APUB patrocina turismo

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TORRANDO DINHEIRO 2016.

cap o blue.

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Prof. Altino Bomfim bota a boca no mundo com o turismo que a direção da APUB resolveu patrocinar aos seus simpatizantes:

PREZADOS!!
a Apub tá organizando passeio turístico da pelegada sob rótulo de “encontro”, com nossa grana.
Mas, pasmem, para escolher os turistas:
> realiza infindável\interminável processo que vai de 13 de junho a 8 de julho!!!
Não bastasse:
> “seleciona” sem debates e
> através do questionado voto virtual.
Verifiquem no comunicado abaixo…..
Ah! fundamental: com a boca torta, a direção da Apub volta a utilizar o esdrúxulo expediente usado quando da tentativa de desfiliação do ANDES-SN e que foi considerado NULO pela justiça.
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Há quem diga que os docentes da UFBA jogaram a toalha para a luta sindical faz muito tempo. Claro que a astuciosa diretoria da entidade já percebeu a indiferença dos associados “que não estão nem aí, nem estão chegando” como é do conhecimento de todos.
 .
Além da “laboriosa” diretoria que usufrui do carro da entidade, de rega-bofes e outras mordomias ao longo do ano, só parte dos amigos do rei batem ponto em alguns folguedos e comilanças de datas festivas. O restante se limita a contribuir mensalmente com o seu quinhão. Religiosamente, posto que a grana é descontada em folha.
 .
A entidade sindical dos docentes da UFBA há anos segue essa “kantiana” rotina.
 .
– Lutar pra quê? – indaga o Saci sonolento.

 

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4 Respostas to “APUB patrocina turismo”

  1. Menandro Ramos Says:

    Em outras circunstâncias, não teria a menor dificuldade em votar na colega de Unidade, a Profa. Raquel Nery, pois imagino-a uma pessoa séria.

    Claro que não a imagino querendo fazer piada me pedindo voto para participar de evento da Proifes, sabedora que é da minha posição em relação à entidade cuja criação data do primeiro mandato do governo Lula, tendo, assim, fortes inclinações de ter sido criada como estratégia do governo de expandir seu controle sobre as IFES através das entidades sindicais. A CUT não me deixa mentir, tendo seus “capos” ocupado altos cargos do então governo petista…

    Imagino que a colenda docente tenha aproveitado o ensejo para pedir votos de confiança à comunidade e, de alguma forma, quem sabe, até para justificar a sua participação num encontro da Proifes.

    Quando soube que a mencionada colega engrossava as fileiras da entidade, minha reação não foi diferente da reação de outros colegas: “Nossa! Logo ela?” Mas rapidamente recobrei-me do susto, remetendo-me a outras pessoas respeitáveis que passaram pela diretoria da APUB e que foram convidadas exatamente para dar credibilidade e inocência ao grupo constituídos de astutos cardeais…

    De toda forma, se eu fosse quebrar o meu propósito de não dar mais conselhos a adultos e senhores de seus narizes, eu daria apenas dois: o primeiro era para a ilustre não se deixar amesquinhar; o segundo era para procurar se inteirar das circunstâncias da criação da Proifes e dos “vícios” cometidos pelo grupo por ocasião do tal plebiscito de desfiliação do Andes. Escusado dizer que os “vícios” – eufemismo acadêmico para atos graves -, foram capazes de dar a vitória por três vezes na Justiça ao Prof. Francisco Santana, que entrou com ação contra a diretoria da APUB. Escusado dizer também que a lentidão dos nossos tribunais permitiu que os espertalhões fraudadores deitassem e rolassem na diretoria da entidade, remunerando, inclusive, seus advogados com o nosso rico dinheirinho…

    Mantenho firme, entretanto, minha promessa de ficar calado. Cada um é responsável por suas escolhas. Para o bem ou para o mal.

    ————————

    Abaixo, a mensagem que me foi destinada por e-mail:
    ————————

    Olá, Menandro! Olá, colegas!

    Como tod@s sabemos que, apesar das perdas reais em nosso poder aquisitivo e da progressiva fragilidade da carreira docente, nossos salários não nos colocam ainda em posição de precisarmos do sindicato pra fazer passeios. Quando queremos passear, fazemos por nossa conta, a julgar pelas alegrias que nossos colegas tem compartilhado nos últimos dias nas redes sociais. Não seja mesquinho, querido Menandro.

    A propósito, aproveito a oportunidade concedida pelo nosso chargista, pela via de sua provocação, para apresentar minha candidatura como delegada ao XII Encontro Nacional do Proifes-Federação. Através da APUB, tenho participado dos trabalhos do GT Educação da entidade desde dezembro de 2015, colaborando na medida de minha possibilidade com importantes discussões sobre a Educação Básica, mais especificamente sobre a Base Nacional Curricular Comum, o Sistema Nacional de Educação (instituído por Decreto pela Presidenta Dilma, nos momentos finais antes de seu afastamento) e o Plano Nacional de Educação, alvo concreto de uma série de ataques do governo interino (ilegítimo, golpista, reacionário etc.) O GT tem se organizado, junto com outras entidades, em movimento de resistência e defesa da Lei 13.005/2014, cujo cumprimento está concretamente ameaçado pela intenção de emenda constitucional que desvincule as despesas obrigatórias com a Educação. Essa é minha pauta na APUB – PROIFES, pelo que peço aos afiliados voto de confiança para que os represente nesse encontro, conforme instrui o cartaz que reproduzo abaixo, ressignificado com talento e inteligência pelo nosso artista.

    Meu nome é Raquel Nery, sou da Faculdade de Educação.

  2. osaciperere Says:

    Circulou na “faced-l”:
    —————————–

    Olá colegas

    Bom debate por aqui. Muito enriquecedor diante da seriedade e comprometimento social de ambos!!

    Acredito no duro posicionamento de Menandro e na sua oposição ativista em prol da educação pública e acredito, também, no potencial político e crítico de Raquel e em suas provocações na dinâmica do que acontece e adormece em nossa educação.

    Penso que a eleição de Raquel (espero que se concretize) poderá trazer uma tensão fecunda ao movimento sindical e será uma excelente “aquisição” representativa na luta.

    Diante do diálogo oposto e propositivo dos colegas, que apesar de divergentes no processo/”método”, coadunam com a mesma causa, me coloco diante da necessidade de radicalizar SIM! Romper JAMAIS! Afinal a tensão, a pressão e a luta por uma universidade pública e socialmente referenciada, que possua ações interventivas que reverberem no social de modo ampliado e positivo, é um ponto comum.

    Imparcial, inocente e ingênua? Talvez… Propositiva, que contempla a divergência em seu potencial fecundo e atuante na convergência? Talvez… Um outro talvez é aquele do tudo isso e/ou nada disso também!

    Visualizo o que se coloca, na verdade, é uma redoma na inércia e por isso há um fluir da luta na vida das pessoas-professorxs engajadoxs na mudança social.

    Vamos seguindo então… caminhando e cantando mesmo sem a mesma lição. Diversamente pedagógico? Tá valendo!

    ————-
    “Verônica Domingues”
    [Profa. da FACED/UFBA].

    • osaciperere Says:

      Car@,

      Reencaminho a mensagem para conhecimento dos colegas, mas não legitimarei a Proifes, ainda que saiba da honradez da Profa. Raquel Nery.
      Aqui não se trata da correção deste ou daquele colega. Quem vota está legitimando a federação de “folha corrida” conhecida, inclusive com traições à categoria em mesas de negociação com o governo federal.

      Já está apagada da memória dos docentes da UFBA a destituição de uma presidente da APUB proificista exatamente por ter traído as decisões tomadas em Assembleia?

      Muito já se falou que “quem não conhece a história como tragédia, está condenado a repeti-la”. Acrescento: como farsa.

      Sds.
      Menandro Ramos
      FACED/UFBA

  3. Saci-Pererê Says:

    Circulou na lista “faced-l”:
    ——————————————

    Olá para todos!
    alguns missivistas utilizam de premissa falsa: a questão não é de competência individual/pessoal.

    O central, fundamental é: a que e quem serve (a que senhor) a (s) competência (s)!

    Historicamente a (s) competência (s) colocadas a serviço do Proifes têm concorrido para degradar a carreira docente e legitimar “acordos” que são rejeitados pela imensa maioria da categoria a exemplo de 2012 e 2015, quando os docentes firmaram veemente posição pela não assinatura de acordo!

    Porém, claro, pode-se admitir que a (s) competência (s) mobilizadas por organismo sindical sirvam (sejam usadas) como assessoria do MEC haja vista ter-se identificado documentos com propostas do governo idênticos a elaborados pelo Proifes.

    Outra questão para análise: em que instâncias do MD/movimento docente esses estudos têm sido analisados?

    Qual a representatividade da analise desses documentos se o Proifes conta com minoria de entidades representativas do MD nacional?

    Por fim, para refletir: que resultados tem-se alcançados nos grupos de estudo/comissões formadas? Essas ações/estudos tem-se traduzido em que tipo de ganhos para a categoria?

    Se não, cabe perfeitamente a formulação que as reuniões, encontros e eventos diversos apenas justificam circular pelo país: turismo.

    Saudações,
    Altino

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