Archive for agosto \31\UTC 2015

Comitê Provisório

agosto 31, 2015

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PQP 2015

Surrealismo proifense

agosto 31, 2015

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Proifes Surreal 2015.

Mena,

Veja a última da Proifes, uma seção sindical inexistente está favorável à  pelegada. A dita seção inexistente, aponta saída da greve, e pasme, aceita a proposta da Proifes.  Rsrsrsr . Estou vivendo tempos surreais, seção sindical da Apub? … Deuses me protejam!!

Maria Inês Marques
FACED/UFBA

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Docentes do IMS/UFBA pautam a permanência na greve e reivindicam votação online

Aconteceu ontem a Assembleia Geral da seção Apub do IMS, campus Anísio Teixeira, em Vitória da Conquista. Na ocasião, foi debatida as formas de participação ativa nas assembleias de docentes da UFBA, que são realizadas em Salvador. Foram levantadas propostas como realização de assembleias simultâneas e possibilidade de voto online e plebiscito, para possibilitar uma representação do IMS nas decisões e rumos da categoria.

No ponto de pauta para avaliar a greve das universidades federais, os docentes votaram a favor da proposta de reajuste salarial do Proifes, a ser negociada com o governo, e deliberaram por uma comissão permanente para promover discussões sobre as pautas locais dos docentes. Nesse contexto, os presentes discutiram as possíveis formas de mobilização para que a carga horária dos professores do IMS seja diminuída, de acordo com a determinação nacional. Para dar prosseguimento ao tema, foi encaminhada a realização de um debate sobre Carga Horária para o dia 02 de setembro, no qual os coordenadores dos colegiados serão convidados a compor a mesa.

Outra questão que abrange as demandas da categoria é a discussão sobre aposentadoria e previdência complementar. Quanto a isso, a professora Danielle Medeiros colocou o interesse da seção Apub em trazer um representante da Funpresp para introduzir esta discussão também no campus Anísio Teixeira, semelhante ao promovido pelo sindicato no dia 05 de agosto, na UFBA em Salvador.

Entre os encaminhamentos, foi decidida a participação dos professores no ato em defesa da educação pública, realizado hoje (28) na Praça 9 de novembro, em Vitória da Conquista. A próxima Assembleia será no dia 03, às 14h no auditório do pavilhão de aulas, coincidindo com a AG Apub em Salvador.

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De todo modo, há quem proponha uma saída “honrosa” para o Proifes…

chute no proifes

O conceito de Professor Emérito

agosto 31, 2015

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PROFESSOR EMÉRITO 2015

Da série: “Memórias da UFRJ”

Negociações engripadas

agosto 31, 2015

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Negociações Engripadas 2015

Tempos pós-modernos…

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A.

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intransigência do governo em negociar com os servidores federais em greve, ditada pelos ministros ligados aos interesses do capital paralisam parte das instituições públicas trazendo para o país prejuízo incalculável

O Fórum das Entidades sindicais dos servidores públicos federais publicizou nota a esse respeito:

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Reajuste em quatro anos, não!

O Fórum das Entidades sindicais dos servidores públicos federais, em reunião realizada no domingo, 30 de agosto, amplamente representativa, decidiu, por unanimidade, não aceitar a proposta de reajuste plurianual apresentada pelo governo (21,3% parcelado em quatro anos), por considerá-la insuficiente, vindo à público esclarecer à sociedade sobre a negociação em curso.

Tal decisão foi tomada após amplo debate no qual as entidades concluíram que a proposta apresentada pelo governo não considera as perdas dos servidores públicos federais nos últimos quatro anos. Além disso, a política econômica em curso não tem conseguido manter a inflação estável, aprofundando a corrosão salarial. Ainda, não há disposição do funcionalismo público federal em aceitar uma proposta que sequer cobre a inflação projetada pelos próprios indicadores oficiais, como também não considera as perdas passadas, o que significa uma drástica redução no poder aquisitivo dos trabalhadores.

A intransigência do atual governo nas mesas de negociação não se resume à apresentação de proposta rebaixada. Ações que visam a deslegitimar e pressionar os trabalhadores têm sido uma marca do governo, na medida em que ordenou o corte de ponto dos trabalhadores de categorias que estão em greve, tal como os trabalhadores do INSS. Tal postura não contribui para o avanço das negociações entre governo e funcionalismo, como também não ajuda a avançar nas negociações, ao condicionar o aceite do índice geral rebaixado (21,3% divididos em quatro anos) à negociação das pautas especificas das categorias que estão em campanha salarial neste momento.

As consequências do ajuste fiscal aplicado pelo governo tem recaído sobre os trabalhadores. Cortes no orçamento dos serviços públicos, em especial nas áreas da saúde e da educação; demissões nas montadoras que receberam incentivos fiscais e redução de impostos do governo nos últimos anos, justamente para não demitir; medidas provisórias que atacam direitos previdenciários, bem como o endurecimento nas negociações com o funcionalismo, são exemplos de que são os trabalhadores que estão pagando a conta da crise. Enquanto isto, aumentam os lucros dos banqueiros e dos mega empresários, que continuam a bater recordes a cada ano.

Diante deste cenário, o Fórum dos Servidores Federais unificou sua posição de não aceitação da proposta do governo, exigindo negociação real e imediata, pois o que se viu até agora foi a imposição unilateral de uma proposta rebaixada, que não encontra acordo em nenhuma das entidades que compõem o Fórum dos SPFs. Entretanto, nossa unidade não acontece somente em relação à negativa da proposta. Em uma só voz queremos dizer que continuaremos a lutar e a construir ações unitárias nas ruas deste país.

Queremos, ainda, demonstrar a nossa disposição em avançar nas negociações, cobrando do governo uma mudança de postura na mesa de negociação e melhorando a proposta em relação ao índice e ao tempo definido para os reajustes. A unidade dos servidores públicos, ampliada a cada dia, visa à prestação de serviços públicos de qualidade para a população brasileira, já tão penalizada com a alta carga tributária e a redução de direitos trabalhistas no país.

Por fim, lamentamos que o governo mantenha a postura intransigente na mesa de negociação, prolongando o conflito e as greves em curso e prejudicando a população brasileira, que quer ver restabelecidas as atividades dos serviços públicos, principalmente nas áreas da saúde e da educação.

FÓRUM DAS ENTIDADES DOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS

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Eméritos clamam por correntes

agosto 31, 2015

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EMÉRITOS-CLAMAM-POR-CORRENT.

DD.

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ói? Dói. Mas é verdade a notícia, a mais pura verdade, com assinatura em baixo e tudo mais. Professores Eméritos da UFRJ clamam pelas correntes, pelos grilhões do MEC, pela perda de autonomia acadêmica. Foram mais ou menos essas as palavras proferidas pelo Saci ao ler a tal CARTA DOS PROFESSORES EMÉRITOS do Rio de Janeiro.

Para o pestinha, quando um professora galga a “emeritude” do título honorífico concedido apenas a pessoas especiais por conta do que realizaram na academia, após pendurarem a chuteira, ele não pode jamais se prestar a papéis servis, menores como o de pelego, de traidores da categoria.

– Até porque, chefia, em nenhum momento os “emerilegos”, diferente do que afirmam em relação à greve, são incapazes de discernir os malefícios – leia-se ajuste fiscal e cortes  levyanos –  que de fato vêm ameaçando a Universidade enquanto instituição de ensino, pesquisa e extensão de qualidade. Que o senso comum faça isso, que haja assim ou que assim se manifeste, é até compreensível. É imperdoável, entretanto, a genuflexão quando se tratas de intelectuais supostamente esclarecidos.

Abaixo, as questões levantadas por Zezinho, a nota do atual reitor da UFRJ e a mencionada “Carta dos professores Eméritos’.

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zezinho

Para o Saci, pueril o Zezinho levantou questões fundamentais que muitos PHDeuses jamais ousariam levantar em todos os caminhos acadêmicos que percorreram…

Nota de Interesse Público e da Comunidade da UFRJ:
 
A reitoria registra a sua preocupação e lastima que um grupo de docentes Eméritos, sem qualquer diálogo prévio, tenha exortado, por meio de Carta datada de 20 de agosto de 2015, o ministro da Educação a realizar intervenção governamental na UFRJ, em desrespeito ao preceito da autonomia universitária assegurada constitucionalmente, ao recente processo eleitoral, validado por unanimidade pelos conselhos superiores da Instituição, e aos colegiados superiores.
 
A UFRJ sofreu duramente na ditadura, inclusive quando setores acadêmicos listaram os professores considerados subversivos para serem afastados compulsoriamente da universidade. Em 1998, alegando que o candidato que venceu a eleição, Professor Aloísio Teixeira, possuía vinculação com os sindicatos, docentes solicitaram ao ministro da Educação da época, Paulo Renato Souza, a nomeação de um reitor não eleito pela comunidade, jogando a UFRJ em uma de suas maiores crises institucionais com graves consequências para o ensino, a pesquisa e a extensão, precipitando a aposentadoria de centenas de docentes que não suportaram o ambiente de arbítrio, afetando gravemente a pós-graduação.
 
Os trâmites relativos a pedidos de afastamento do país para a realização de atividades acadêmicas, recebidos pela Reitoria entre 28 de maio e 28 de agosto, foram atendidos e publicados em Diário Oficial. Nesse período, a UFRJ concedeu 77 pedidos de afastamento do país, garantindo que os docentes realizassem suas atividades.
 
Em relação ao calendário acadêmico, desde a gestão anterior da reitoria, o Conselho Universitário aprovou resolução reconhecendo a legitimidade das greves e assegurando o direito de greve dos estudantes, propugnado futuro ajuste no calendário. O colegiado institucional responsável pelo calendário é o Conselho de Ensino de Graduação (CEG). As solicitações de excepcionalidade seguem sendo examinadas autonomamente pelo CEG que já reconheceu particularidades no Colégio de Aplicação, mantendo as atividades acadêmicas no terceiro ano do ensino médio, bem como as atividades de internato do curso de medicina.
 
A UFRJ não irá afrontar o direito de greve por meios coercitivos. 
 
No que se refere ao funcionamento da UFRJ, por definição estatutária e de seus colegiados superiores, a instituição busca a sua legalidade e sua institucionalidade na Constituição Federal, em seu Estatuto e no ordenamento legal pertinente. Todos os atos da instituição estão assim referenciados. 
 
Visando garantir espaços abertos à controvérsia, como é próprio da universidade, a reitoria convidará todos os seus Eméritos para uma reunião para discutir os problemas que afetam a UFRJ, particularmente, a sua grave crise financeira, advinda de um longo período de subfinanciamento, bem como para que possam contribuir, com a experiência acadêmica que os singularizou como Eméritos, para a solução dos mesmos e, sobretudo, que sigam inspirando com sua experiência o permanente aperfeiçoamento institucional da UFRJ, em prol da sociedade brasileira.
 
Rio de Janeiro, 28 de agosto 2015.
 
Roberto Leher
Reitor da UFRJ

 

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Camaradas,
Os docentes (d)eméritos da UFRJ estão tentando articular um golpe contra o Roberto Leher ou, no mínimo, constrangê-lo no exercício de suas funções. Trata-se, explicitamente, do começou uma forte batalha ideológica pelo modelo de universidade. Os assinantes (pelo menos os de letras, comunicação e história) são quadros do pensamento conservador e do campo das desrrazão…Sendo alguns do campo da razão subalterna.
Todo apoio ao reitor recém empossado e defensor histórico da educação pública no Brasil.
Abraços,
Milton Pinheiro
CARTA DOS PROFESSORES EMÉRITOS DA UFRJ
Exmo. Sr Ministro da Educação
Professor Renato Janine Ribeiro
Esplanada dos Ministérios, Bl. L – 8o Andar – Gabinete 70047-900 – Brasília – DF (e-mail: gabinetedoministro@mec.gov.br)
Rio de Janeiro, 20 de agosto de 2015
Senhor Ministro,
Na qualidade de Professores Eméritos da UFRJ trazemos à sua atenção nossa profunda preocupação com episódios recentes que vêm ameaçando a nossa Universidade enquanto instituição de ensino, pesquisa e extensão de qualidade. Nossa preocupação vai além da quase completa paralisação das aulas e atividades administrativas numa greve que já dura 3 meses. Greves por longos períodos já ocorreram no passado, mas o que presenciamos agora é de gravidade sem precedentes: a transformação de instâncias sindicais em canais de tramitação dos procedimentos acadêmicos, e de decisão sobre questões da alçada do Conselho Universitário e do próprio Reitor.
Relatamos a seguir apenas dois exemplos de episódios recentes de nosso conhecimento:
1) Foi negado o pedido de afastamento do país de docente visando participar de evento científico representando a UFRJ. O processo seguiu as etapas iniciais de avaliação; porém, antes de ser encaminhado à Reitoria, duas entidades ligadas ao SINTUFRJ (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da UFRJ), “Comando Local de Greve” e “Comissão de Ética” sentiram-se no direito de analisar e negar o afastamento por não considerá-lo uma atividade essencial. Solicitações análogas de outros docentes tiveram o mesmo desfecho. Na prática isto representa uma usurpação, aparentemente consentida, da autoridade da Reitoria, à revelia de qualquer norma ou regulamento da Universidade.
2) Em reunião do Conselho Universitário de 13/08/2015, o professor Afrânio Kritski, diretor da Faculdade de Medicina e com aprovação da respectiva Congregação, solicitou posicionamento do Conselho Universitário, órgão colegiado máximo da UFRJ, sobre o reinício das aulas na sua Unidade, conforme desejam seus professores. Em resposta, o Pró-Reitor de Graduação, professor Eduardo Serra, informou que o Conselho de Ensino de Graduação deliberouque excepcionalidade deste tipo deveria ser encaminhada ao CLG (Comando Local de Greve), procedimento acatado pelo Reitor, não incluindo o assunto na pauta do Consuni.
Entendemos que a avaliação de questões acadêmicas por instâncias de caráter sindical, como o “Comando Local de Greve” e a “Comissão de Ética”, invertem a prática universal em instituições de ensino e pesquisa do julgamento pelos pares, inviabilizam a convivência universitária sadia e prejudicam gravemente a reputação da nossa Universidade.

A UFRJ segue uma rota perigosa, que em breve poderá tornar-se irreversível. Certos de sua compreensão sobre a gravidade da situação institucional vigente, contamos com sua ação pronta e enérgica no sentido de apurar as responsabilidades por episódios como os descritos e regularizar os procedimentos acadêmicos da UFRJ.
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Saudações Universitárias,
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– Antonio Carlos Secchin, Faculdade de Letras
– Antonio Flávio Barbosa Moreira, Faculdade de Educação
– Fernando Cardim de Carvalho, Instituto de Economia
– Fernando Garcia de Mello, Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho
– Heloísa Buarque de Hollanda, Faculdade de Educação
– I-Shih Liu, Instituto de Matemática
– José Murilo de Carvalho, Instituto de História
– Luiz Felipe Canto, Instituto de Física
– Marcello André Barcinski, Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho
– Martin Schmal, COPPE
– Nelson Velho de Castro Faria, Instituto de Física
– Radovan Borojevic, Instituto de Ciências Biomédicas
– Willy Alvarenga Lacerda, COPPE
– Antonio Dias Leite, Instituto de Economia
– Erasmo Ferreira, Instituto de Física
– Fernando de Souza Barros, Instituto de Física
– Gilberto Barbosa Domont, Instituto de Química
– Herch Moysés Nussenzveig, Instituto de Física
– João Saboia, Instituto de Economia
– Luiz Bevilacqua, COPPE
– Luiz Pereira Calôba, COPPE
– Mario Luiz Possas, Instituto de Economia
– Muniz Sodré, Escola de Comunicação
– Nicim Zagury, Instituto de Física
– Takeshi Kodama, Instituto de Física
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Proifes: linha direta com o MEC

agosto 28, 2015

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linha direta 2015.

H.

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á momentos que tenho vontade de mandar o Saci para aquele lugar. Enquanto eu tentava falar com os correspondentes deste Blog em Brasília, principalmente depois de saber de um incidente em que a polícia andou arrastando um estudante pelos cabelos, quando o mesmo tentava fazer um apelo artístico ao MEC, valendo-se de uma lata de spray, eis que vem o abusado torrar-me a paciência:

– Cês do ANDES-SN estão desprestigiados mesmo! Enquanto uma quantidade enorme de professores tenta heroicamente falar alguns minutinhos com o secretário do secretário do secretário do MEC, a Proifes governista recebe os informes de mão beijada e por meio de uma linha direta…

Tentei dar-lhe  um safanão, mas o pilantra, ágil feito uma pulga, saltou fora deixando-me rodopiar no vazio. Por pouco não me estabaquei no chão.

Só depois de algum tempo que fui perceber que o sacripanta fizera aquela patacoada toda por conta do e-mail da diretoria da APUB enviado para os professores da UFBA. Sentindo-se toda íntima dos subterrâneos do Palácio do Planalto…

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Governo responde ao Proifes reafirmando índices e prazos, mas propondo discussão sobre carreira

A Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (SRT/MPOG) apresentou nesta sexta-feira (28) nova proposta do governo para os professores federais (leia ofício aqui). O documento reafirma a proposta anterior no que tange aos percentuais de reajuste de 5,5% em 2016, 5% em 2017, 4,75% em 2018 e 4,5% em 2019, totalizando 21,3% nos quatro anos. Esta proposta de prazos e índices já havia sido rejeitada pelo Conselho Deliberativo (CD) da Federação, por indicação dos sindicatos federados.

Uma novidade na proposta foi a formalização de reajuste nos benefícios, sendo que o governo propôs, agora de forma oficial, reajustes para o auxílio alimentação que passaria dos atuais R$ 373,00 para R$ 458,00; para assistência saúde (o valor atual per capita médio passaria  de 117,78 para R$ 145,00) e assistência pré-escolar (o valor atual per capta passa de R$ 73,07 para R$ 321,00). Porém, no documento, o governo não sinalizou a data destes reajustes, ainda que em reuniões anteriores tenha falado em 01/01/2016.

Finalmente, no documento o governo propõe a criação de um Comitê Provisório para debater proposta de reestruturação das Carreiras de Magistério Superior (MS) e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT), a ser integrado pelo MPOG, MEC e entidades representativas dos docentes, sob a coordenação do MEC. Contudo, o governo não avançou explicitamente a aceitação de nenhum dos princípios propostos pelo PROIFES-Federação para esta restauração nem a data em que esta reestruturação entraria em vigor. O ponto positivo da proposta é que o governo propõe que a reestruturação parta da lógica estabelecida no Termo de Acordo 01/2012, firmado entre a entidade e o Governo, no que tange à estrutura das carreiras, o que pode permitir um avanço agora para que se alcance a proposta da Federação, como apresentado nos últimos meses.

O Governo ainda convocou o PROIFES-Federação para reunião da Mesa Setorial dos Docentes no dia 31, às 14h, no MPOG, em que espera receber da entidade manifestação sobre esta proposta.

O PROIFES-Federação nesta reunião apresentará ao governo sua disposição de negociar, nos parâmetros aprovados na reunião do CD da entidade, realizada em 14 do corrente, a saber:

1. Que o eventual acordo seja firmado para o período máximo dois anos.

2. Que anualmente o reajuste não seja inferior aos índices da inflação.

3. Que nesse período do eventual acordo seja iniciada a reestruturação das Carreiras.

4. Que no máximo até o segundo ano do eventual acordo (2017) seja negociada a fase final da reestruturação das Carreiras, conforme a proposta do PROIFES-Federação, aprovada no X Encontro Nacional, em 2014.

5. Reafirmar que esse eventual acordo só seja assinado pelo PROIFES-Federação após consulta nacional aos docentes.

Ainda foi convocada reunião de uma Mesa Geral dos servidores federais para o mesmo dia, às 10h, em que o governo abordará a mesma proposta que já apresentara à CONDSEF (leia ofício aqui).

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Mais pressão na sopa!

agosto 28, 2015

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pressão na sopa.

m.
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inutos atrás, conversei, por telefone, com o Prof. Paulo Rizzo, presidente do ANDES-SN, e ele falou sobre a bela e colorida manifestação de hoje, dia 28/08/2015, em Brasília. Segundo Rizzo, foi um importante evento, sobretudo por contar com a participação de professores e alunos, inclusive de muita gente nova que está participando pela primeira vez de um movimento paredista. Destaque para uma imensa peça inflável em formato de lata de sopa, com a efígie do ministro Renato Janine, inspirada na produção do artista pop estadunidense Andy Warhol (1928-1987). A ideia é que a educação neoliberal, cada vez mais escancarada no governo petista, pode ser tratada como um produto enlatado, daqueles depositados numa gôndola de supermercado, que se compra como uma mercadoria qualquer…
POP_ART_

A arte de Warhol inspiradora da peça inflável.

De fato, as pressões das entidades começaram a surtir efeito, pois o MEC que não queria sequer sentar para discutir, concordou em receber hoje os manifestantes, através de seus prepostos, e agendou uma reunião com Jesualdo Farias, titular do SESU, para a próxima quinta-feira, dia 3 de setembro..

A fase da greve agora está propícia à construção da radicalização das ações junto aos reitores e servidores federais. Uma das bandeiras que deve ser sustentada é a de dialogar apenas com o MEC, diretamente, deixando de lado o MPOG, cuja equipe está em perfeita sintonia e de forma subserviente com as demandas do capital. O ANDES-SN continuará insistindo na suspensão dos cortes dos recursos da Educação efetuados pelo governo. Quanto à discussão de carreira com o MEC, tudo indica que não haverá problema imediato, pois é algo que o governo pode empurrar com a barriga e continuar enrolando como vem fazendo.
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1 Brasília 5

A Brava Gente da UFBA!

agosto 28, 2015

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E.

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m Brasília, a pressão dos bravos servidores começa a surtir efeitos. Agendamentos de diálogos à vista! Neste momento (13h do dia 28/08/20150), este Blog acaba de ser informado que o MEC, através de D. Regina, secretária interina do SESU, estará recebendo uma comissão paritária constituída de professores e estudantes. Um dos estudantes é da UFBA e o outro da UFRJ. Fotos de Franciane Marques (ICS) e Tito (Politécnica). Correspondentes: Prof. Altino Bomfim e Regina (ANDES-SN).

Brava Gente da UFBA! Brava Gente das IFES!
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1 brava gente

A Universidade Federal da Bahia se fez bem representada por seus docentes e alunos no ato em Brasília.

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Negocia, Criatura!

agosto 28, 2015

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Negocia,-Criatura---2015

Clique na foto para melhor degustar o vinho…

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A.

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ssim interpretou Jabatustra:

Gênesis 2

4 Esta é a história das origens dos céus e da terra, no tempo em que foram criados:
Quando o Senhor Deus fez a terra e os céus,

5 ainda não tinha brotado nenhum arbusto no campo, e nenhuma plan­ta havia germinado, porque o ­Senhor Deus ainda não tinha feito chover sobre a terra, e tam­bém não havia ho­mem para cultivar o solo.

6 Todavia brotava água da terra e irrigava toda a superfície do solo.

7 Então o Senhor Deus for­mou Janine do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente, estudioso da Ética.

8 Ora, o Senhor Deus tinha plantado um jardim no Éden, para os lados do leste, e ali co­locou o homem que formara.

9 Então o Senhor Deus fez nascer do solo todo tipo de árvores agradáveis aos olhos e boas para alimento. E no meio do jardim estavam a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal…

10 Para testar o caráter da Criatura que havia criado, o Senhor Deus deu-lhe a oportunidade de conhecer a Casa Branca e todo o luxo mundano, além de a fazer conhecer as instalações da Globo e do Programa do Jô, da mesma emissora. Diante do esplendor e gloria que havia conhecido, a Criatura ensimesmou-se profundamente, e nem o clamor dos seus pares a fez sair daquele divino torpor…

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Two-face

agosto 28, 2015

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TWO-FACE.

DD.

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iria um nada saudoso ex-presidente da República Federativa do Brasil: “Nunca na história deste país um ministro esteve tão alheio aos problemas da sua pasta e tão indiferente aos seus colegas de profissão!” E não é à toa que tem dado tanto o que falar:

“O MEC, entretanto, apesar de afirmar publicamente a todo o momento que está disposto a negociar, contradiz seu discurso ao não apresentar quaisquer propostas aos docentes” (ANDES-SN)

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“Alguém precisa avisar a Janine que ele é o atual Ministro da Educação! A que mesmo ele veio?
A impressão que dá é que ele ainda não “adentrou no gramado”, pelas falas, pelo gestos e pelo pouco envolvimento com os problemas de sua pasta”. (Profa. Beth Borges – FFCH/UFBA)

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NEGOCIA 2015