– Um encontro com Sérgio Gabrielli

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Pelo relato da Profa. Joaquina Leite, o ex-líder de greve Sérgio Gabrielli agora só pode ser visto pelo retrovisor da memória poética…

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impressionante como o mundo é cheio de coincidências. Ou de sincronicidades. Cada um escolhe, democraticamente, o que quer que seja. Outro dia, não faz muito tempo, a Profa. Joaquina Leite, numa das Assembleias, falava do “carinho” que o secretário e prefessor  Ségio Gabrielli tem pelos docentes da rede estadual de ensino, que naquela época ainda estavam em greve… Já hoje, recebo um e-mail de alguém que menciona um artigo publicado por um jornal paulista de grande tiragem, intitulado “Disparate de Gabrielli”.

Ao ler a mensagem que deixei aberta na tela do monitor, o indiscreto Saci foi logo me perguntanto se eu tinha acesso ao ex-presidente da Petrobras. Diante da minha negativa, ele fez cara de preocupado, e começou a estalar os dedos.

– Puxa, chefia, alguém tem que dar a dica pro cara. Pelo visto, o secreta da Seplan precisa, urgentemente, começar a segurar criancinhas pobres nos braços, e abraçar os eleitores potenciais nos bairros populares! Isso, se quiser resgatar a esperança de um dia botar o pé no Palácio de Ondina, como síndico-mor daquela birosca. Caso contrário, só lhe resta concorrer, pelos governistas, à direção da APUB, daqui a quatro anos… E olhe lá! Sabe Deus se até lá uma vacina contra o Proifes não foi inventada…

Na hora, não lhe dei muita confiança, mas assim que ele saiu, corri para transcrever a tal mensagem abaixo. Um pouquinho mais abaixo, publiquei um pequeno trecho do que saiu no referido jornal paulista.

Confira:

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Do email recebido:

O jornal “O Estado de São Paulo” mantem uma linha radicalmente oposicionista, e por isso seus editoriais devem sem lidos com cuidado quando comenta algum assunto ligado ao Governo Federal.  Mas no momento em que analisa a desastrosa administração de Gabrielli na Petrobras, ao tempo em que a confronta com um gerenciamento mais realista da Graça Foster, nova Presidente da estatal, merece pelo menos ser lido.

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Deu no Estado de São Paulo:

[…] O que ele não conta é que a empresa que dirigia não conseguiu acompanhar a mudança nem executar o plano original. As refinarias não saíram do papel, na maior parte dos casos. Quando saíram, como no caso da de Pernambuco, seus custos alcançaram valores exorbitantes, de cerca de dez vezes o orçamento original. Ainda assim, as obras estão muito atrasadas. […]

[…] Não é à toa que a atual diretoria decidiu incluir em seu programa de investimentos só projetos exequíveis, e não mais anúncios de inspiração meramente políticas como os das refinarias. […]

Veja a íntegra do Disparate de Gabrielli (AQUI)

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