– Governador fora-da-lei?

A Revista Nova Escola, junho/juho 2012, nº 253, divulgou a relação do Estados que não cumprem à Lei do Piso, o que coloca seus governantes como foras-da-lei. Infelizmente a Bahia está nessa lista. Ah! Os “nós” a mais foram incluídos pelo pilantra do Saci… (clique na imagem para visualisá-la melhor).

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Uma resposta to “– Governador fora-da-lei?”

  1. Enéas Estrela Says:

    A Justiça à serviço do poder político/financeiro.

    Atualmente corre no senado uma ação contra um senador que está a serviço dum bicheiro,ou seja, aqueles que são eleitos, ou pagos, pelo povo não servem aos interesses do povo mas, de quem detém o poder econômico e financeiro.

    Em tudo a Bahia é a cara do Brasil, à começar pela mesma letra “B”. Mas não fica só nisso: também na pluralidade de raças, falares, alegrias, forma física de seus mapas, corrupção, política e (in)justiça, etc. A Bahia, realmente, é a cara do Brasil.

    A greve dos professores (que é justíssima), vem se arrastando por quase 90 dias e o nosso ditador… ops! governador; blindado pela mídia imparciale, pelo silêncio dos nossos intelectuali e a (in)justiça baiana: que nega o direito de greve e, até o direito dos trabalhadores de educação de se alimentar e alimentar seus filhos.

    Já são 90 dias sem salários (salários que não são dignos para quem no Japão não são obrigados a curvarem-se ao imperador, já que sem professor não haveria imperador; assim entende a majestade japonesa).

    O Juiz Ricardo D’Ávila, da 5ª Vara da Fazenda Pública dá uma clara demonstração que não está a serviço da justiça, mas de quem detém o poder econômico e político. Em dezembro de 2012 teve uma liminar caçada por favorecer uma concessionara de pedágio (CLN) que o mandou tirar o direito de uso de uma via alternativa de acesso dos moradores, e qualquer cidadão. Direito esse previsto na constituição de 1988: o direito de ir e vir.

    Durante a greve dos professores, esse mesmo juiz teve outra liminar caçada pelo STF por não ter competência para julgar a greve dos professores, que além de julgar ilegal, multou a entidade dos trabalhadores em R$ 50 mil por cada dia de descumprimento de sua imposição.

    Saindo em defesa do juiz citado acima, a desembargadora Dayse Coelho fez pior (é o troco na vitória parcial dos professores que ousou desafia a (in)justiça); não só julgou ilegal a greve, como multou em R$10 mil por cada dia parado e mais R$ 100 mil para cada dia que a APLB continuar descumprido a sua ordem majestal.

    Fico pensando: quando será que para os corruptos que for preso na Bahia, haja pelo menos um juiz(a) com a coragem de o obrigar, a não só devolver o que roubou mas, a pagar multas pelos danos causado aos cofres públicos, assim como custear todo o processo?

    Já diz um amigo, estudante de direito, que: “cabe aos pobres (entenda-se aqui: trabalhadores) cumprir as leis, pois aos ricos (entenda-se aqui: corruptos) apenas interpretá-las”.

    Depois não querem que digamos que a justiça é burguesa.
    Mas, o troco virá à galope…

    Enéas Estrela
    Salvador-Ba

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