Paulo Fábio X Filgueiras

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e não houvesse nenhum saldo positivo das greves nas IFES, segundo o Saci, no tocante à disputa do cabo de guerra com o governo, haveria a riqueza do aprendizado de estarem juntos professores, técnico-administrativos e discente na celebração da agudeza de inteligências.

– Em que outro momento é possível fruir desse espetáculo da dança frenética de sinapses de tão valorosos cérebros?

Assim, no octógono – ou na rinha, para quem assim preferir –  dos docentes da UFBA, conforme metaforiza o Saci, dois egos se exibem e se digladiam pujantes: um prestes a repetir Fukuyama – a história acabou! –  o outro – repetindo o Pajé Felippe Serpa, na convicção de que as greves constituem as escoras das Universidades Públicas. Alguns diriam: é o pessimismo da inteligência e o otimismo da ação. Pois que assim seja.

Faço minhas as palavras do Saci.

Nenhum dos contendores perdeu na disputa. Todos ganhamos. Perdeu apenas quem lá não esteve.

Viva a UFBA! Viva a greve! Viva o Trabalhador!

Menandro Ramos
FACED/UFBA

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