isto não há dúvidas, quem ingressa pós-reforma se aposentará com o salário integral, caso aposente dentro do prazo definido, 30 anos de contribuição para as mulheres, 35 para os homens. No caso dos professores do ensino fundamental e básico se mantém os 25 anos, desde que não atuem no ensino superior, neste caso podem perder a aposentadoria especial, mas isto ainda não está tão claro. Quanto ao teto do INSS, não. Este vale para a iniciativa privada; existe grande diferença aqui.
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 3-Caso os novos servidores trabalhem  por 35 anos ou 30 anos para as mulheres, respeitando a idade mínima de aposentadoria, receberão o salário integral, é claro, descontado o valor do desconto da previdência.


Como se pode verificar professor Francisco, retiraram e continuam a retirar nossos direitos. Desde 2003 estamos vivendo sob o ataque constante e desmedido do governo Lula da Silva, não só com as reformas que ele continua a realizar, mas, principalmente, com as políticas que estão sendo elaborados e que, de forma direta e trágica, atingem o nosso trabalho docente, no sentido de torná-lo cada dia mais intenso, desgastante e sobrecarregado, aumentando a precarização do trabalho docente já existente na UFBA há algum tempo, como nos mostrou De nise Lemos em sua apresentação sobre as condições de trabalho docente na UFBA frente a conjuntura atual.

Estamos sendo atingidos também quando observamos as mudanças que estão sendo realizado na Universidade Pública brasileira, se considerarmos o REUNI que na atualidade, já mostra muitas das suas inconsistências e problemas, porque planejados pelos de fora, pelos ditamos do BM e do FMI visando conformar a educação superior brasileira a uma lógica que não é nossa e que, está nos levando a perda da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão, princípios tão caros a nossa Universidade.

Mas, diante deste quadro, deste grave quadro atual, o ANDES-SN tem muito a dizer. Continua levando a luta contra a perda dos direitos dos professores universitários, MOBILIZANDO A CATEGORIA DOCENTE com inúmeras ações, produzindo textos críticos e levando a luta árdua contra um governo que insiste em atacar os que permanecem na luta e defendem a categoria. Inúmeras são as ações que fizemos e continuamos a fazer neste período, mas especificamente pontuo a greve de 2003, que teve como principal bandeira de luta a defesa da Previdência pública e contra à reforma da previdência proposta pelo governo à época e que retirava direitos constitucionais.

20

0

3

59 dias
(8 de julho a 4 de setembro)
IFES e algumas IEES Defesa da Previdência Pública: não à reforma da Previdência proposta pelo governo federal (PEC 40), que visa retirar os direitos garantidos na Constituição Federal de 1998 Avanços na unidade e participação dos servidores públicos federais das três esferas de governo. O movimento também contou com o apoio dos trabalhadores do setor privado

Espero ter contribuído um pouco nos esclarecimentos solicitados. No entanto, o que move a conquista dos direitos e a manutenção dos direitos já conquistados é a mobilização da categoria, a clareza de que não podemos nos curvar a governos, partidos, reitorias, sejam elas quais forem. Por isso somos CONLUTAS. Por isso, convocamos a tod@s os professores para se juntarem na Luta em defesa da nossa categoria e da Universidade Pública brasileira, do ensino, pesquisa e extensão de qualidade e para todos. E esta luta, esta defesa é realizada pelo ANDES-SN, nosso sindicato nacional que continua na resistência e na luta.
Saudações sindicais, universitárias e CONLUTAS,

Cecília de Paula

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Olá professor Francisco Santana,
Gostaria de começar a responder suas questões com a explicitação do acerto de teu título: Professor otimista ou a teoria do sapo fervido.Isto porque estamos, de fato, sendo fervidos e em banho Maria, se observarmos o longo tempo que estamos sendo atacados e permanecemos recuados, sendo levados por um imobilismo que nos espanta. Também se observarmos a forma que o governo está utilizando para nos mantermos na panela, já borbulhante, sem ainda reagirmos, cooptando as direções de determinadas seções sindicais que se venderam a muito para a lógica do patrão, atacando os sindicatos que não se rendem e permanecem travando a luta em defesa dos direitos dos trabalhadores, já conquistados, da ampliação das conquistas por um trabalho e salários dignos, que continuam travando a luta em prol da categoria docente e do trabalho digno.

Mas, conforme, o teu título insinua, mas não afirma (ou), temos um trunfo. Um ótimo trunfo. Não somos sapos. Somos seres humanos, trabalhadores em educação e um dia, espero que seja breve, iniciaremos esta reação.

Assim, mesmo pessimista em relação ao que está acontecendo na nossa UFBA e na APUB- seção sindical do ANDES-SN, continuo compreendendo que não seremos fervidos, não seremos abatidos por este cinismo que se instalou na nossa atual direção sindical local. Já diziam que o pessimista é o otimista bem informado. Assim, passo a algumas respostas, como representante ao ANDES-SN. E que a indignação é uma forma de reação, a primeira delas. Após esta, outras certamente virão.

1) Afinal, o professor é servidor público ou pertence à carreira de Estado?
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Carreira de Estado: não. Carreira de estado são os diplomatas. Já fomos, mas nos idos anos de 1960, mas tem muita gente que ainda acha que tem alguma chance de voltar, pois assim resolveria os problemas salariais e de carreira, mas não volta. Somos servidores públicos, porém, com estabilidade, e só.

2) Com a reforma última da previdência, de Lula, para os novos concursados (foi modificada a cláusula pétrea da constituição) ao serviço público (data em que a nova lei entrou em vigor), não haverá mais aposentadoria integral; todos se aposentarão com o teto do INSS; entretanto continuam a ser descontados pelo máximo salário enquanto esperam uma tal regulamentação de uma aposentadoria complementar. É isso que vale para os novos professores concursados?

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Aposentadoria: a reforma da previdência mudou as formas de aposentadoria, isto não há dúvidas, quem ingressa pós-reforma se aposentará com o salário integral, caso aposente dentro do prazo definido, 30 anos de contribuição para as mulheres, 35 para os homens. No caso dos professores do ensino fundamental e básico se mantém os 25 anos, desde que não atuem no ensino superior, neste caso podem perder a aposentadoria especial, mas isto ainda não está tão claro. Quanto ao teto do INSS, não. Este vale para a iniciativa privada; existe grande diferença aqui.
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 3-Caso os novos servidores trabalhem  por 35 anos ou 30 anos para as mulheres, respeitando a idade mínima de aposentadoria, receberão o salário integral, é claro, descontado o valor do desconto da previdência.


Como se pode verificar professor Francisco, retiraram e continuam a retirar nossos direitos. Desde 2003 estamos vivendo sob o ataque constante e desmedido do governo Lula da Silva, não só com as reformas que ele continua a realizar, mas, principalmente, com as políticas que estão sendo elaborados e que, de forma direta e trágica, atingem o nosso trabalho docente, no sentido de torná-lo cada dia mais intenso, desgastante e sobrecarregado, aumentando a precarização do trabalho docente já existente na UFBA há algum tempo, como nos mostrou De nise Lemos em sua apresentação sobre as condições de trabalho docente na UFBA frente a conjuntura atual.

Estamos sendo atingidos também quando observamos as mudanças que estão sendo realizado na Universidade Pública brasileira, se considerarmos o REUNI que na atualidade, já mostra muitas das suas inconsistências e problemas, porque planejados pelos de fora, pelos ditamos do BM e do FMI visando conformar a educação superior brasileira a uma lógica que não é nossa e que, está nos levando a perda da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão, princípios tão caros a nossa Universidade.

Mas, diante deste quadro, deste grave quadro atual, o ANDES-SN tem muito a dizer. Continua levando a luta contra a perda dos direitos dos professores universitários, MOBILIZANDO A CATEGORIA DOCENTE com inúmeras ações, produzindo textos críticos e levando a luta árdua contra um governo que insiste em atacar os que permanecem na luta e defendem a categoria. Inúmeras são as ações que fizemos e continuamos a fazer neste período, mas especificamente pontuo a greve de 2003, que teve como principal bandeira de luta a defesa da Previdência pública e contra à reforma da previdência proposta pelo governo à época e que retirava direitos constitucionais.

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59 dias
(8 de julho a 4 de setembro)
IFES e algumas IEES Defesa da Previdência Pública: não à reforma da Previdência proposta pelo governo federal (PEC 40), que visa retirar os direitos garantidos na Constituição Federal de 1998 Avanços na unidade e participação dos servidores públicos federais das três esferas de governo. O movimento também contou com o apoio dos trabalhadores do setor privado

Espero ter contribuído um pouco nos esclarecimentos solicitados. No entanto, o que move a conquista dos direitos e a manutenção dos direitos já conquistados é a mobilização da categoria, a clareza de que não podemos nos curvar a governos, partidos, reitorias, sejam elas quais forem. Por isso somos CONLUTAS. Por isso, convocamos a tod@s os professores para se juntarem na Luta em defesa da nossa categoria e da Universidade Pública brasileira, do ensino, pesquisa e extensão de qualidade e para todos. E esta luta, esta defesa é realizada pelo ANDES-SN, nosso sindicato nacional que continua na resistência e na luta.
Saudações sindicais, universitárias e CONLUTAS,

Cecília de Paula

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—–Mensagem original—–
De: apubdebates-l-bounces@listas.ufba.br [mailto:apubdebates-l-bounces@listas.ufba.br] Em nome de bethbite@ufba.br
Enviada em: quarta-feira, 4 de novembro de 2009 02:52
Para: apubdebates-l@listas.ufba.br
Cc: mariahelena@apub.org.br
Assunto: Re: [Apubdebates-l] DA SÉRIE: Professor, o otimista. Ou a teoria do sapo fervido.

Sim, prof. Francisco. A questão 2 abaixo é correta e o PROIFES pautou essa questão com o MPOG desde 2005, quando essa resolução entrou em vigor.

Ainda não obteve resposta oficial. Quanto à APUB, convocamos para o Seminario que apresentou essa questão, em 29 p.p. Estiveram presentes profs. de Barreiras e da UFRB, que assim como esta Diretoria, ficou indignada com a situação: os professores que entram a partir de 2005 não mais receberão aposentadoria integral. Uma boa luta judicial e política poderá desmanchar essa lei e retroceder nessa resolução, ou devolver o que está recolhendo acima do que contribui o trabalhador da iniciativa privada, além de obrigar o Estado a contribuir com a sua parte efetivamente. É o que acredita esta Diretoria, que participará do próximo Seminário do PROIFES, sobre essa previdencia.

Quanto ao Professor ser servidor público, sim. Sim tb a ser carreira de Estado, inclusive porque é anterior a este, em séculos. O sr. bem o sabe.

Entretanto, apresenta um equivoco fatal em suas afirmativas, ao chamar a APUB de Seção sindical. O sr. não pode jamais ignorar a consulta plebiscitária de 16 e 17 de junho p.p. que definiu os novos rumos desta entidade: APUB Sindicato.

Lembre-se tb que este plebiscito fora definido na AG de setembro de 2008.

Em nome dos 1.020 (um mil e vinte) Professores que se manifestaram e definiram os rumos da APUB, e de todos os que constroem a democracia sindical na APUB, a Diretoria solicita que o senhor não mais ignore que a APUB não é mais uma seção sindical de ninguém. A Autonomia e a Liberdade Sindical venceram. E a APUB hoje é mais feliz! O sr. já descobriu isso?

Atenciosamente,

Beth Bittencourt,

Secretaria Geral.

Citando Francisco José Duarte de Santana <franssuzer@gmail.com>:

> Continuo aguardando resposta sobre as questões da mensagem anterior

> reenviada abaixo.

> Francisco Santana

> ———- Forwarded message ———-

> From: Francisco José Duarte de Santana <franssuzer@gmail.com>

> Date: 29/10/2009 09:14

> Subject: Perdas gradativas de direitos

> To: “apub.debates” <apubdebates-l@listas.ufba.br>,

> apubemmovimento@yahoogrupos.com.br, Filiados <apub-l@listas.ufba.br>

> *DA SÉRIE: *

> **

> *Professor,  o otimista*

> **

> *Ou a teoria do sapo fervido.*

> Segundo a piada do otimista, ele teria caído do último andar do Empire

> State e quando estava mais ou menos pela metade da altura do edifício

> fez o seguinte comentário: “ATÉ AQUI TUDO BEM”.

> Segundo a teoria do sapo fervido se você tentar jogar ele numa panela

> com água quente ele reage violentamente e pode até escapulir pulando

> fora. Mas se você coloca ele numa panela com água fria e vai

> esquentando gradativamente ele fica numa boa até ser cozido

> totalmente. É o que estão fazendo com os professores particularmente.

> Começarei essa série inicialmente, não fazendo afirmações, mas fazendo

> perguntas ao meu sindicato ANDES e à sua seção sindical, a APUB.

> Eu pergunto ao ANDES  e à sua seção APUB o seguinte:

> 1) Afinal, o professor é servidor público ou pertence à carreira de Estado?

> 2) Com a reforma última da previdência, de Lula, para os novos

> concursados (foi modificada a cláusula pétrea da constituição) ao

> serviço público (data em que a nova lei entrou em vigor), não haverá

> mais aposentadoria integral; todos se aposentarão com o teto do INSS;

> entretanto continuam a ser descontados pelo máximo salário enquanto

> esperam uma tal regulamentação de uma aposentadoria complementar. É

> isso que vale para os novos professores concursados?

> Pedindo desculpas inicialmente pela minha ignorãncia na questão, peço

> à professora Cecília, vice-presidente da Regional III do ANDES e ao

> professor Israel, presidente da APUB-Seção sindical, sobre o assunto.

> Para isso pago minha mensalidade ao sindicato (se a APUB não o repassa

> ao ANDES a culpa não é minha).

> Saudações sindicais

> Francisco Santana.

—————————————————————-

Universidade Federal da Bahia – http://www.portal.ufba.br

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