Entre o estelionato e o estupro

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CONJUNTURA DESCONJUNTADA

Pela descrição da conjuntura desconjuntada do evento da APUB, o Saci viu em tudo um cenário de filme de Felinni.

Francisco Santana
Prof. Aposentado da UFBA

 

cap-f-2.

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ui ao debate da APUB acreditando que seria, como estava programado sobre CONJUNTURA NACIONAL E MOVIMENTO DOCENTE, pois acho que estamos vivendo um momento muito grave, não essa palhaçada que está sendo divulgada na mídia, mas uma crise que ainda vem e deixará com saudades a de 2008 e como continuamos atrelado ao PLANO REAL por omissão e ou pactuação das esquerdas, estamos muito vulneráveis.

Mas chego lá numa reunião chifrim, 5 palestrantes de extrema direita, falando para uma platéia de uma dúzia de pessoas, a maioria também de direita, para falar sobre as mais primárias teses de extrema direita, menos sobre CONJUNTURA NACIONAL E MOVIMENTO DOCENTE.

 

UM ESTELIONATO GROSSEIRO E ACINTOSO.

Todos os palestrantes repetiram a mesma ladainha: se gabar de terem praticado o FRACIONISMO, O PELEGUISMO E O ANTI GREVISMO COMO PRINCÍPIO e desqualificar as Assembleias e o ANDES.

O FRACIONISMO E O ANTI GREVISMO, no jargão sindicalista são crimes mais graves de que o PELEGUISMO e essa pessoas os assumiram com o maior desplante e cara de pau. UM ESTUPRO CONTRA NOSSAS CONSCIÊNCIAS.

O debate deveria ser intitulado: A NOSSA MISSÃO COMO EXTREMA DIREITA DE DESTRUIR O MOVIMENTO SINDICAL BRASILEIRO ATINGINDO O SEU PRINCIPAL BALUARTE – O ANDES.

Mas não contente com essas cenas pornográficas, uma professora da UFBA resolveu fazer um exibicionismo dignos de um energúmeno estuprando sua vítima, uma criança, para filmes pornográficos.

Destilou seu ódio contra as assembleias de nossa greve passada, como um energúmeno estuprando sadicamente a vítima, vituperando-a com as mais sórdidas e gratuitas ofensas, todas mentirosas.

E tudo aos olhos complacentes da Vice-Presidente da APUB que foi presidente de mesa da maioria dessas assembleias e dos professores, Joviniano, Cláudio, Celi Taffarel. Não sei se Lana Bleicher e Marise Carvalho estavam nesse momento. O único professor que se insurgiu veementemente no debate em defesa do nosso sindicalismo foi Altino.

Como eu não sou adepto do lema neoliberal, endossado por Marta Suplicy, SE O ESTUPRO É INEVITÁVEL, RELAXE E GOZE, na minha segunda fala já falei com o dedo em riste, indignado e revoltado, e nessa fala exigi de Joviniano, Claudio e Cely Taffarel se pronunciassem, aprovando ou condenando a fala da professora  da direita delirante.

Falei colérico e desrespeitei alguns protocolos pois não tinha porque respeitar um ESTELIONATO e um ESTUPRO. Aquilo não foi um debate mais uma suruba de baixo nível de direita.

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