Guerra, gigantes e anões

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anãoA situação é bem diferente das guerras entre impérios hegemônicos.
Israel é um fenômeno consentido, não tem autonomia própria, embora possa chantagear muito seus protetores.
O vídeo vai mostrar isso. É um vídeo só, com duas versões, uma com legenda em português e outra em espanhol.

Esse acirramento atual é justamente uma chantagem pelo fato dos EUA quererem  mudar sua política de apoio total a Israel para ter apoio muçulmano na sua segunda guerra fria contra a Rússia a partir do mar Cáspio.

E a irritação de Israel é justamente porque o Brasil colabora com os EUA nesse jogo de amansar Israel.

A diplomacia brasileira ficou covarde desde Itamar. Em tempos anteriores a 1964, com certeza o Brasil responderia rompendo relações totais com Israel e pedindo caso eles não queiram mais, a estátua de Osvaldo Aranha que tem em Tel-Aviv, pois nós brasileiros somos um dos principais responsáveis pela criação do estado de Israel. Osvaldo Aranha foi o relator.

Francisco Santana

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Nas férias de agosto, PROMETO, irei assistir os vídeos.

Eu não acredito, o mundo não acredita que existirá PAZ nas condições atuais. Ou a Palestina derrota, ou Israel derrota de vez o opositor, assim numa relação entre dominado e dominador a PAZ será estabelecida. Várias Guerras, Grandes ou Pequenas mostraram isso. Lembro-me dos tempo de Ginásio, a guerra enter o Império romano e a pequena Cartago. A paz aconteceu quando Roma superou Cartago. Dário I, colocava um subalterno para todo dia, lembrá-lo: É necessário destruir Cartago. Cartago foi destruída. Assim aconteceram nas duas Guerras Mundiais, quando o lado A venceu o lado B a PAZ foi restabelecida. Domesticamente, lembro-me da Guerra de Canudos, +/- 300 Km de Salvador. A suposta PAZ aconteceu quando tudo foi destruído pelo suposto poder legal. Assim caminha a Humanidade. Eu não acredito em PAZ diplomática entre Palestina, leia-se Hamas e/ou Fatah X Israel. Poderão ficar sempre no fio de estabilidade como estavam até o final da COPA/2014. Bastou alguém de um lado ser assassinado, para acontecer o que está acontecendo e essa única morte gerou, segundo a imprensa internacional mais de 1.000 mortos, até o presente momento. Na guerra diplomática, o melhor é sempre afirmar: que a paz seja restabelecida. Qualquer palavra para um lado ou para o outro poderá torná-lo um anão diplomático indesejável por parte do lado que se sentiu ofendido.

Joromota

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Não se pode entender o que acontece na Palestina sem assistir antes o vídeo abaixo:

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OPORTUNISMO. O que valeu um minuto atrás, não valerá um minutos depois.

ISRAEL FALOU QUE O BRASIL É UM ANÃO DIPLOMÁTICO E LEMBROU QUE A GOLEADA FOI DESPROPORCIONAL: BRASIL 1 x 7 ALEMANHA.

COMO TUDO MUDA:

Se a chancelaria brasileira tivesse dito: O BRASIL ESTÁ PREOCUPADO COM A CRISE NA FAIXA DE GAZA, MAS ISRAEL TEM QUE COMBATER 

GRUPOS TERRORISTAS. AÍ, O BABACA DIPLOMATA ISRAELENSE DIRIA: O BRASIL É UM GIGANTE NA DIPLOMACIA.

TUDO É SÓ INTERESSE.

QUE ACABAR COM A BRIGA NA FAIXA? VAMOS TODOS NÓS BAIANOS DURANTE UM ANO, BAIANAS DO ACARAJÉ, BAIANAS COM MINI SHORT, TRIOS ELÉTRICOS, ETC. Com certeza essa picuinha acabará. Quando eles forem torturados na Alemanha.

Joromota

O número de palestinos mortos na ofensiva israelense em Gaza superou os mil neste sábado (26), após a descoberta de mais de uma centena de corpos entre os escombros, durante uma trégua de 12 horas entre Israel e o Hamas.

Em Paris, em uma reunião internacional para buscar uma trégua duradoura na qual estavam presentes os chefes da diplomacia de França, Estados Unidos, Catar, Turquia e de outros países europeus, foi feito um apelo pela prolongação do cessar-fogo em vigor, segundo o chanceler francês, Laurent Fabius.

Mais de mil palestinos, em sua grande maioria civis, morreram desde o início da ofensiva israelense em Gaza, no dia 8 de julho, anunciaram socorristas do território palestino. Os cerca de 6.000 feridos também são principalmente civis.

Mais de uma centena de corpos foram encontrados hoje, durante a trégua humanitária que expiraria às 20h locais (14h de Brasília), mas foi prolongada por mais quatro horas (18h de Brasília).

Do lado de Israel, 42 israelenses faleceram, 40 deles soldados, além de um trabalhador tailandês, desde o início da ofensiva.

Em Paris, em uma declaração à imprensa ao fim da reunião, Fabius disse que “todos convocamos as partes a uma extensão por 24 horas renováveis do cessar-fogo humanitário que está atualmente em vigor”.

O Hamas não comentou este pedido, e a rádio pública de Israel, citando um funcionário de alto escalão do país, disse que o Estado israelense pode aceitar prolongar a trégua se puder continuar destruindo túneis utilizados pelos ativistas no superpovoado território palestino controlado pelo Hamas.

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O Prof. Palácios deu uma grande sacada. Esse tema é atualíssimo e não devemos perder a chance de nos atualizarmos.

Insisto no vídeo [acima] principalmente pela qualidade de seus realizadores:

1) Renan Berelovich: Israelense, ex-membro do exército israelense, autor e narrador principal do vídeo. Os demais narradores:

2) Ilan Pappé é um historiador israelense, professor de história na Universidade de Exeter, no Reino Unido. Foi docente em Ciências Políticas em sua cidade natal, na Universidade de Haifa

3) Jeff Halper é um antropólogo israelense, de origem norte-americana, escritor, conferencista, ativista político, cofundador e coordenador do Comitê Israelense contra a Demolição de Casas.

4) Alan Hart é um escritor, ex-correspondente e comentarista da BBC especialista em  Oriente Médio. Ele é autor de, Sionismo: O Real inimigo dos judeus. (em três partes)

 

5) Terry Boullata é chefe de uma escola particular em Abu Dis e uma trabalhadora de advocacia. A única que é palestina e que poderia ser considerada suspeita por ser uma das vítimas do sionismo. Foi presa pela polícia israelense várias vezes trabalhando para uma organização de defesa de direitos humanos e solta a última vez graças a interferência de Jimmy Carter e Sra. Miterrand.

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A jornalista brasileira Guila Flint foi entrevistada terça-feira (22/07) no programa Espaço Público, na TV Brasil. Morando em Tel Aviv, Guila escreve sobre o Oriente Médio para a imprensa brasileira há 20 anos e é autora do livro ‘Miragem de Paz’, da editora Civilização Brasileira.

Durante o programa, a jornalista falou sobre o recente acirramento dos conflitos entre israelenses e palestinos, analisou as origens da tensão no Oriente Médio e perspectivas futuras.

http://tvbrasil.ebc.com.br/espacopublico/episodio/espaco-publico-recebe-a-jornalista-brasileira-guila-flint

Saudações,

marcos palacios

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