Humor e dor na pesquisa acadêmica

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E (3).

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nquanto isso, professores dialogam através da “debates-l”, da UFBA, sobre as alegrias e tristezas do universo da investigação científica…

Caro Professor Zamparoni,

A) Rankings são de fato uma forma perversa de avaliação, especialmente quando conduzidos por consultores internacionais, através de critérios que podem não ser os mais adequados para avaliação de nossa realidade. Já se falou inclusive no “efeito ranking” (http://www.andifes.org.br/?p=23622) que ajudaria a perpetuar disparidades, mas os números  apresentados  pelo colega Sandro Machado – e que motivaram minha intervenção – referem-se a indicadores do INEP e aparecemos mal no retrato. Igualmente em posição desconfortável estamos em rankings produzidos nacionalmente, como o da Folha, que nos situa (em 2012) na décima segunda posição, abaixo de todas as “grandes” federais

 (http://ruf.folha.uol.com.br/2012/rankings/rankingdeuniversidades/),

inclusive Pernambuco, para que não se diga que estamos apenas abaixo do Sul-maravilha, que fica com todas as verbas etc etc. Podemos, é claro, sempre questionar os critérios de tais rankings, mas a reiterada colocação desconfortável da UFBA em praticamente todos eles não é nada abonadora e – no mínimo – dá o que pensar;

B) Não estou afirmando que as circunstâncias sejam animadoras; não estou sugerindo que as condições de trabalho sejam plenamente (em alguns casos, mas não em todos, sequer minimamente) satisfatórias, nem ignorando as mazelas de nosso modo (administrativo, burocrático, patrimonialista) de funcionamento. Antes pelo contrário, a anomia  pode muito provavelmente ter causa (ao menos parcial) justamente em tais modos de funcionamento e seus efeitos. O que me preocupa e o que estou sugerindo é que parece haver um (crescente?) acomodamento a essa situação. Algo do tipo: “as condições são péssimas”, “os estudantes são desinteressados e mal preparados”, “falta apoio logístico e material”, mas em compensação exige-se pouco, de modo geral. Quem faz mais que o mínimo, como você, assim age por impulso próprio, não porque a instituição assim o exija. Safar-se-ia com muito menos esforço e dedicação, se assim decidisse. Teria uma redução em seu ‘capital simbólico’, certamente, mas não em seu capital monetário, ao final do mês. Um considerável contingente de docentes (e porque não dizê-lo?, um igualmente numeroso contingente de discentes e técnicos-administrativos) safam-se no Minimalismo e não me parecem em absoluto interessados em mudar tal situação, desde que seus contracheques continuem chegando, de preferência com eventuais reajustes, mesmo que (esses sim!) simbólicos, no caso de uns, ou desde que suas aprovações (ainda que com média 5,0) continuem sendo lançadas em seus históricos escolares, no caso de outros. Será que estou sendo cego ou autista? Ou será a anomia apenas uma alucinação sociológica?

      Saudações,

marcos palacios

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Em 6 de dezembro de 2013 20:59
Prof. Dr. Valdemir Zamparoni <zampa@ufba.br> escreveu:
Sei não… Duas coisas;

A) qual os critérios e quem faz os rankings internacionais?
B) me parece estranho, senão cegueira e autismo, querer transferir a responsabilidade da situação caótica da UFBA aos docentes. A UFBA nao oferece sala aos professores, nem mesmo para receber orientandos, quanto mais local para sentar e produzir seja o que for. Cursos e Programas de PG sem pessoal de apoio, no máximo um servidor, que nao conta cóm os meios de trabalho. Falta impressora, tinta, etc, etc,,, até água falta. Ficamos semanas sem água mineral para beber no trabalho. Nos prédios, inclusive nos PAF, nao ha uma “sala de professores”, coisa corriqueira em qualquer escola de ensino básico e médio. Aqui os docentes nao tem nenhum espaço nem mesmo para tomar água e cafezinho. Na UFBA, obter esses meios é encarado como responsabilidade de cada orgao, de cada programa, de cada professor e nao da instituicao. Aqui, se queremos trabalhar, temos que criar as condições para isso!
Agora vejam: em todos os pavilhões há uma sala para a administracao do prédio, onde ha geladeiras, cafeteiras, computadores ligados a internet. Eu mesmo, quando dei aulas no noturno no PAF I, tinha que mendigar um cafezinho aos servidores pois nem mesmo havia cantina funcionando… Acham mesmo que tais circunstâncias são animadoras?
Abcs,

V. ZAMPARONI
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Em sexta-feira, 6 de dezembro de 2013, Marcos Palacios escreveu:

Editorial de O Globo, reproduzido no Jornal da Ciência (SBPC):

Creio que o foco do debate deve ser nossa própria situação, a situação interna da UFBA. Antes da crítica (à Reitoria, à burocracia, ao MEC, ao REUNI, ao Governo, ao produtivismo imposto pelas agências de fomento, aos baixos salários, ao Imperialismo…) cabe a autocrítica. Antes de nos preocuparmos por estarmos abaixo da Turquia, Rússia, USP, UFRJ, UFMG, ou quem quer que seja, cabe perguntar o que fazer para melhorar nossos péssimos indicadores.
Concordo, a situação é de anomia e há uma quase irresistível tendência de acomodação a essa situação que – sejamos honestos – tem suas compensações pessoais. Faz-se o mínimo: o mínimo de horas aulas, o mínimo de preparação, o mínimo de exigência de desempenho por parte de nossos estudantes (muitos dos quais se graduam sem lerem um livro, de cabo a rabo), o mínimo de dedicação à pesquisa, à extensão ou ao que seja. O mínimo. O mínimo, ao que parece está sendo mais que suficiente: garante os PITs e RITs; garante os salários no fim do mês; garante ascensões funcionais através de avaliações corporativistas que cobram o mínimo dos mínimos; garante consciências tranquilas no sono noturno nada mínimo.
Vamos permanecer no Minimalismo, buscando bodes expiatórios externos? Até quando?
Saudações,
marcos palacios
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Em 6 de dezembro de 2013 11:24, Jorge M. David <jmdavid@ufba.br> escreveu:

Prof. Sandro:

É uma tristeza! Os CPC dos cursos de Química estão nas últimas posições sendo que o bacharelado ocupa a  última posição dentro da UFBA! Sabíamos disso há um ano e não fizemos nada até agora.

Att

Jorge M. David

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Caros colegas, o INEP divulgou nesta sexta a lista com os resultados da avaliação dos nossos cursos. Os resultados completos podem ser acessados aqui. Infelizmente creio não ser confortável a nossa posição.

A nossa posição no Rank pelo IGC contínuo é a de número 46. Mais que isso. Coloquei abaixo uma lista com os cursos com CPC da UFBA

A média dos CPCs é de 2,68. Dos 46 cursos avaliados somente 17 têm notas acima de 3,0, sendo que destes 7 são de licenciatura

Só existe uma engenharia acima de 3 (mecânica). A média do curso de engenharia é de 2,83

Cursos que tradicionalmente possuem mais interação com a sociedade em geral, por intermédio de atividades de pesquisa e/ou extensão possuem notas baixas, com algumas poucas exceções

Por enquanto podemos dizer que somos, no máximo, uma universidade mediana.

Pela minha avaliação singela (não tenho nenhuma pretensão, sinceramente de reter a verdade), o nosso viés é de baixa

Hoje vejo apáticos colegas meus de grande potencial

É uma letargia congelante que nos invade, pelo medo, pela acomodação, e pelas inúmeras dificuldades em se trabalhar na instituição

Estamos sendo engolidos pelo monstro da burocracia desenfreada

Um sincero abraço a todos
[Sandro Lemos Machado]

4 Respostas to “Humor e dor na pesquisa acadêmica”

  1. Duílio Says:

    não resisti de espiar o que está rolando pelo mundo virtual. não sei por que diabo insisto em trazer meu notebook para a praia. podia ficar apenas tomando minha cervejinha maneira, que o calor tá brabo.
    e is que me deparo com uma discussão em estilo. gente coisa é outra fina. me sinto um et diante das sumidades.
    mas como humano, com algum entendimento do escrito no papel em branco, ou na tela do computador, peço licença para dar uns pitacos onde nao sou chamado.
    tenho observ ado que alguns acadêmicos se julgam o suprassumo da competencia universitaria. será que são mesmo? a olhos de queem? o fato de escrever artigos em ingles, de falar algumas línguas, os fazem bons profissionais? será que seus alunos têm a mesma opinião? e os seus colegas, o que pensam? e os funcionarios das instituições onde trabalham como os veem?
    suas pesquisas contribuem em algo para a transformação da sociedade, da vida ardua da população?
    eu queria que alguém me explicasse como funciona um curso de comunicação e a pós-graduação ligada a ela. qual o resultado das suas extensas pesquisas?
    tenho lido horrores sobre a imprensa, a tv, o radio que sempre estão nas maos dos poderosos. e aí eu pergunto, qual o papel da comunicação se a imprensa quase toda é comprometida com o capital? o que ensinam os professores nas faculdades de comunicação?
    outra coisa que me intriga é o número de concorrentes nos vestibulares para as faculdades de comunicção. no caso de salvador, são pouquíssimas as empresas de comunicação. o que vazem os alunos depois de formado, se o mercado de trabalho é tão limitado? vão ser assessores de políticos corruptos?
    tenho certeza que os doutores da ufba haverão de me trazer essas e outras luzes de que sou tão carente, homem de poucos palácios e muitas choupanas.
    volto par tomar minha geladinha que está suando que nem cuscuz…

  2. Marcos Palacios Says:

    Ao postar o vídeo no contexto de uma discussão sobre produtividade acadêmica, avaliação de cursos, condições materiais para a produção científica na Universidade, o Prof. Menando Ramos indica que, de alguma forma, concorda com as doutas observações que o vídeo traz para o debate. De fato pode estar aí uma excelente bandeira de luta para os Docentes Minimalistas: abolição da Pós-Graduação já! Que besteira isso de ficar pesquisando, não é mesmo? Não leva a nada, só gasta papel e tinta de impressora… E – ainda por cima – cria essa camada de gente privilegiada com bolsas de estudo e alguma vezes até acesso a laboratórios de pesquisa e computadores! Ora para que tudo isso? Acaba aumentando a carga de trabalho dos professores: obriga a essa chatice que são as orientações acadêmicas, traz a necessidade de leitura de livros grossos e difíceis, experimentos complicados, produção de artigos e – em alguns casos patológicos – até de teses! Além disso, (horror dos horrores!) tudo isso pode ainda envolver Teorias! Tremenda carga de trabalho, não é mesmo?. Pior ainda: obriga as pessoas ao penoso exercício da reflexão, sobre o mundo e suas ideias, sobre o quotidiano, sobre a Natureza. Como todos sabem, já está mais que provado que pensar mexe com os neurônios, dói e causa dor de cabeça. Melhor ficar só com oito horinhas de sala de aula, orientação de um ou outro TCC se for inevitável, lutar pela abolição imediata desses penduricalhos dispendiosos que são a pós-graduação e a pesquisa e desfrutar o que sobra das 40 horas com uma boa praia ou uma cervejinha bem suada no bar da esquina….

    Saudações,
    marcos palacios
    Professor da graduação E pós-graduação
    Facom/Ufba

  3. Menandro Ramos Says:

    O bom da “livre tribuna”, Prof. Palacios, é permitir que se conheça o quão a realidade, os feitos e os ditos são interpretados ao bel-prazer do freguês. Sem dúvida, ainda que sendo trágico, tem também o lado hilário… O que estimula alguns a sentenciarem: “Hay que perder lo amigo, pero sin perder la piada jamás!” Rsss.

  4. Francisco Santana Says:

    Nem contra Turcos nem contra Pernambucanos. Nada de preconceitos.

    Foi da Universidade de Pernambuco que saíram Mário Schenberg, Leite Lopes que com outros como Cesar Lattes fundaram o CBPF e por isso são considerados os pais da Física Brasileira.

    Por que será que Pernambuco está a frente da BAhia? será por que os professores de lá têm as mesmas condições de trabalho de cá, mas serão mais motivados?. Duvido.

    Saiamos do tema universidade e passemos ao tema portuário para chamar a atenção para uma fato que os debatedores desse tema estão esqucendo totalmente, o papel dos gestores públicos e dos líderes políticos para o sucesso ou fracasso de qualquer empreendimento seja cultural ou econõmico.

    Os líderes políticos e governadores de Pernambuco traçaram o plano desde 1978 de construir o maior complexo portuário do Norte-Nordeste, o SUAPE. E hoje ele é uma realidade exportando até parte da soja da Bahia cuja outra parte é exportada por santos ou Paraná.

    E o que aconteceu com a Bahia? O porto de Salvador foi fechado para cargas e se tornou um porto para navios turísticos. Por ironia é inaugurada agora a via expressa cuja finalidade principal era escoar as cargas do porto direto para a BR-324. Se ela tivesse sido inaugurada há 10 anos, teria mais serventia. E a baía de Aratú que poderia ser o complexo portuário mais importante da A. Latina só não foi sucateado também pela existência do polo Petroquímico e da Petrobrás.

    Isso terá acontecido por desmotivação dos portuários, estivadores, dirigentes dos portos, dos caminhoneiros etc. ?

    É claro que não. Aí dirão: esse exemplo é um absurdo, não tem nada a ver. Não? Então voltemos a universidades.

    Edgard Santos deixou-nos uma universidade das mais respeitadas a nível nacional. A partir de 1964 começaram os primeiros passsos para se mudar o sistema universitário brasileiro, uma exigência não só das esquerdas como das esferas do poder em nome da modernidade. Dos estados, o que menos tirou proveito dessa mudança, salvo alguns casos pontuais, foi o Estado da Bahia. Estados que não tinham universidades passaram a ter e os que já tinham pasaram a ter mais de uma.

    Tomemos o exemplo da Paraíba. Uma Universidade criada muito tempo depois da UFBA, hoje se transformou em duas grandes universidades federais, com um sistema multicampi já de vinte anos atrás e ambas com todos os cursos estratégicos das grandes universidades, como medicina, várias modalidades de engenharia, como elétrica, eletrõnica etc. Só na universidade de Campina Grande existem 17 laboratórios de Engenharia Elétrica e outros tantos de Ciência da Computação mais modernos possíveis. O doutoramento em Engenharia Elétrica da Paraíba já existia muito antes da UFBA sonhar com o mestrado na mesma área.

    E porque isso aconteceu? porque os professores eram mais motivados que os da UFBA? Justamente o contrário, os gestores e líderes políticos da Paraíba ofereceram condições que motivaram os professores de lá e atraíram jovens professores motivados para lá.

    É bem verdade que essa revolução esteja vinculada a um nome: Lynaldo Cavalcanti, mas ele foi além de um grande amante da ciência e da tecnologia, um grande político que consseguia unir os líderes políticos da Paraíba nos seus projetos, de prefeitos a deputados federais. Como a paixão dele era ciência e tecnologia, ele não agiu só dentro da Universidade como reitor dela, mas criando órgãos os mais diversos de ciência e tecnologia no estado da Paraíba, além de atuar junto aos estados e municípios para a criação de secretarias estaduais e municipais de ciência e tecnologia. Na Bahia se deu ao contrário; Roberto Santos, quando governador, criou a Secretaria de Ciência e tecnologia, mas quando veio ACM, essa secretaria foi esvasiada; o CEPED também e acabou deixando de existir.. Terá sido por desmotivação dos funcionários do CEPED? Claro que não.

    A UFBA das épocas gloriosas também está vinculada a um nome, Edgard Santos. Ele foi o responsável pela criação do Hospital das Clínicas que agora foi privatizado. E pela criação ímpar no país dos cursos de música, dança e teatro. A UFBA já teve uma famosa orquestra sinfõnica, um corpo de Balet e um coral famosos em todo o país. E a única universidade que tinha um senhor curso de teatro com um teatro com painés eletrõnicos. A decadência disso se deu por desmotivação dos professores dessas instituições? Claro que não.

    Feito essas considerações, passemos agora para uma análise mais global, sem nos dispersarmos num cáos de coisas pequenas como motivação de professor, falta de condições trabalho etc. Nem um país que quer melhorar o seu sistema de educação comete o cabotinismo de culpar seus professores e arrochá-los para obter melhores resultados. Quando os EUA se sentiram atrazados em relação aos russos na década de 50, a primeira reação foi soltar recursos e mais recursos para se reformular seus cursos colegiais de matemática e física.

    Vamos a essa análise. Toda revolução ou reforma se faz com muitos recursos e com o sacrifício de uma geração em benefício das mais novas. Isso aconteceu com a universidade brasileira nos fins de 60 e início de 70. Houve uma grande reforma universitária, abolindo o sistema de cátedra vitalícia, inclusive, satisfazendo alguns reclamos da esquerda, mas sobretudo impondo um sistema novo, moderno e moderno para as eferas do poder era o sistema americano, com mestrado, doutorado, publicação de papers em revistas de renome etc.

    Aconteceu justamente o esperado. Gerações que se sacrificaram para implantar o novo sistema, mesmo que não fossem usufruir dele (não foi evidentemente uma coisa homogênea, variando com a área), muitos recursos para as áreas de ciêcia e tecnologia e novos horizontes abertos para as novas gerações que passaram a considerar o ingresso na universidade como um emprego de futuro o que antes era uma coisa impensável a não ser para os filhos ou afilhados dos catedráticos. Além disso os novos recursos ampliaram o número de vagas progressivamente.

    As geraçõees de professores que entraram a partir dos fins de 70 foram as novas gerações beneficiadas. Mas elas não perceberam que esse sistema novo implantado se esgotou e começou a se esgotar desde 1995, mais ou menos. Dele só sobrou seu esqueleto burocrático.

    Os que se indentificam com essa burocracia conseguem se beneficiar o máximo com ela, os que não se identificam mas tem juízo procuram se amoldar para não se prejudicarem e um número muito pequeno não se adaptam e preferem se prejudicar.

    O esgotamento desse sistema se deu por duas razões:

    1) Ele foi feito copiando um outro sistema sem a devida redução sociológica (Guerreiro Ramos), desprezando princípios de autosuficiência, autosutentabilidade etc.
    2) A partir do plano real, vieram novas ordens do império para nós, representadas pelos eufemismos do economês chamados, superavit primário e ajuste fiscal. A partir dessa nova ordem, a diretriz para o ensino público universitário é oposta à de 1970 e pode ser resumida no refrão sindical;

    FRITAR O PORCO NA PRÓPRIA BANHA. Não vou aqui detalhá-la, mas qualque professor pode fazer isso examinando as diretrizes traçadas nos últimos 17 anos.

    Daí essa questão de minimilazação ou maximalização ser relativa.

    Aqueles que acham que seu senhor é o povo brasileiro, a nação brasileira, tem um critério diferente de se é bem pago ou mal pago pelo seu trabalho, do que aqueles que acham que o seu senhor são aqueles fantoches do imperialismo que têm o poder de definir o que é bom ou o que é ruim para a nossa nação.

    F. Santana

    Em 6 de dezembro de 2013 23:48, Marcos Palacios escreveu:

    Caro Professor Zamparoni,

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    Caro Professor Zamparoni,

    A) Rankings são de fato uma forma perversa de avaliação, especialmente …..

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