EU ACUSO

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.u acuso a equipe de cirurgiões do HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN DE SER CÚMPLICE DE UMA FARSA QUE VISA INSTAURAR O NAZISMO NO BRASIL.

EU ACUSO

Eu acuso as equipes médicas do Hospital da Santa Casa, do Hospital Sírio Libanês e do Hospital ISRAELITA Albert Einstein de mentirem à sociedade brasileira, para forjarem um novo Hitler no Brasil, com um falso atentado que repete a mesma artimanha do Incêndio do Reichstag.

EU ACUSO

Enfim eu acuso todas as autoridades cúmplices dessa farsa, de aplicarem o 171 mais torpe de toda a história política brasileira. Eu os acuso desse crime. Ou será de falsidade ideológica? Por se tratarem de personalidades públicas com testemunho privilegiado, deveriam pegar pena dupla.

Em que consistiu esse 171?

O Sr. Bolsonaro sofreu uma cirurgia de alto risco, altamente invasiva, de emergência, de etiologia até agora desconhecida ou ocultada por conveniência.  E é provável que essa cirurgia vinha sendo adiada e naquele dia teve que ser feita de emergência. Por motivos escusos, ele e sua assessoria forjaram um falso atentado usando-o criminosamente para fins políticos. Mas não o conseguiriam fazer sem a cumplicidade dos citados acima.

Houve sim um atentado, mas à DEMOCRACIA BRASILEIRA.

Mas não existe crime perfeito. Como todo conto do vigário, toda mistificação, todo ilusionismo, repousa sobre um ardil, que ao ser detetado e revelado desmascara toda a patranha. É gato escondido com rabo de fora.

E qual foi o ardil usado pelos CRIMINOSOS?

A ocultação do ponto de entrada da misteriosa faca (bote misteriosa nisso). Uma faca que não entrou por lugar algum, mas fez a maior bagunça no abdome de Bolsonaro.

Um ardil pífio. A faca tinha que entrar de fora para dentro. Não poderia estar lá dentro antes de entrar. A não ser que Bolsonaro seja o engolidor de facas do Circo Albert Einstein e nós sejamos os palhaços. Um circo em que os palhaços estão na plateia.

Alguns criminosos escondem a arma do crime, outros o cadáver, como foi o caso do goleiro Bruno. Os criminosos da farsa “Bolsonaro Esfaqueado”, esconderam o registro do corte de entrada da faca no abdome de Bolsonaro.

Sem a localização do corte da faca, você pode inventar qualquer explicação bizarra para as cirurgias em Bolsonaro. Mas com a localização precisa do corte da faca só haverá uma explicação que corresponde a verdade, ou seja o diagnóstico  correto do ponto de vista da verdadeira causa do trauma.

E poderá ficar provado que a facada (que nem existiu) não foi a verdadeira causa do cirurgia de Bolsonaro, e sim um grave problema intestinal, daí a necessidade da colostomia.

Eu exijo que sejam publicizados os registros com as coordenadas do ponto de perfuração da faca no ventre de Bolsonaro. Onde está a foto do corte ou talho feito pela faca? Onde está qualquer registro descritivo do corte, tamanho, coordenadas (região, distâncias) que permita o cidadão saber onde foi que entrou essa misteriosa faca e assim poder avaliar as versões das “otoridades”?

Se as “otoridades” afirmam que houve uma facada, o ônus da prova é delas. E se elas não apresentam essas provas, eu e todo cidadão temos o direito de duvidar e suspeitar das versões dadas por essas “otoridades” de uma facada que não foi provada a existência.

Portanto, enquanto as “otoridades” não apresentarem a prova da penetração da faca misteriosa no ventre de Bolsonaro, nós temos o direito de afirmar que esse atentado foi uma farsa.

Nós  cidadãos estamos na situação do indivíduo que comprou on-line um cavalo e recebeu  sofisticados arreios pelos correios e lindas fotografias do cavalo (as teorias bizarras do atentado dos vigaristas)galopando pelos pampas com os dizeres: SE ENCONTRÁ-LO, É SEU. Que fazer?

PRIMEIRO – Denunciar o estelionato de que somos vítimas – é o que fazemos agora: ESSE ATENTADO É UMA FARSA.

SEGUNDO – Correr atrás do prejuízo – é o que faremos em seguida: seguindo algumas pistas, tentaremos localizar o misterioso ponto de penetração da faca (o cavalo que se esconde nos pampas) e tentaremos verificar se esse corte da faca confirma as mirabolantes teorias cirúrgicas (os arreios e fotografias do cavalo) vendidas  pelos vigaristas. Concluiremos que não.

Pelas pistas e rastros deixados, tentemos localizar as coordenadas onde poderia estar o corte de entrada da tal faca misteriosa (a região aproximada onde o cavalo galopa).

As fotos, vídeos e versões contraditórias oficiais, nos levam, por exclusão, à região do quadrante direito inferior do abdome. Se houve (não houve) alguma penetração de faca no ventre de Bolsonaro, foi na região do quadrante direito inferior do abdome. Vide anexo, “anexo1 eu acuso.odt”.

Nesse anexo, após exaustiva investigação das pistas, concluimos que o agressor fracassou duas vezes na tentativa de atingir Bolsonaro com um objeto enrolado em papel ou plástico branco. Na terceira, Bolsonaro fingiu que recebeu a estocada, com uma expressão de dor e as mãos colocadas no quadrante inferior direito do abdome. Vide vídeo do link: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2018/09/21/novas-imagens-mostram-momentos-antes-de-atentado-contra-bolsonaro-em-mg-veja-video.ghtml

Por redução ao absurdo, fingiremos que acreditamos que houve a perfuração, para concluirmos depois que ela é incompatível com a versão oficial da cirurgia abdominal em Bolsonaro.

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Repetindo, a partir das pistas fornecidas, conclui-se que se houve (não houve) uma facada, ela teria penetrado no quadrante inferior direito do abdome e numa direção oblíqua levemente de cima para baixo.  Ver os detalhes no anexo, “anexo1 eu acuso.odt”. (Confira anexos em PDF abaixo).

A partir dessa premissa, construimos o desenho esquemático abaixo, usando as dimensões médias para um homem adulto. Bolsonaro tem um físico acima da média, donde as distâncias calculadas são ainda maiores.

Vide anexo, “desenho esquemático.odt” (Confira anexos em PDF abaixo).

Se alguém preferir visões mais reais da cavidade abdominal, remeto-as aos links:

https://fr.dreamstime.com/illustration-stock-appareil-gastro-intestinal-avec-la-description-image71401797
http://arturolmz.blogspot.com
https://escolakids.uol.com.br/corpo-humano.htm
Ou ao anexo, “anexo2 acuso fotos da anatomia do abdome.odt”. (Confira anexos em PDF abaixo).

Fixemo-nos agora no nosso desenho esquemático, com a premissa desenhada em vermelho de que a faca penetrou ligeiramente inclinada de cima para baixo.

Ver anexo 0, “desenho esquemático.odt” (Confira anexos em PDF abaixo).

Ora, segunda as diferentes versões do Albert Einstein e associados, todos os males   causados pela faca ocorreram  no ponto 2 e/ou no ponto 3 do desenho, distantes de 22, a 50 cm do ponto 1 .  Ou seja, se houve facada (não houve), ela não tem nada a ver com a cirurgia feita em Bolsonaro.

Obs.: 1) a distância do ponto 1 ao ponto 3 é de aprox. 50 cm, usando valores médios de um adulto; Bolsonaro tem uma estatura acima da média, logo a distancia verdadeira pode ser um pouco maior do que 50 cm; 2) a distancia do ponto 1 ao ponto 2 é aprox. 24 cm, valendo as mesmas considerações acima; 3) fizemos um segundo cálculo, colocando o ponto 1 mais acima, próximo ao fígado e o resultado foi 22 cm aprox.

Ora, a faca penetrou 12 cm, segundo as afirmações oficiais, logo não poderia lesionar nenhum órgão situado próximo aos pontos 2 e 3. Além disso, a faca penetrou obliquamente de cima para baixo; ela lesaria portanto a parte inferior do cólon ascendente, o apêndice, ou outros órgãos da cavidade pélvica no lado direito do abdome.

Mas para evitar qualquer tergiversação, consideraremos como controversa, a suposição da facada ligeiramente oblíqua de cima para baixo e consideraremos a hipótese contrária, dela ligeiramente oblíqua de baixo para cima, cunha desenhada em verde no mesmo desenho esquemático.

Chegaríamos ao mesmo impasse. Mesmo apontando para cima, como a faca só penetrou (não penetrou- é falso) 12 cm, sua ponta não alcançaria o ponto 3 a 50 cm, nem o ponto 2 a 24 ou 22 cm.

Oh!, qual é então a etiologia das lesões sofridas por Bolsonaro?

Só tem uma explicação: Sequelas da própria Laparotomia Exploratória que foi feita pelos cirurgiões, não para corrigir as lesões da facada, que não existiu, mas para tentar sanar um grave problema intestinal do Bolsonaro, que não exclui a possibilidade de um câncer no cólon.

Reportemo-nos ao anexo, “anexo3 acuso A cirurgia que salvou Bolsonaro.odt” ou aos links, https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/eleicoes/noticia/2018/09/entenda-como-foi-a-cirurgia-que-salvou-a-vida-de-jair-bolsonaro-apos-ataque-com-faca-cjlsm3o1801oc01mnco6onkh0.html 

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2018/09/06/bolsonaro-teve-grave-perfuracao-no-intestino-grosso-e-fez-colostomia-entenda.ghtml

(Confira anexos em PDF abaixo).

No primeiro quadro tem os passos com ilustrações coloridas do que foi de fato feito no abdome de Bolsonaro. Note-se que todas as lesões aconteceram na linha vertical por onde passou o bisturi do cirurgião: a ressecção no cólon, as pequenas lesões no intestino delgado e a lesão no mesentério que o suporta. A ponta da suposta faca nem sentiu o cheiro de tais lesões, pois estava muito distante desse local (se é que existiu a facada – nem existiu).

Portanto, as lesões estão explicadas como acidentes de uma cirurgia altamente invasiva cujo objetivo não foi até agora revelado, mas é tipica de uma cirurgia para extirpar tumores malignos no cólon, principalmente porque foi feita uma colostomia. Mas a colostomia feita contraria as regras do bom manual de colostomia. É o que vemos no segundo quadro.

Os gênios do Albert Einstein (ou não foram eles?) explicam no primeiro quadro, que a colostomia foi feita para não fluir fezes nem líquidos internos pelo local seccionado, permitindo sua perfeita cicatrização. Mas a colostomia foi feita a jusante do corte!!! Que mico!!!.  Cartão vermelho.

Expliquemos. O segundo quadro é um desenho esquemático de como se faz uma colostomia e nele sugere uma colostomia ligeiramente a montante do local lesionado, o que é lógico. Pelo primeiro quadro, supostamente a cirurgia real feita em Bolsonaro, inventaram a colostomia à jusante do local lesionado. Aguardamos explicações.

Com a colostomia a jusante da parte seccionada, a parte do intestino sob suspeita de grave doença passa a ser agora toda a extensão do intestino grosso a jusante da colostomia, ou seja todo o cólon descendente até o ânus. Foi ele que ficou em stand-by com a colostomia, fora do circuito digestivo. Por que? Para que? O que farão com ele? Aguardamos também explicações.

Mas e se a faca foi bem além dos 12 cm propalados?

Aí teremos que substituir todas as fotos e vídeos sobre o (falso) atentado por fotos de um verdadeiro atentado a faca. Vide anexo, “anexo4 acuso fotos de um verdadeiro atentado de facada.odt”. (Confira anexos em PDF abaixo).

Tudo indica portanto que Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de alto risco que não teve nada a ver com atentado a faca. Que tudo se tratou de uma fraude eleitoreira para implantar o nazismo no Brasil.

E diante desses fatos, exijo como cidadão que sejam acionadas as defesas institucionais da Democracia e da República. Onde está a PGU? O Congresso que não instala de imediato uma CPI?

Mantenho firmemente minha opinião até que sejam publicizados provas irrefutáveis de que existiu tal atentado. E essas provas terão que ser apresentadas pela PGU ou por uma perícia instalada numa CPI, pois o Hospital Albert Einstein e seus cúmplices já perderam a credibilidade diante do cidadão brasileiro. Cesteiro que faz um cesto, faz um cento, e, tendo cipó e tempo, faz duzentos.

ANEXOS –

0 – “desenho esquemático.odt” (Confira anexos em PDF abaixo).

1 – No anexo, “anexo1 eu acuso.odt”, eu analiso as fotos e vídeos disponíveis para chegar a única  condição possível de perfuração do abdome de Bolsonaro. Aproveito também para denunciar contradições neles que apontam para a não existência do atentado. Atenção especial para a “segurança” complacente de Bolsonaro.

2 – No “anexo2 acuso fotos da anatomia do abdome.odt”, eu coloco fotos ilustrativas para se entender melhor  o desenho esquemático da cavidade abdominal usado para nossas análises. (Confira anexos em PDF abaixo).

3 – No “anexo3 acuso A cirurgia que salvou Bolsonaro.odt”, coloco dois quadros, um seria a ilustração da cirurgia que foi feita em Bolsonaro e o outro um croquis esquemático sobre colostomia. Os explicadores do quadro 1 cometeram um sacrilégio contra as boas normas defendidas no quadro 2.  Mais uma explicação necessária. (Confira anexos em PDF abaixo).

4 – No “anexo4 acuso fotos de um verdadeiro atentado de facada.odt”, coloco fotos de padrões de esfaqueamento ou perfuração de abdome para comparação com a pantomima exibida por Bolsonaro e sua segurança naquele cômico dia. Se Bolsonaro tivesse recebido realmente uma facada, digna dos estragos que lhe foram atribuídos, teria chegado no hospital em estado de choque ou morto.

5 – O anexo “aBSTRACT DE atentado farsa.odt” complementa o anexo 1 – . (Confira anexos em PDF abaixo).

6 – O anexo “histórico do atentado farsa.odt” foi a minha primeira do atentado farsa em 01/10/2018(Confira anexos em PDF abaixo).

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CONFIRA ANEXOS
Anexo1 eu acuso
Anexo2 acuso fotos da anatomia do abdome
Anexo3 acuso A cirurgia que salvou Bolsonaro
anexo4 acuso fotos de um verdadeiro atentado a faca
Histórico do atentado farsa
ABSTRACT DE atentado farsa
Desenho esquemático 

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