Ser mãe

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NÃO É A MAMÃE 2016

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cap m cor.

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uito já se falou sobre as mães e o ser sublime do amor materno: quantos noites insones, quanto padecer no paraíso, quanta ingratidão sofrida. Mundo incognoscível, imperscrutável, misterioso! Uma mãe é para cem filhos, porém cem filhos nunca são para uma mãe. A mais pura verdade!

Mas no meio de sinceridades, pieguices e apelos ao consumo, vale também lembrar a filosofia do bêbado:

“MÃE É MÃE, LICURI É COCO, POIS DEUS NÃO DORME! ALÉM DE SER PAI E MÃE AO MESMO TEMPO!”

Tudo bem que podem ser verdades etílicas. E quem há de negar? Mas uma coisa é certa: Errare humanum est, perseverare autem diabolicum (Errar é humano, mas perseverar no erro é diabólico), como costuma proferir o erudito vice-presidente Michel Temer! Quantos casos na vida real e nas novelas a mãe pensa que é mãe, e o filho pensa que é filho? E até quem não é parente ou aderente pensa também? Ora! Ora! Viver não é preciso, não é exato, já dizia o poeta.

Sem falar que ser mãe não é só quem carrega no ventre por nove meses (ou por quatro anos)… Quem não sabe que ser mãe é mais, muito mais do que alugar uma barriga?

 

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