Educação em debate

rumino


t.

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udo começou quando a Vaca Tatá resolveu visitar um livro de filosofia, perdido acidentalmente no pasto em que ela gastava, sem pressa, seus dias um após outro. Diga-se de passagem, às vezes, numa rotina entediante. Ela gostou do que lera e foi mais longe: “Se filosofar – ponderou ela –  é mastigar e remastigar na mente as cenas do cotidiano como eu faço com o capim do qual me nutro, então, de cara, me interesso por essa coisa aí…Vai ser fácil, fácil, pra mamãe aqui…” E daí pra frente empanturrou-se de leitura.

Mas como para ela livro é como pipoca – nunca se come uma só! – foi-se um exemplar, mais um, mais um outro. Quando pensou que não, meia biblioteca já havia sido devorada sofregamente.

Só que ninguém devora uma biblioteca impunemente. De posse das ideias que foi colecionando em cada livro que leu, seus miolos ficaram em comichões cognitivos e começaram a pensar, pensar, a ponto de manifestar-se por longas e longas falas, silogismos, postulados e hipóteses de trabalho como se tudo houvera nascido da sua própria massa cinzenta de lavra estanque.
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luta árdua educação


kelvim tatá


Kelvim Serpa


Klevim deputados


Klevim penico


Klevim vaca pro brejo


Klevim vaca tossindo

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