Um patrono para o Congresso

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ESCOLHA UM PATRONO.

a.

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o saber do empenho do Prof. Altino Bomfim (FFCH) em organizar um pré-congresso para pensar ações mais efetivas e democráticas para o Congresso da UFBA, o Saci me veio com a ideia de encaminhar para uma Comissão apreciar, além dos textos que serão apresentados, alguns nomes para que um deles seja escolhido como patrono ou patrona (patronesse) do importante evento.

Sem fazer maiores ou menores considerações, repassei o peixe pelo preço que me chegou da feira. Com a palavra, o Prof. Altino, que inventou esse negócio de “pré-congresso”. Ele que pariu Mateus, que agora o balance!

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3 Respostas to “Um patrono para o Congresso”

  1. JOSÉ ROQUE MOTA CARVALHO Says:

    O PATRONO DO CONGRESSO DEVE SER O REITOR JOÃO CARLOS SALLES PIRES DA SILVA. Caso não aceite, indico o Ex- Reitor Roberto Figueira Santos.

  2. Francisco Santana Says:

    O problema não se resolve com pré-congresso.

    Está se perdendo um precioso tempo que se poderia usar para o debate das idéias.

    Pede-se ao Reitor que imediatamente crie um canal on-line de discussão de “teses”.

    O formato dessas teses pode ser coṕiado dos congressos do ANDES, ASSUFBA e até PROIFES. Mas que seja feito já.

    Parece que não é só o Reitor que está frio com esse congresso.

    Caso a Reitoria esteja muito assoberbada, que o ANDES, a ASSUFBA e a APUB assumam essa primeira fase do Congresso que é o livre debate das idéias. Temos 5 messes pela frente e estamos jogando fora esse tempo.

  3. altino Says:

    PREZADO CHICO!
    não vamos simplificar e descaracterizar: pré-congresso não é para “resolver”.
    É uma forma, um método proposto, exatamente, para se criar espaço para o que proponhes: discussão de idéias!
    Tu e os colegas, por acaso, pensam que vai dar para se aprofundar alguma discussão entre 14 e 17 de julho e, ao mesmo tempo, ouvir papos de Chauí, Stédile e outros estrelados além de assistir “apresentação de trabalhos”, mesas redondas, atividades culturais etcccccccccccccc.
    Imagino o congresso como uma grande feira acadêmico-cultural a exemplo das reuniões da SBPC onde acontece de tudo, com zilhões de eventos simultâneos concorrendo em tempo e hora e onde todos correm para todos os lados em uma grande dispersão.
    Se os eventos, encontros pré-congressos não resolvem, contribuem, facilitam e oportunizam condições para debates amplos e especiais de temas centrais para a instituição e a comunidade universitária a exemplo da democracia e da autonomia.
    Em que espaço e com que público vai-se discutir Democracia e Autonomia na UFBA? E a sempre rejeitada PAUTA LOCAL?
    Além disso, frise-se, a questão central não é só discutir para trocar idéias (no que são muito bons os acadêmicos) mas, deliberar, tirar posições sobre os temas para rever, modificar, atualizar os documentos básicos da universidade como o Estatuto e o Regimento que foram revistos em 2010 (https://www.ufba.br/arquivos/estatuto-e-regimento-geralhtml).
    O reitor espera contribuições para o Plano Institucional da UFBA, o futuro: onde pensas que vai-se tirar propostas para ele? em um turno ou dois do Congresso discute-se isso? Ou vai-se deixar isso para serem objeto de teses por parte dos iluminados e PhDeuses?
    Questiono essa idéia de teses: um iluminado ou seu grupo escreve algo e encaminha para congresso. Por que não reunir a pluralidade de pessoas de uma comunidade para dialogar sobre determinado tema através das formas democráticas de participativas das RODAS DE CONVERSA? Por que isso funciona nos eventos dos movimentos sociais e não pode funcionar na universidade?
    Ah! e se pensa também em dialogar com a sociedade civil, ouvir sua opinião sobre a UFBA. Onde, como e em quanto tempo faz-se isso? No Congresso? com quem, os militantes de sempre, os politizados? disputando com outros eventos?
    Enfim e em síntese, o central CHICO não são os eventos Pré: o central é pensar-se em formas que permitam a mais ampla e democrática participaçao da base social da UFBA e que a discussão de temas centrais não continuem a serem discutidos por minorias, pelos PhDeuses somente (o que pensam os estudantes? e os técnicos?).
    Os eventos Pré foram propostos porque um Encontro sobre Democracia, sobre Autonomia isolado, a acontecer em abril, maio ou junho não dá justificativa para os absenteístas, os que nunca participam!
    Se não vai ter concorrência, por que não participar?
    A greve de 2015 em defesa da UFBA e da Educação bem como as úlitmas eleições para reitor são exemplos recentes do significativo descaso e falta de participação de grande percentual de professores, estudantes e técnicos nas discussões sobre os destinos da instituição.
    O Congresso não é tudo, não pode tudo mas constitui-se em oportunidade singular para se pensar e propor mudanças socio-econômicas, políticas, culturais e ambientais relativas à estrutura e funcionamento da UFBA!
    Evidentemente…..caso a comunidade saia de sua letargia, arregace as mangas e incorpore idéias altruistas e a necessidade não de pensar as especificidades, o particular, o que pode contribuir com o produtivismo e a progressão na carreira e pense grande, solidariamente, sobre a instituição UFBA em sua totalidade e universalidade!
    Ah CHICO veja email público enviado ontem, dia 21/2, para o ANDES e a APUB Seção Sindical do Andes solicitando realização de Assembléias para deliberar e programar atividades sobre o Congresso!
    Saudações democráticas e universitárias!
    altino

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