Madre Tereza de Calcutá

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“Quanto mais se vive mais se vê coisa”, costuma dizer o Saci. Estou convencido que ele tem razão.

A primeira crítica que ouvi sobre a Madre Tereza de Calcutá foi através do Prof. Francisco Santana. Fiquei com a pulga atrás da orelha, pois fora ele a primeira pessoa a falar do caráter do ex-presidente Lula, em plena popularidade do dito cujo, assim que assumiu a presidência no primeiro mandato. A partir daí passei a ver o Prof. Chico como tendo o dom da clarividência… De alguma forma, o que havia lido sobre a devoção da Madre Tereza pelos pobres me cativara. Julgava-a espontânea e desinteressada dos holofontes da mídia e da companhia dos políticos. Torcia para que o Prof. Chico estivesse equivocado dessa vez.

Aqui em Salvador, sempre vi políticos querendo posar ao lado da Irmã Dulce. Jamais poderia imaginar o contrário, ou seja, a Irmã Dulce correndo para ser papagaio de pirata de Sarney ou ACM. Por analogia, imaginava o mesmo da Madre Tereza de Calcutá. Que por sinal esteve pessoalmente com a Irmã Dulce (leia mais AQUI).

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A julgar pelo que tenho lido através das redes sociais, tão logo a canonização da religiosa indiana foi anunciada, tudo indica que a Madre Tereza tinha menos devoção pelos pobre do que parecia …

A Igreja Católica vai canonizar a madre Teresa de Calcutá (1910-1997), e os não católicos e ateus, a rigor, não têm nada com isso. Um dos atributos da Igreja é, afinal, fabricar santidades.
Ainda assim cabe a quem tem um mínimo de apreço pela verdade denunciar que a madre esteve longe de ser uma “santa”, na acepção moderna do cristianismo, diferentemente, portanto, do que diz o marketing católico. (AQUI)

 


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