Coordenador da APLB milindra seu partido


Parece que algumas falas do coordenador da APLB milindraram o seu partido…

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2 Respostas to “Coordenador da APLB milindra seu partido”

  1. osaciperere Says:

    Circulou na “debates-l”:

    —————————————

    Encaminho aos nossos proifessores da UFBA, UFRB e IFBA a posição anunciada pelo Prof, Eduardo Rolim de Oliveira, presidente do PROIFES-FEDERAÇÂO, em nome da entidade, a respeito da continuidade do Grupo de Trabalho instalado oficiaslmente com o Governo e suas três entidades representativfas, previsto para funcionar até 31/05/2012.
    Atenciosamente
    João Augusto

    —————————————

    Diz a mensagem do Prof. Eduardo Rolim Oliveira:

    Informo que o PROIFES-Federação tem sido consultado por telefone sobre a situação da negociação e de seus encaminhamentos tanto pelo MEC como MPOG e em nenhum momento formos perguntados sobre essa questão da Andes, em greve, negociar ou não, mas mesmo assim eu me antecipei e manifestei a opinião oficial da entidade, que é a seguinte:

    O PROIFES-Federação não tem posição sobre se a Andes deve participar ou não da Mesa de Negociação, isso é problema do Governo e da Andes, mas nós não aceitamos em hipótese alguma mudanças de regras no GT, Não entra nele ninguém que não seja uma dos sete nomeados na Portaria, para cada entidade. Disse inclusive ao MPOG que o governo deve receber o comando de greve da Andes, pois somos a favor do direito de greve, e ao contrário da Andes participamos ativamente do GT que levou o Brasil a ratificar a Convenção 151 da OIT, onde está previsto o direito à negociação coletiva. Deve receber o comando para discutir a greve, pois a Carreira só tem um fórum que é o GT. Não aceitamos nada em paralelo.

    Eduardo Rolim de Oliveira
    Presidente do PROIFES-Federação

    • osaciperere Says:

      Prezados Professores

      Depois do pronunciamento do STJ sobre o ANDES-SN, resta saber se o Proifes poderá participar de qualquer Mesa de Negociação… Não é pelo fato de serem “amigos do rei” que vão poder passar por cima das Leis do país. Ou será que estou equivocado?

      Ainsa ontem, li no Jornal A Tarde que o partido do coordenador da APLB andou puxando suas orelhas pelo encaminhamento que teve a greve dos professores da rede estadual de ensino. Não sei ainda qual foi sua reação, mas enquanto os sindicatos forem tutorados por partidos políticos, sempre a autonomia das entidades estará ameaçada. Temos que aprender a separar as coisas.

      Ainda que tenhamos os partidos das nossas preferências; ainda que votemos nos candidatos dos nossos partidos, é preciso que saibamos estabelecer os limites até onde eles podem atuar.

      Aliás, creio que podemos atribuir o “acriticismo” da UFBA nos últimos anos e a desmobilização da APUB à hegemonia dos partidos do governo que dita regras e silencia, de um modo geral, a participação docente.

      Não sei se o Prof. João Rocha, colendo diretor da APUB, tem acordo comigo…

      Saudações universitárias e sindicais.

      Menandro Ramos
      FACED/UFBA

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