A imagem do homem público

TIRO NO PÉ 2016

Para o Saci, há momentos do movimento do real que dão a sensação ilusória de que as portas podem ser arrombadas… Leia mais AQUI.

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CAP P 29.

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ara o Saci, a imagem do homem público ou dos que estão à frente dos “negócios” da República não é das melhores. Os mais pessimistas, discípulos de Thomas Hobbes, dizem que sempre foi assim aqui e alhures, que o homem, infortunadamente,  foi e será o lobo do homem – diria o presidente tampão: homo homini lupus! – e que apenas os instrumentos tecnológicos de anular ou de desmentir os  álibis são mais eficientes na contemporaneidade. Nada mais do que isso.

Ainda há os seguidores de John Locke e de Rousseau, que também advogam o Pacto ou Contrato Social, mas com visão do ser humano antagônica a Hobbes. Diria Locke que a humanidade não fede nem cheira, que não é necessariamente boa ou má; já Rousseau afirma o homem nasce bom mas a sociedade o empurra para Mensalões, Lava-Jatos entre outras formas de mutretas e violências, segundo uma leitura bem galhofeira e despojada do meu amigo de gorro vermelho e pito.

Sem falar, claro, nos que asseguram que as teses contratualistas (poderia acrescentar /terroristas) não quiseram, senão, tentar justificar ou legitimar a propriedade privada e naturalizar privilégios de alguns indivíduos sobre a grande maioria, quer através de altos salários, quer de mordomias outras, como “auxílio moradia”, “auxílio paletó”, “auxílio graxa”, só para citar algumas delas.

O fato é que, segundo o Saci,  o filme dos “republicanos” está meio queimado e só não prospera uma renovação abrupta do quadro dos que se locupletam das riquezas produzidas pelos Trabalhadores – e tripudiam da vontade popular com o escudo da Lei -, em favor de algo desproporcionalmente melhor, por uma razão muito simples: os tais “guardiões da res publica dispõem do molho das chaves que abrem e fecham as Casas das Leis e  o Paiol das Armas.

– E aí, já viu, né? – conclui o Saci.

 

Pé na cova 2016

Para o Saci, um intrincado construto legal vem sendo urdido como o propósito penalizar o trabalhador em benefício do capital.

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aposentadoria era temer 2016

Quae sunt Taemeris, Taemeri. No latim debochado do Saci, “A Temer o que é de Temer”.

 

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Delfim 2016

Há quem diga que a piedosa prédica franciscana “é dando que se recebe”, vinda do medievo, atravessou séculos e instalou-se como lei na contemporaneidade. AQUI.


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trabalho do nobre 2016

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