– O Desabafo de uma Professora da SEC-BA

4 Respostas to “– O Desabafo de uma Professora da SEC-BA”

  1. Adalberto Says:

    Muito bleleza, porém a população não acredita de que a educação seja uma prioridade. Por isso, os governantes não dão importância.
    Adalberto

  2. Maria lilásia Rodrigues Formigli Rebouças Says:

    Sou professora,filha de um casal de professores,mãe de cinco professores, irmã de três professores mas não me conformo com as greves. Será que estes “mestres” não sabem argumentar e convencer as autoridades? Usam métodos de trabalhadores braçais e deixam os alunos que eles tanto “prezam” fora da escola, sujeitos sabe Deus a que perigos.!…

  3. Jurema Says:

    Nós não somos tutores ou “cuidadores” das crianças, adolescentes e jovens filhos de terceiros, somos responsáveis sim e igualmente às autoridades (que citarei mais adiante) – com um ensino de qualidade, vislumbrando a construção da identidade cidadã – repetindo: tanto quanto às autoridades, leia-se: prefeitos, governadores, secretários da educação.

    Somos responsáveis em tudo e por tudo pelos filhos que geramos e que DEVEMOS custear-lhes as necessidades, sem criar monstros soberbos, mas sim pessoas de caráter firme consolidadas com os pensamentos voltados para Deus ( isso mesmo, exatamente) e os nossos semelhantes.

    Não somos responsáveis, entretanto pelo(a) filho(a) do (a) vizinho (a) que resolveu vender crack, pois este é um problema social que não cabe ao/a professor/a resolver, solucionar. Cito apenas esta forma de degradação, posso citar também às pseudo-dancarinas que mais parecem strepper da música (sic) pagode…

    Devemos ensinar a ler, escrever e interpretar a própria vida, pois somos educadores, profissionais em educação, professores e não babás com Graduação, Especialização, Mestrados, Doutorados.
    Se um pai, ou uma mãe não consegue compreender isso e não concorda com a greve, ensine o pouco que sabe em casa mesmo e pare de questionar os profissionais que tentam mudar as coisas erradas sem violência, porém exigindo respeito.

    Nem só de futebol e músicas ridículas deveria viver o Brasil. Quando me cansei de ver um dos meus sobrinhos que simplesmente amo demais com déficit de aprendizagem, comprei material e começamos em família um rodízio de parendizagens, pois ele estava, como criança que era, triste vivendo uma realiade iletrada: em diversas lojas, bancas e lojinhas comprei material farto de alfabetização e hoje ele lê e escreve, interpreta…

    Mas se a questão é pai pobre demais ou mãe idem que não pode sequer comprar uma tabuada ou os antigos ABC’s a R$ 1,00 (um real), não cabe ao professor resolver o problema da pobreza ou miséria brasileira, me poupe!

    E tenho dito!

  4. Mantinéa Gomçalves Ferreira Fernandes Says:

    Faço minhas,as palavras,do desbafo da colega.Enquanto os pais reclamam,deveriam usar o bolsa familia para comprar lápis e cadermo reforçando em casa com seus filhos delegando o mínimo do aprendizado, orientando e também apoiando a posição dos professores.Infelizmente alguns pais estão chateados em estarem com seus filhos dentro de casa, pois atribuiram a nós o que é de responsábilidades deles, educação doméstica. Muitos nem aparecem na escola, jogam literalmente, os mesmos no turno integral e agora estão reclamando por ter que aguentá-los dentro de casa. Garanto que em suas casa podemos encontrar cds do mais novo ¨pagode¨que está em evidência e que toda família sabe a letra da música e os passos que se segue.

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